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Isabelle Santos
Isabelle Santos
Comunicóloga formada pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). É redatora do Money Times, Seu Dinheiro e Empiricus.
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‘Se não criamos uma crise agora […], temos duas chances para o 2º semestre’, aponta analista; entenda o que está em jogo para bolsa e veja 30 recomendações para comprar agora

Depois de um semestre ruim, analista aponta que a Bolsa pode voltar a decolar na segunda metade do ano – veja os motivos

Isabelle Santos
Isabelle Santos
2 de julho de 2024
10:00 - atualizado às 15:29
Imagem: Canva

Chegamos em julho e a pergunta de muitos investidores é: onde investir no segundo semestre? A primeira metade do ano não foi fácil para os mercados, pois uma série de acontecimentos atrapalharam o desempenho dos ativos de risco nesse período. 

Primeiro, a expectativa de um corte nos juros americanos ainda nos primeiros seis meses do ano foram frustradas pela economia aquecida e os dados de inflação do país. 

Além disso, a Bolsa brasileira sofreu com problemas internos. O arcabouço fiscal começou a dar sinais de fragilidade ao passo que o governo encontrava dificuldades para encontrar novas fontes de receita e cortar gastos. 

Além disso, a crise entre governo e Banco Central a respeito da taxa de juros levantou dúvidas sobre os rumos da política monetária com a troca de presidente do órgão no fim de 2024. 

Diante desse cenário, as expectativas de juros futuros voltaram a crescer, o real se tornou a moeda mais desvalorizada da América Latina e o Ibovespa fechou os seis primeiros meses do ano com queda de 8%.

Embora esses fatores tenham atrapalhado o desempenho da Bolsa brasileira, Felipe Miranda acredita que os próximos meses podem ser diferentes. Na visão do analista, “se o país não criar uma crise agora [...], temos duas chances para o 2º semestre”.

O que pode mudar o jogo da Bolsa no 2º semestre?

Miranda ressalta que, mesmo nesse cenário, os números do Brasil são bons. O país está crescendo acima do esperado, inflação está controlada, o saldo comercial é positivo, e o mercado de trabalho segue expandindo. 

Assim, ele acredita que a bolsa brasileira pode voltar a subir no segundo semestre por dois motivos. O primeiro deles é a queda de juros nos Estados Unidos

O analista aponta que o início do ciclo de flexibilização monetária americana, previsto para setembro, é “muito bom para os mercados emergentes e muito bom para o Brasil”. 

Uma redução de juros nos EUA pode fazer com que os investidores voltem a olhar para mercados emergentes em busca de taxas de juros mais atrativas. Nesse cenário, a entrada de fluxo estrangeiro pode fazer as ações brasileiras voltarem a subir. 

A segunda chance para a retomada da bolsa no 2º semestre está relacionada à política monetária. A penúltima reunião do Copom, em que houve discordância entre os diretores, levantou dúvidas sobre a postura do Banco Central a partir de 2025 com um presidente indicado pelo atual governo. 

Embora tenha sido um sinal negativo para o mercado, Miranda aponta que, depois do “5 a 4”, a postura do Banco Central tem sido “impecável”. 

O analista destacou como pontos positivos a última decisão unânime do Copom, a ata bastante técnica e também a nova meta contínua de inflação. Segundo ele, esses movimentos ajudam a afastar as incertezas com relação à sucessão de Campos Neto no Banco Central. 

Assim, o calcanhar de Aquiles para a bolsa no 2º semestre serão gastos públicos.

O analista apontou que o déficit primário divulgado na semana passada veio muito acima do esperado e, em termos reais, “a despesa está crescendo muito rápido, muito acima da receita, do orçamento e do arcabouço”, pontuou.

Nesse sentido, ele acredita que é preciso sinal concreto de que haverá uma medida objetiva de controle de gastos. Isto aliado à queda de juros nos EUA e o bom desempenho na política monetária podem resultar em um 2º semestre “espetacular”

O analista ainda acrescenta que o investidor pode aproveitar a bolsa barata para comprar ações de qualidade

Bolsa barata: veja mais de 30 recomendações para o 2º semestre

Há algum tempo, os analistas da Empiricus Research vêm chamando atenção dos investidores para o nível de preços da Bolsa brasileira neste momento. 

No gráfico abaixo, é possível ver que, considerando o índice Preço/Lucro, atualmente as ações brasileiras negociam em patamares semelhantes aos das crises de 2008 e 2015:

(Fonte: Bloomberg/ Elaboração: Seu Dinheiro)

Entretanto, como dito anteriormente, a economia brasileira está crescendo, e um corte nos juros americanos, junto com a retomada da confiança no Banco Central e uma sinalização da política fiscal podem fazer a Bolsa voltar a subir no 2º semestre. 

Nesse sentido, os analistas da casa apontam que o investidor pode aproveitar esse momento para investir em empresas resilientes, com resultados sólidos, cujas ações sofreram por conta do ambiente macroeconômico. 

A boa notícia é que você não precisa escolher essas ações sozinho, pois a Empiricus Research vai liberar gratuitamente 5 carteiras recomendadas para o 2º semestre de 2024.

São ativos de 5 categorias diferentes que eles acreditam que podem entregar bons retornos a partir de agora.

Você poderá ficar sabendo as melhores recomendações para investir em: 

  • Ações para buscar valorização;
  • Dividendos; 
  • Fundos Imobiliários;
  • Ações internacionais; e
  • Criptomoedas.

Você pode ter acesso gratuito à recomendação desses ativos como uma cortesia da Empiricus

Para poder receber todas essas recomendações em primeira mão, de forma gratuita, basta clicar no botão abaixo:

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