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Super-ricos estão migrando para fundos de previdência privada para deixar de pagar come-cotas; saiba como você também pode aproveitar os benefícios desse investimento
Desde a aprovação da tributação de fundos exclusivos (com um ou poucos cotistas e com saldos acima de R$ 5 milhões), é possível observar a migração de investidores super-ricos para fundos de previdência privada, conforme explica Bruno Mérola, analista de fundos de investimentos da Empiricus Research.
Afinal, fundos de previdência podem garantir benefícios tributários que não existem em outros tipos de investimento, como:
Mas não é necessário ser ultrarrico para aproveitar todas as vantagens acima. Quem foi esperto e se planejou para garantir um futuro mais confortável já está surfando os benefícios do investimento.
Hoje, mais de 11 milhões de pessoas contam com um plano de previdência aberta, segundo dados da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida).
No entanto, isso significa que somente cerca de 10% da população brasileira entre 20 e 60 anos aderiram ao produto.
Se você faz parte dos 90% que ainda não escolheram um fundo de previdência ideal para investir, fique tranquilo. Você pode acessar o Guia da Previdência Privada de forma gratuita para saber:
Em entrevista ao programa Giro do Mercado, o analista Bruno Mérola revelou suas preferências na hora de escolher um fundo de previdência:
Existem duas opções ao escolher investir um fundo de previdência: fundos do tipo Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) ou do tipo Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL).
Ambos são livres de come-cotas — o que muda são os benefícios fiscais de cada um.
No PGBL, a cobrança do imposto de renda ocorre somente no momento do resgate, e é feita sobre todo o saldo resgatado (total ou parcialmente). Além disso, você consegue deduzir 12% da sua renda anual tributável.
Para escolher essa modalidade, o investidor precisa contribuir para algum tipo de previdência pública, como o INSS, e optar pela declaração do imposto de renda no modelo completo.
Essa é a modalidade preferida por Bruno Mérola, visto que ela pode fazer com que você pague menos imposto e ainda possa ter uma restituição mais “gorda” todos os anos.
Já no VGBL, não há benefício fiscal. A cobrança do imposto ocorre apenas sobre os rendimentos no resgate do fundo.
Nessa opção, o investidor pode optar por qualquer modelo de declaração do IR (completo ou simplificado). No entanto, não há dedução da renda anual tributável.
Nos fundos de previdência privada, há dois regimes de tributação: o progressivo e o regressivo.
No regime progressivo, a alíquota do imposto de renda pode ir até 27,5% (a depender do valor que você receberá mensalmente no momento do resgate). A lógica é a mesma dos salários com imposto retido na fonte.
Já no regime regressivo, o qual é o indicado por Mérola, o cálculo das alíquotas sobre Imposto de Renda é decrescente. Nos primeiros dois anos, você começa com uma alíquota de 35%, que vai diminuindo 5% a cada 2 anos. Após 10 anos de investimento, são apenas 10% de IR.
A previdência privada é um investimento de longuíssimo prazo. Porém, quanto antes você começar a investir nela, maior o potencial de multiplicação do seu patrimônio.
Além disso, ela é fundamental para buscar garantir uma qualidade de vida digna no futuro, sem o estresse de ter que depender do INSS.
Porém, diante de tantas opções, em qual delas investir?
“Quem faz o PGBL regressivo e se beneficia de não ter come-cotas pode ter um retorno líquido muito melhor em relação ao mesmo fundo fora da previdência”, afirma Mérola em sua entrevista.
Mas se você ainda não encontrou o fundo de previdência ideal para seu perfil, no Guia da Previdência Privada você vai encontrar tudo que você precisa saber para investir com segurança e dar o próximo passo.
Acesse gratuitamente clicando no botão abaixo e preenchendo com seu contato. O material completo seria enviado para você em questão de segundos.
Nela, o analista dá mais dicas sobre como investir nos melhores fundos de previdência privada:
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