Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
SEU DINHEIRO EXPLICA

Se nem os EUA ‘se salvaram’, quem resta? Os países que ainda são ‘triple A’ — e por que essa lista só tem diminuído desde 2008

Após mais de uma década sob pressão, os Estados Unidos perdem o topo da classificação de risco da Moody’s e se juntam a outros rebaixados ilustres

A última sexta-feira (16) caminhava para um desfecho tranquilo, após uma semana intensa nos noticiários econômicos, até que, no apagar das luzes, veio a bomba: os Estados Unidos foram rebaixados pela agência de rating Moody’s. A maior economia do mundo deixou de ser ‘triple A’. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com a mudança, os EUA deixam de ter o rating Aaa e descem um degrau, para Aa1. A perspectiva da notapassou de negativa para estável.

Segundo a Moody’s, o motivo por trás disso é o aumento da dívida norte-americana  — um processo que se arrasta por mais de uma década — e dos índices de pagamento de juros para níveis significativamente mais altos do que a de países com classificação semelhante. 

Nesta reportagem, você consegue encontrar mais detalhes sobre o rebaixamento — que não é inédito. Antes da Moody’s, a agência S&P Global Ratings rebaixou a nota soberana dos EUA em agosto de 2011, enquanto a Fitch fez esse movimento em agosto de 2023. 

Mas, se a maior economia do mundo deixou de ter o selo ‘triple A’, quem é que sobra nessa lista? 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os países que ainda são ‘Triple A’ 

Veja abaixo os países que ainda são avaliados como ‘triple A’ pela Moody’s: 

Leia Também

FRASES

“Eu escolho uma pessoa preguiçosa para fazer um trabalho difícil. Porque uma pessoa preguiçosa encontrará uma maneira fácil de fazê-lo”: eficiência segundo Bill Gates

MORADIA MAIS SALGADA

Fim da escala 6×1 pode aumentar taxa de condomínio em até 15%, estima associação do setor

  • Austrália;
  • Canadá;
  • Cingapura; 
  • Dinamarca; 
  • Alemanha; 
  • Luxemburgo;
  • Holanda; 
  • Nova Zelândia;
  • Noruega; 
  • Suécia; 
  • Suíça

Os países que fazem companhia aos EUA na classificação Aa1 da Moody’s são Áustria e Finlândia

Quem perdeu o lugar desde a crise de 2008 e por quê? 

Desde a crise de 2008, outros países também perderam o ‘triple A’ da Moody’s, assim como os EUA. São eles: 

PaísData do RebaixamentoRating AtualMotivo Principal
Irlanda15 de julho de 2011Ba1Aumento do endividamento, dependência prolongada de ajuda financeira externa (UE/FMI) e risco de que precise de novo resgate.
França19 de novembro de 2012Aa3Vulnerabilidades econômicas e financeiras, incluindo rigidez no mercado de trabalho e exposição a choques externos.
Reino Unido22 de fevereiro de 2013Aa3Crescimento econômico fraco e desafios fiscais persistentes.
Áustria6 de setembro de 2014Aa1Crescimento econômico lento e riscos no setor bancário.
Finlândia19 de setembro de 2014Aa1Perspectivas econômicas fracas e desafios estruturais.

Quais são os critérios usados pela Moody’s? 

Quando uma agência como a Moody’s dá ou tira o selo de confiança máxima de um país — o famoso rating Aaa — o impacto pode ser grande. Mas, afinal, como ela decide quem merece esse carimbo de excelência? 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O segredo está em uma fórmula que combina quatro pilares: força econômica, qualidade institucional, saúde fiscal e exposição a choques externos.

Na prática, isso significa analisar desde o tamanho e a diversidade da economia até a capacidade do governo de pagar suas contas — e fazer isso sem sustos. 

Países como Suíça, Alemanha e Canadá, por exemplo, mantêm a nota máxima por contarem com instituições sólidas, políticas previsíveis e dívida pública sob controle. 

Já economias com cenário fiscal frágil ou risco político elevado, como o Reino Unido e a França nos últimos anos, acabaram rebaixadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Moody’s classifica os países em uma escala que vai do Aaa — nota mais alta — até o C, indicando inadimplência. 

Entre os principais níveis estão: Aaa, Aa, A, Baa, Ba, B, Caa, Ca e C. Quanto mais distante do topo, maior o risco de calote percebido pelo mercado. Os títulos com nota Baa3 ou superior são considerados grau de investimento. Abaixo disso, já se entra no chamado “grau especulativo” — ou, como preferem os mais diretos, “nível de junk bond”.

Mas não basta ter bons números: a Moody’s também avalia a resiliência do país em crises globais — algo que ficou evidente após 2008 e, mais recentemente, durante a pandemia. A nota final mistura modelos quantitativos com análise qualitativa de seus analistas. 

Ou seja: mesmo que os números apontem para uma direção, o “feeling” da equipe sobre estabilidade política, credibilidade fiscal e riscos geopolíticos pode fazer toda a diferença no veredito.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A crise de credibilidade das agências de risco

Desde a quebradeira de 2008, não foram só os bancos que perderam a moral. As agências de classificação de risco — aquelas que colocam selos de “bom pagador” em países e empresas — também saíram chamuscadas da crise.

Essas instituições foram duramente criticadas por não preverem — e até contribuírem para — o colapso que quase afundou o sistema financeiro mundial. Isso porque essas agências atribuíram nota máxima para títulos podres ligados ao mercado imobiliário norte-americano, antes da crise de 2008. 

Muitos desses papéis, vendidos como seguros e sólidos, derreteram em questão de meses, gerando perdas bilionárias em bancos e fundos pelo mundo. A acusação que recaiu sobre as agências foi grave: conflito de interesses, já que quem pagava pelas avaliações eram justamente os emissores dos títulos.

Desde então, as agências tentam recuperar a confiança do mercado com ajustes em seus modelos, maior transparência metodológica e alertas mais ágeis sobre riscos fiscais e políticos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
tesla cybertruck 21 de maio de 2026 - 10:39
Lotofácil 3690 Quina 7030 21 de maio de 2026 - 8:37
21 de maio de 2026 - 7:45
A Keeta é a marca internacional da gigante Meituan, líder no mercado de entregas na China 20 de maio de 2026 - 18:00
brinquedos estrela (1) 20 de maio de 2026 - 14:53
estrela brinquedos (1) 20 de maio de 2026 - 12:07
lotofácil 3689 20 de maio de 2026 - 8:43
vestibular ID da foto:1310204202 20 de maio de 2026 - 8:00
Presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, com a mão na cabeça. 19 de maio de 2026 - 15:44
19 de maio de 2026 - 15:12
Família de quatro pessoas adultas, preocupadas e triste com o acúmulo de dívidas 19 de maio de 2026 - 14:58
Area Saúde Dinheiro Tio Patinhas Chapéu 19 de maio de 2026 - 11:46

Toneladas e mais toneladas

Os bancos centrais com maior reserva de ouro; Brasil é destaque

19 de maio de 2026 - 11:46
remédio anvisa medicamentos (1) 19 de maio de 2026 - 10:48
rg registro geral documento (1) ID da foto:1214499667 19 de maio de 2026 - 10:12
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia