🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Dani Alvarenga

Dani Alvarenga

Repórter de fundos imobiliários e finanças pessoais no Seu Dinheiro. Estudante de Jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP).

FUGINDO DA VOLATILIDADE

Nova moda: fundos imobiliários negociados fora da bolsa têm atraído investidores, mas valem a pena? Conheça os fundos cetipados

Os fundos cetipados proporcionam um maior conforto para o investidor em relação à volatilidade das cotas e vêm chamando a atenção do mercado com o ciclo de alta dos juros no Brasil; mas a liquidez é um forte ponto negativo

Dani Alvarenga
Dani Alvarenga
23 de maio de 2025
6:02 - atualizado às 15:48
Fundos imobiliários, FIIs, imóveis
Imagem: iStock

Mesmo com a taxa básica de juros nas alturas, os fundos imobiliários não vêm fazendo feio neste ano. O IFIX, principal índice do setor, já sobe mais de 10% no acumulado de 2025. Mas esse desempenho não tem sido “sem emoção”. É por isso que, para fugir da volatilidade da bolsa, muitos investidores de FIIs têm se voltado para outro tipo de produto, os chamados fundos cetipados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os fundos imobiliários cetipados não são listados em bolsa, sendo negociados no mercado de balcão por meio da Cetip. Seus cotistas, assim, não precisam lidar com as variações intensas e rápidas nos preços das cotas que vemos nos fundos negociados na B3.

Segundo um levantamento da XP Investimentos, o número de investidores de fundos cetipados aumentou de 215,6 mil no quarto trimestre de 2023 para 261,3 mil no fim do ano passado. E os FIIs são justamente os mais populares da modalidade, representando 44,1% dos fundos cetipados existentes.

Para entender o que vem atraindo os cotistas para os fundos cetipados e se vale a pena investir na classe, o Seu Dinheiro ouviu Artur Carneiro, sócio-fundador da Éxes; Fernando Gadelho, diretor de ativos financeiros da HSI; Marx Gonçalves, analista de fundos listados da XP Investimentos; e Vitor Senra, sócio-fundador da Brio Investimentos.

Afinal, o que são os fundos cetipados?

Os fundos listados na bolsa de valores são negociados diretamente entre os investidores, e seus preços são determinados pela oferta e a demanda do mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compradores e vendedores “se encontram” e fecham negócio no ambiente eletrônico da bolsa, e as pessoas físicas podem negociar por conta própria pelo home broker da sua corretora, onde fazem e visualizam as ordens de compra e venda de cada ativo.

Leia Também

Já os fundos cetipados têm os preços definidos pelo valor patrimonial dos ativos, isto é, o valor de avaliação da sua carteira.

Por serem negociados em mercado de balcão, ou seja, a Cetip, os investidores interessados em comprar ou vender precisam acionar sua corretora, que é a responsável por buscar interessados para fechar negócio.

Apesar de não possuírem o chamado preço de tela, ou seja, a cotação na bolsa que pode variar minuto a minuto, os fundos cetipados também sofrem variação de preço, só que esta ocorre conforme a variação do valor patrimonial dos ativos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O patrimônio dos fundos varia todo mês. Porém, na bolsa, os fundos não são negociados pelo valor patrimonial, mas pelo valor de tela”, afirma Fernando Gadelho, diretor de ativos financeiros da HSI.

Assim, os fundos cetipados proporcionam um maior conforto para o investidor em relação à volatilidade das cotas, uma vez que estas não “chacoalham” tanto quanto as dos fundos de bolsa. No entanto, há uma menor transparência em relação aos valores indicados na compra e venda dos ativos.

“O fundo cetipado gera uma percepção de menor volatilidade, mas isso não significa que não tenha. O investidor só não fica vendo, no celular, as variações no dia a dia. A volatilidade não está tão transparente e acessível na palma da mão, como no caso dos fundos listados em bolsa”, diz Marx Gonçalves, analista de fundos da XP Investimentos.

Menos volatilidade, mas…

Além da menor percepção de volatilidade — mas com menos transparência em relação à variação dos preços —, os fundos cetipados também costumam ter menos liquidez que os listados em bolsa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como o ambiente de negociação é mediado pelas corretoras, há um menor número de investidores que acessam a plataforma. Além disso, mesmo entre os fundos cetipados com maior liquidez, os cotistas enfrentam dificuldades para ter clareza sobre a negociação do ativo.

“Com os fundos listados na bolsa, é possível ver o volume médio diário e entender se aquele nível de liquidez cabe no que eu quero investir. Assim, o investidor consegue evitar o risco de ter dificuldade na montagem ou desmontagem de posição e, com isso, prejudicar a rentabilidade. Já com os cetipados, é mais difícil fazer isso”, afirma Gonçalves.

Apesar disso, os analistas destacam que há muitos fundos cetipados com liquidez até superior à dos fundos listados. Porém, como não é possível ver o volume negociado, o investidor tem que perguntar à corretora qual é a liquidez do ativo e avaliar se ele suporta o volume que se deseja movimentar.

Início, meio e fim: uma característica especial

Para além da baixa volatilidade, pouca liquidez e a forma diferente de negociar, alguns fundos cetipados podem ter ainda uma característica especial: prazo determinado. Isto é, têm início, meio e fim, algo que não costuma ser observado nos fundos negociados em bolsa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo os especialistas, os fundos listados em bolsa normalmente são criados para geração de renda e não possuem data para acabar. Já os fundos cetipados, cada vez mais, nascem com um prazo para o fim das operações. E o ideal é permanecer neles até o final.

“É uma questão de demanda dos investidores”, afirma Gadelho, da HSI. Isso porque os fundos cetipados são uma classe voltada para os investidores mais conservadores, que possuem aversão à alta volatilidade da bolsa.

“O cotista de fundo cetipado possui uma cabeça de investidor de renda fixa. Então você traz para o mercado de fundos essa mentalidade. Ele investe em ativos que vão entregar um resultado e, quando acabarem, vão devolver o dinheiro aplicado. Já o investidor do fundo listado possui uma visão mais de renda variável”, explica Gadelho.

Na visão de Artur Carneiro, sócio-fundador da Éxes, fundos cetipados com prazo indeterminado podem ser mais arriscados devido à falta de liquidez.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nos fundos com prazo determinado, a saída do investidor se dá no vencimento do ativo; já nos de prazo indeterminado, o investidor que quiser sair do ativo precisará vender suas cotas, negociando-as novamente no mercado de balcão.

Com a liquidez reduzida desse ambiente e a baixa transparência nos preços, ele pode acabar precisando “pagar um prêmio”, isto é, dar um belo desconto no valor das cotas para se desfazer delas.

Dividendos e tributação

Em relação à distribuição de dividendos, os fundos cetipados seguem a mesma lógica dos fundos listados em bolsa de mesma classe (se fundos imobiliários, fiagros ou FI-Infras, por exemplo). 

Assim, os fundos imobiliários cetipados também pagam rendimentos recorrentes todo semestre, com isenção de imposto de renda para a pessoa física, quando atendidos certos critérios.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o fundo, isso significa ser negociado em bolsa ou mercado de balcão organizado e ter mais de cem cotistas.

Para o investidor ser isento, ele não pode ter mais de 10% das cotas do fundo, nem receber dividendos superiores a 10% do total dos rendimentos do fundo.

Também não são isentos grupos de cotistas que sejam parentes entre si até segundo grau ou que façam parte de um mesmo grupo empresarial com poder de eleger a maioria dos administradores do fundo e que, simultaneamente, possuam mais de 30% das cotas do fundo ou recebam mais de 30% dos dividendos pagos.

A tributação na venda das cotas também segue a mesma regra que nos fundos listados. Assim, fundos imobiliários cetipados também têm os lucros na venda das cotas tributados em 20%, como ocorre com os fundos de bolsa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, é possível realizar a compensação de prejuízos da venda de fundos cetipados através do imposto de renda, da mesma forma que ocorre com os ativos negociados em bolsa.

Vale a pena entrar em fundos cetipados com a Selic elevada?

Apesar de o cotista de fundos cetipados possuir cabeça de investidor de renda fixa, nem sempre a alta das taxas de juros no Brasil vai proporcionar melhores oportunidades no segmento.

Segundo os analistas, a diferença é que os fundos cetipados não são tão rapidamente impactados pelo cenário político e macroeconômico. Assim, as cotas e os rendimentos apresentam uma reação reduzida em relação aos ruídos do mercado.

Gadelho relembra a queda das cotas dos fundos listados em bolsa durante o fim do ano passado, devido a riscos fiscais que entraram no radar dos investidores na época. “Essa volatilidade extrema, com uma queda absurda dos fundos, não aconteceu com os cetipados”, diz.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Eles não são impactados diretamente no dia seguinte. Podem sofrer impactos eventuais de uma decisão do Banco Central sobre a taxa de juros, por exemplo. Mas este impacto não ocorre no dia seguinte, a ponto de registrar uma venda desenfreada”, afirma o executivo da HSI.

Porém, ciclos de alta forte dos juros, como o que o país tem vivido, acabam impactando até mesmo os fundos cetipados. A Selic elevada aumenta a atratividade da renda fixa e afasta os investidores de qualquer ativo um pouco mais arriscado.

“Com as taxas bastante elevadas, é natural que o investidor acabe olhando mais para produtos de renda fixa, que apresentam menor risco. Nesse cenário, não importa muito se o fundo é cetipado ou não”, explica Gonçalves.

Outro ponto importante é que a recente migração para a renda fixa acabou derrubando os fundos imobiliários listados no fim do ano passado, o que os deixou baratos e abriu novas oportunidades de compra, uma vez que estes FIIs passaram a ser negociados na bolsa a preços muito abaixo do seu valor patrimonial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Se eu tenho um momento de muita euforia, e os preços dos FIIs listados estão muito altos, os fundos cetipados, que negociam pelo valor patrimonial, são ofertas mais vantajosas. Mas se eu tenho um momento em que os preços na bolsa estão bastante descontados, pode ser uma oportunidade interessante para o investidor alocar em um fundo listado, em vez de um cetipado”, afirma Carneiro.

Porém, os especialistas destacam que há fundos cetipados que também tem negociado com descontos sobre o valor patrimonial, assim como vem ocorrendo com os fundos listados.

Gonçalves, analista da XP Investimentos, afirma que, para avaliar as melhores oportunidades, o investidor precisa cotar o preço de entrada nos fundos cetipados, nos fundos listados e até nos produtos de renda fixa. 

Assim, o investidor consegue entender se o nível de negociação do fundo no mercado de balcão está mais ou menos atrativo em relação a outras alternativas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O risco maior dos cetipados, no entanto, é o de liquidez. Para quem considera importante a possibilidade de sair do fundo a qualquer momento, ativos negociados no mercado de balcão não são a melhor pedida.

Já para definir os melhores investimentos em fundos cetipados, também é necessário avaliar se a carteira tem bons ativos e uma gestão com um bom histórico, segundo os especialistas.

Apesar das pressões impostas pelo cenário macroeconômico, na avaliação de Gadelho, o atual momento é um dos melhores para investir. “Obviamente com muito critério e muita cautela para conseguir separar as melhores operações”, afirma.

Carneiro também avalia que existem ativos de qualidade entre os fundos cetipados. “As gestoras que têm fundos listados em bolsa, em geral, também possuem fundos cetipados e com mesma qualidade de equipe. Existe um ambiente que se beneficiou de toda a estrutura montada para os fundos de bolsa. Então, do ponto de vista do ativo, os fundos cetipados já nascem maduros”, afirma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Os fundos listados em bolsa e os fundos cetipados são duas estratégias complementares. No final das contas, esses ativos trazem alternativas de investimento para investidores com perfis diferentes”, completa o sócio-fundador da Éxes.

Vitor Senra, sócio-fundador da Brio Investimentos, também enxerga um cenário positivo para os fundos cetipados. "É um ativo que ainda está em aperfeiçoamento, mas veio para ficar", afirma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SOBE E DESCE

Raízen (RAIZ4) desaba quase 40% e vira a pior ação do Ibovespa em fevereiro; MRV (MRVE3) dispara no mês

28 de fevereiro de 2026 - 15:01

Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques

SOB TENSÃO

Petróleo a US$ 100? O que a escalada das tensões no Oriente Médio significa para o mercado — e para a Petrobras (PETR4)

28 de fevereiro de 2026 - 13:21

Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras

DEU RUIM?

Ação da Cosan (CSAN3) cai 5% após Fitch rebaixar a empresa com perspectiva negativa

27 de fevereiro de 2026 - 18:24

A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)

BALANÇO DESAPONTOU?

Ex-Eletrobras, Axia (AXIA3) cai no Ibovespa apesar de ter dobrado o lucro líquido ajustado no 4T25: o que desanimou o mercado?

27 de fevereiro de 2026 - 15:01

Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)

VEJA O QUE FALTA ATÉ LÁ

O maior IPO reverso da história da B3: quando a Bradsaúde vai começar a ser negociada na bolsa?

27 de fevereiro de 2026 - 13:55

Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM

EXPECTATIVA VERSUS REALIDADE

Onda de IPOs está voltando? Diretor do BR Partners (BRBI11) vê mercado ‘tentando acreditar’ na reabertura da janela

27 de fevereiro de 2026 - 13:12

Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez

DE VENDA PARA NEUTRO

BB Investimentos eleva recomendação da Copasa (CSMG3), mas alerta: alta na ação vem da expectativa pela privatização, não do desempenho operacional

27 de fevereiro de 2026 - 10:17

O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento

ATENÇÃO, INVESTIDOR

A bolsa vai mudar de horário — confira o novo cronograma de negociação da B3 a partir de 9 de março

26 de fevereiro de 2026 - 14:01

Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior

'OPORTUNIDADE DOURADA'

Com potencial de alta de 23% em 2026, Aura Minerals (AURA33) é o pote de ouro da carteira do JP Morgan; entenda

25 de fevereiro de 2026 - 18:32

Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa

BTG SUMMIT 2026

‘Experimentem, vocês vão viciar’: mercado de ETFs pode chegar a R$ 1 trilhão no Brasil em alguns anos, dizem gestores

25 de fevereiro de 2026 - 17:46

Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos

CHEGA AOS 250 MIL?

Tem espaço para mais: Ibovespa pode chegar aos 200 mil pontos “logo logo”, diz Itaú BBA; veja previsão para Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4)

25 de fevereiro de 2026 - 17:03

No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo

VENCEDORA DA TEMPORADA?

A favorita entre os frigoríficos: JBS (JBSS32), Minerva (BEEF3) ou MBRF (MBRF3)? BTG diz o que esperar do 4T25 e dá o veredito

25 de fevereiro de 2026 - 15:41

Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques

HORA DE COMPRAR?

Mercado Livre (MELI34): ação cai 10% após 4T25, mas isso não significa que a empresa está no caminho errado. O que explica o movimento?

25 de fevereiro de 2026 - 14:38

Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante

BALANÇO 4T25

Mercado Livre (MELI34) tem lucro menor no 4T25, mas frete grátis ‘mostra a que veio’ no Brasil; veja os números

24 de fevereiro de 2026 - 18:54

A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora

ESFRIOU NA BOLSA

Ação da dona da Brastemp cai mais de 14%: o que derrubou os papéis da americana Whirlpool (WHR)?

24 de fevereiro de 2026 - 17:22

Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado

ESTRATÉGIA DO GESTOR

O Ibovespa ficou caro demais? Gestores se mostram cautelosos e passam longe de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4); saiba onde eles estão investindo

24 de fevereiro de 2026 - 14:32

Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro

MERCADOS HOJE

O Taco voltou: investidores ignoram tarifas de Trump — Ibovespa vai às máximas históricas e Nova York também avança

24 de fevereiro de 2026 - 13:49

Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados

DEU RUIM?

PicPay (PICS) desaba 18% desde o IPO: cilada ou oportunidade de compra? Citi dá o veredito

23 de fevereiro de 2026 - 18:12

Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis

SEM SINAL

Subiu no telhado? Acordo com a Claro fica travado e ação da Desktop (DESK3) chega a cair mais de 22%

23 de fevereiro de 2026 - 17:29

Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O capitão que mudou a rota do Bradesco (BBDC4), as novas tarifas de Trump e o que mais você precisa saber hoje

23 de fevereiro de 2026 - 8:32

Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar