Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Monique Lima

Monique Lima

Monique Lima é jornalista com atuação em renda fixa, finanças pessoais, investimentos e economia, com passagem por veículos como VOCÊ S/A, Forbes, InfoMoney e Suno Notícias. Formada em Jornalismo em 2020, atualmente, integra a equipe do Seu Dinheiro como repórter, produzindo conteúdos sobre renda fixa, crédito privado, Tesouro Direto, previdência privada e movimentos relevantes do mercado de capitais.

RENDA FIXA NA VEIA

Conservador, sim; com retorno, também: como bater o CDI com uma carteira 100% conservadora, focada em LCIs, LCAs, CDBs e Tesouro Direto

A carteira conservadora tem como foco a proteção patrimonial acima de tudo, porém, com os juros altos, é possível aliar um bom retorno à estratégia. Entenda como

Monique Lima
Monique Lima
31 de março de 2025
6:01 - atualizado às 15:07
renda fixa crédito privado carteira recomendada btg
Imagem: Canva / Montagem: Giovanna Figueredo

Brasileiro gosta de investimento focado em renda. A meta de conseguir uma rentabilidade de 1% ao mês é o alvo de muitos investidores. Mesmo agora, com a Selic em 14,25%, o acumulado de um ano do CDI ainda não chegou lá: fechou em 11,13% em fevereiro e deve chegar nos 12% ao fim de março. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Embora muitos títulos de renda fixa acompanhem os juros, a rentabilidade desses papéis funciona como um conta-gotas, mês a mês o rendimento se acumula, de acordo com o retorno previsto no papel e o juros daquele momento.

  • E MAIS: Especialistas revelam os ativos mais promissores do mercado para investir ainda hoje; confira

É possível chegar nos 14% da Selic? Sim. Mas para isso a carteira tem que olhar para títulos que paguem um pouco mais, afinal é preciso considerar os juros compostos e o Imposto de Renda. 

Entre Tesouro Direto, CDBs, LCIs e LCAs, debêntures e demais títulos, saber em quais opções alocar o dinheiro e qual percentual da carteira dedicar a cada ativo pode ser uma missão complicada. Especialistas ouvidos pelo Seu Dinheiro fizeram suas recomendações para aproveitar a remuneração generosa dos juros sem correr mais riscos do que o necessário e, ainda assim, ter uma boa rentabilidade. 

Antes, vale destacar que uma carteira conservadora também tem seus desafios. Embora ativos de renda fixa tenham menor risco do que os de renda variável, títulos públicos, de bancos e de empresas também têm variação de preço, oscilação de remuneração, estão sujeitos a eventos de crédito e a volatilidade dos indicadores macroeconômicos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por isso, na hora de selecionar quais papéis vão entrar na carteira, é importante ter em mente algumas considerações: 

Leia Também

  • Qual o objetivo para esse dinheiro?
  • Qual o prazo de aplicação?
  • São aportes para carregar até o vencimento ou ganhar com o preço dos títulos?
  • Qual a tolerância a oscilações?

Cada uma dessas ponderações tem um peso na montagem da carteira e pode determinar quais títulos são mais indicados para o investidor — mesmo entre os conservadores, há aqueles mais dispostos a um pouco de risco e aqueles que não querem risco nenhum.  

Colaboraram para esta matéria Rafael Winalda, especialista em renda fixa do Inter, Antônio Sanches, analista de research da Rico, Larissa Quaresma, analista de investimentos da Empiricus e Humberto Vignatti, estrategista de Renda Fixa Brasil do Itaú Unibanco. 

Estratégia de alocação 

A resposta mais recorrente quando se pergunta de uma carteira conservadora é: investe em renda fixa. Entretanto, renda fixa é um universo amplo, e a regra para toda e qualquer carteira de investimento é ser diversificada. Sendo assim, uma carteira conservadora de renda fixa também deve ter diversificação. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa diversificação pode ser no tipo de rentabilidade (pós fixada, prefixada e atrelada à inflação), nos emissores dos títulos (governo, bancos ou empresas) e nos tipos de ativos (Tesouro Direto, CDBs, LCIs e LCAs, CRIs e CRAs ou fundos). 

Neste momento, em que a tendência ainda é de alta dos juros, os analistas são unânimes em uma estratégia de alocação: predominância em pós-fixados. Como esses títulos acompanham os juros para a remuneração, eles se tornam mais vantajosos. 

Na sequência, a preferência é pelos títulos de inflação. Assim como os juros, neste momento a tendência também aponta para uma inflação acima da meta no Brasil neste e no próximo ano, de modo que os títulos que corrigem a inflação e ainda pagam um percentual fixo representam uma boa oportunidade de ganho real. 

Os prefixados são indicados para uma exposição menor. Como a remuneração também está alta, na faixa dos 14%/ 15%, são considerados uma oportunidade de ganho, porém não no mesmo nível dos dois anteriores. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por fim vem uma novidade: a renda fixa internacional. Itaú, Rico, Empiricus e Inter indicam alguma exposição ao exterior mesmo na carteira conservadora. Humberto Vignatti, do Itaú, destaca que a correlação negativa entre os ativos brasileiros e os internacionais é uma oportunidade de ganho para a carteira. Além disso, ele afirma que a volatilidade e os riscos são minimizados em comparação com uma carteira 100% local. 

Veja a recomendação de alocação para uma carteira conservadora: 

Rentabilidade Renda Fixa % conservador 
Pós fixada + liquidez75%
Prefixada 5%
Indexada à inflação 15% 
Internacional5%
Fontes: Itaú, Inter, Rico e Empiricus 

Títulos públicos 

Tesouro Selic e Tesouro IPCA+ são unanimidade nas recomendações.

O Tesouro Selic é o título pós-fixado que acompanha os juros. A remuneração acompanha a Selic, com pouco ganho a mais (Tesouro Selic 2028: Selic + 0,0583%), mas é um título bom para ter liquidez e praticamente zero volatilidade. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os analistas indicam optar pelos títulos de prazos mais curtos para acompanhar a alta dos juros e a estabilidade que deve vir na sequência. Se 75% da alocação é em pós-fixados, a parte correspondente ao título público não deve ultrapassar a metade desse total. 

Já o Tesouro IPCA+ é uma opção de renda fixa atrelada à inflação. Neste caso, a oportunidade é vista mais no médio prazo, com títulos de até cinco anos. 

Os especialistas alertam que o Tesouro IPCA+ é um título com bastante volatilidade na sua marcação de preço. Os valores oscilam diariamente e acompanham as incertezas de indicadores econômicos. Por isso, não se recomenda a exposição a vencimentos muito longos, pois quanto maior o prazo do papel, maior sua volatilidade. 

Outro detalhe é que a recomendação é que se leve o título até o vencimento. Dessa forma, as oscilações de preço não afetam a rentabilidade da carteira e o investidor consegue captar 100% do ganho previsto no título. O Tesouro IPCA+ 2029 (IPCA + 7,95%) é a principal escolha dos analistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
TítuloIndexador
Tesouro Selic 2028Selic + valor fixo 
Tesouro IPCA+ 2029 IPCA + 7,95%
Fontes: Itaú, Inter, Rico e Empiricus 

Títulos privados bancários

CDBs são o principal destaque entre as recomendações bancárias. Os papéis são principalmente pós-fixados (com pagamento de um percentual do CDI) ou prefixados. 

Para a escolha, os analistas fazem duas ponderações. A primeira é em relação ao emissor: títulos de bancos grandes, reconhecidos e seguros devem ser priorizados. É comum que bancos menores e mais arriscados paguem mais, mas se o objetivo é uma carteira mais conservadora, esse risco deve ser mitigado. 

Para os CDBs prefixados, a remuneração alvo deve ficar entre 14,5% e 16% para conseguir um bom retorno, considerando o Imposto de Renda. Já no caso dos pós-fixados, entre 100% e 105% do CDI, é possível conseguir títulos de bons emissores

Além dos CDBs, as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA) também são recomendadas para a carteira conservadora. Esses títulos são isentos de Imposto de Renda e podem melhorar a rentabilidade total da carteira, além de diminuírem a volatilidade por não ter marcação de preço a mercado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A rentabilidade alvo é de a partir de 86% do CDI — um percentual que cobre a dedução de IR dos CDBs e ainda pode pagar um pouco a mais. 

Tanto os CDBs, como as LCIs e LCAs contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para investimentos de até R$ 250 mil, por instituição financeira, por CPF. Um diferencial que é destacado pelos analistas como proteção. Veja algumas recomendações:

TítuloIndexador Rentabilidade 
CDB Banco BMG% do CDI 103,0% do CDI
CDB Banco C6Prefixado14,95%
LCA Fibra Prefixado13,65%
LCI ABC Brasil % do CDI 95,5% do CDI 
Fontes: Itaú, Inter, Rico e Empiricus 

Crédito de empresas 

Restam as debêntures, os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e do Agronegócio (CRA). Para essa parcela, os analistas ponderam que é indicado evitar uma exposição superior a 5% em um único emissor e 20% no total da carteira.

Antônio Sanches, da Rico, avalia que, como os títulos de crédito privado costumam ter um valor de aporte inicial mínimo de R$ 5 mil, em média, e prazos muito longos de vencimento, investir diretamente pode elevar muito o risco da carteira. “Ao optar por fundos, a exposição é mais diluída pela quantidade de títulos, o que diminui o risco. É uma opção mais recomendável.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os analistas indicam fundos de renda fixa de crédito privado que não tenham liquidez imediata e que optem por empresas com grau de investimento. Há fundos que investem apenas em ativos isentos de Imposto de Renda, como as debêntures incentivadas, e que também são isentos. 

Caso a opção seja por investir nos títulos diretamente, algumas recomendações são optar por empresas consolidadas e de setores mais conservadores, como saneamento básico, transporte e energia; verificar a classificação de risco dos títulos, para se manter nos níveis AAA até A-; e tentar olhar para vencimentos menores, entre cinco e sete anos

TítuloIndexador Rentabilidade 
CRA São Martinho% do CDI 96% do CDI
Debênture LocalizaIPCA+IPCA+ 9,05%
Debênture EquatorialIPCA+IPCA+ 7,25%
Fontes: Itaú, Inter, Rico e Empiricus 

É preciso manter em mente, porém, que títulos de crédito privado como CRIs, CRAs e debêntures, embora contem com garantias, não têm a proteção do FGC. Isso significa que o investidor fica exposto ao risco de inadimplência do emissor. Assim, se a empresa que emitiu o papel quebrar, o investidor pode ficar sem receber.

  • Por isso, se você se considera um investidor extremamente conservador, talvez seja melhor não investir neste tipo de título, e se manter nos títulos públicos e papéis bancários.

Exposição internacional 

A parcela internacional na carteira conservadora é uma novidade, porém já se mostra uma tendência. Anos atrás, essa recomendação não seria possível para o público geral, visto a dificuldade de se investir no exterior a partir do Brasil. Atualmente, as diversas contas internacionais que operam no país permitem a aplicação direta em ações e títulos dos Estados Unidos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os especialistas ouvidos pelo Seu Dinheiro destacam que essa exposição a uma moeda forte e a uma economia descorrelacionada do Brasil agrega proteção contra a inflação e diminui a volatilidade e o risco da carteira. Não é raro que, quando o dólar está em alta, os juros e ativos brasileiros estejam em baixa — essa descorrelação pode gerar um ganho adicional. 

Cinco por cento para o mais conservador a 10% para o mais ousado: essa é a parcela indicada de renda fixa internacional na carteira. Entre os ativos, a preferência é pelos ETFs de renda fixa internacional, sejam os que investem apenas em Treasuries (títulos do governo norte-americano) sejam os que investem em Treasuries e crédito privado — desde que sejam títulos com grau de investimento e baixo risco. 

Dois exemplos de ETFs que investem em títulos do governo norte-americano são o iShares 1-3 Year Treasury Bond ETF (SHY) e o Vanguard Intermediate-Term Treasury ETF (VGIT). Já ETFs que investem em crédito de empresas e Treasuries são o iShares 1-5 Year Investment Grade Corporate Bond ETF (IGSB) e o Schwab 5-10 Year Corporate Bond ETF (SCHI). 

A carteira conservadora pode bater o CDI? 

De modo geral, o objetivo de uma carteira conservadora gira em torno de CDI+ 1,00% ou 2,00%. Como o seu foco é voltado para proteção patrimonial do que ganho de capital, é mais difícil superar o benchmark com folga.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 2024, o CDI fechou com um acumulado de 10,88%. A taxa de referência para investimentos no Brasil acompanhou a oscilação dos juros básicos, que variou entre uma mínima de 10,50% e máxima de 12,25% no ano. 

Para este ano, a Selic deve se manter em faixas maiores, entre 13,25% e 15%, de modo que o CDI também deve ser maior. Ou seja, se o retorno alvo das carteiras conservadoras no ano passado ficou na faixa de 12% a 13%, para este ano pode-se esperar algo na faixa de 14% e 15%. 

Entretanto, é preciso focar em rentabilidades um pouco maiores para bater essa meta. Os fundos de crédito, a exposição à renda fixa internacional e os títulos isentos são os “coringas” que podem ajudar nesse retorno, segundo os especialistas. 

Porém, Larissa Quaresma, da Empiricus, afirma que o mais importante é confiar no portfólio e não desviar da estratégia montada. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Podem e devem ser feitos balanceamentos mensais, mas com o objetivo de colocar um pouco mais de dinheiro aqui ou ali, não mudar os fundamentos. A carteira depois de idealizada e montada deve ser mantida para o médio longo prazo, ou corre o risco de perder todos os potenciais ganhos com um resgate por impulso na hora errada”, diz. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
TESTAMENTO

Não é só o dinheiro: o que mais o caso de Anita Harley, da Pernambucanas, tem em comum com Gal, Pelé e Marília Mendonça

25 de março de 2026 - 9:19

Casos de famosos semelhantes ao de Anita Harley revelam como fortuna, família e Justiça costumam se cruzar em disputas por herança

TIGRINHO NÃO ESTÁ PAGANDO

Nem juros nem crédito: bets já são a maior causa de dívidas no Brasil, diz estudo

24 de março de 2026 - 15:20

Pesquisa mostra que as plataformas de apostas online se tornaram um fator macroeconômico relevante para as dívidas dos brasileiros

DINHEIRO DE VOLTA

FGC vai liberar R$ 4,8 bilhões aos credores do Banco Pleno — investidores já podem pedir a garantia no aplicativo

23 de março de 2026 - 15:11

Fundo irá pagar os valores devidos a 152 mil pessoas, entre investidores de CDBs e clientes que tinham conta no banco liquidado

Disputas bilionárias

Bilhões na mesa e famílias em guerra: enquanto briga por herança da Casas Pernambucanas vira série, outras disputas por fortunas ainda dão o que falar; conheça as histórias envolvendo Safra, Casas Bahia e Fiat

23 de março de 2026 - 13:04

O caso de Anita Harley, principal acionista da Pernambucanas, virou série documental, mas não é o único: outras disputas bilionárias que derem o que falar.

IR 2016

Veja a Instrução Normativa nº 2.312 da Receita Federal, que traz todas as regras do Imposto de Renda 2026

23 de março de 2026 - 12:44

Confira na íntegra o texto publicado no Diário Oficial da União com as regras do IR 2026 e orientações para a declaração

IR 2026

Prazo para a entrega da declaração de imposto de renda 2026 começa nesta segunda (23)

23 de março de 2026 - 8:00

Brasileiros terão até o dia 29 de maio para prestar contas ao Leão; baixe aqui o programa do imposto de renda

IR 2026

Deixou o Brasil em 2025? Veja como preencher a declaração de saída definitiva do país em 2026; prazo vai até 29 de maio

23 de março de 2026 - 6:31

O documento é necessário para encerrar as obrigações fiscais no país e evitar dores de cabeça com a dupla tributação e outros problemas no futuro

IR 2026

Como declarar o imposto de renda 2026: tudo que você precisa saber para prestar contas ao Leão

23 de março de 2026 - 6:30

Neste guia, você encontra o caminho das pedras para preencher e entregar a sua declaração de imposto de renda, mesmo que seja a sua primeira vez

IR 2026

Os principais gastos dedutíveis do imposto de renda 2026 e como informá-los na declaração

23 de março de 2026 - 4:00

Despesas dedutíveis só podem ser aproveitadas por quem entrega a declaração completa e reduzem o IR devido; mas mesmo quem entrega a declaração simplificada precisa declará-las

IR 2026

Como declarar ETF no imposto de renda 2026, seja de ações, criptomoedas ou renda fixa

23 de março de 2026 - 4:00

Os fundos de índice, conhecidos como ETFs, têm cotas negociadas em bolsa, e podem ser de renda fixa ou renda variável. Veja como informá-los na declaração em cada caso

IR 2026

Como declarar pensão alimentícia no imposto de renda 2026

23 de março de 2026 - 4:00

Pensão alimentícia é gasto dedutível para quem paga e rendimento isento para quem recebe. Veja como declarar as duas situações no imposto de renda 2026

IR 2026

Como declarar dependentes no imposto de renda 2026

23 de março de 2026 - 4:00

Ganhos e despesas de dependentes também devem ser declarados. Confira como incluir todas as informações da forma correta na sua declaração do IR

IR 2026

Como declarar fiagros e fundos imobiliários (FIIs) no imposto de renda 2026

23 de março de 2026 - 4:00

Fundos imobiliários e fiagros têm cotas negociadas em bolsa, sendo tributados e declarados de formas bem parecidas

IR 2026

Como declarar bitcoin e outras criptomoedas no imposto de renda 2026

23 de março de 2026 - 4:00

Operações com criptoativos podem precisar ser informadas na declaração de imposto de renda, além de estarem sujeitas à tributação

IR 2026

Como declarar fundos de investimento no imposto de renda 2026

23 de março de 2026 - 4:00

O saldo e os rendimentos de fundos devem ser informados na declaração de IR. Saiba como declará-los

IR 2026

Como declarar veículos no imposto de renda 2026, incluindo compra, venda e doação

23 de março de 2026 - 4:00

Veículos motorizados como carros, motos, barcos e aviões precisam ser informados na declaração de imposto de renda, independentemente do valor

IR 2026

Como declarar imóveis no imposto de renda 2026, incluindo compra, venda e doação

23 de março de 2026 - 4:00

A posse de imóveis ou a obtenção de lucro com a venda de um imóvel em 2025 podem obrigar o contribuinte a declarar; mas qualquer um que entregue a declaração deve informar a posse ou transações feitas com bens imóveis

IR 2026

Como declarar previdência privada no imposto de renda 2026

23 de março de 2026 - 4:00

Aprenda a declarar no imposto de renda as contribuições feitas a PGBL, VGBL e fundos de pensão, bem como os rendimentos recebidos dos planos de previdência privada

IR 2026

Tem offshore? Veja como declarar recursos e investimentos no exterior como pessoa jurídica no IRPF 2026

23 de março de 2026 - 4:00

Confira as regras de tributação de entidades controladas usadas como veículos para investir no exterior e veja como declará-las no imposto de renda

IR 2026

Quem pode ser declarado como seu dependente no imposto de renda 2026

23 de março de 2026 - 4:00

Cada dependente gera uma dedução de R$ 2.275,08 na base de cálculo do IR, além de abatimentos adicionais de despesas com saúde e educação

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia