FII ‘queridinho’ de carteira da Empiricus será liquidado, mas segue entre top 5 recomendações; entenda o motivo
Considerado o maior do segmento, o fundo passará por transformações que poderão trazer ainda mais vantagens aos cotistas

Em setembro, o mercado de fundos imobiliários foi surpreendido pela notícia de que o maior FII do tipo FoF (fundo de fundos) do país será liquidado. O comunicado veio após seus cotistas aprovarem a incorporação do ativo por outro fundo imobiliário, o BTG Pactual Real Estate Hedge Fund (BTHF11), operado pela mesma gestora.
No entanto, há um bom motivo por trás desse movimento: aumentar as possibilidades de investimento, já que os hedge funds dão aos cotistas a possibilidade de investir em cotas de FIIs, mas também em crédito imobiliário, imóveis e ações de empresas do setor.
Até o momento, o FoF vinha se destacando no pagamento de bons dividendos e era “figurinha carimbada” na carteira mensal de FIIs da Empiricus - inclusive foi recomendado para setembro.
Mesmo que o FoF deixe de existir num futuro próximo, a casa avalia que ainda é um ótimo negócio continuar investindo nele.
Isso porque a incorporação do ativo pode trazer uma série de benefícios para os atuais investidores do FoF. Confira quais são eles:
O melhor dos dois mundos
A fusão entre o FoF e o hedge fund será realizada com a emissão de cotas de um para o outro, sendo que 100% das cotas emitidas serão destinadas aos seus donos originais. Assim, os cotistas ainda poderão usufruir dos bons retornos e descontos em relação ao valor patrimonial, característica forte do FoF. Além disso, há outros benefícios como:
- Atualização da carteira de ativos do portfólio;
- Possibilidade de fechamento de desconto da cota de mercado em relação a cota patrimonial;
- Projeção de aumento de rendimentos;
- Maior flexibilidade no regulamento para atuação da gestão;
- Aumento de liquidez.
Durante o processo de emissão, é possível que a negociação de cotas fique paralisada por um curto período de tempo.
Mas, para Caio Araújo, analista especializado em FIIs da Empiricus, isso não é motivo para deixar o ativo de fora da carteira de investimentos. “Diante do nível de preço atual do fundo e das vantagens da incorporação, entendo que ele segue entre as preferências”, explica.
O fim dos FoFs?
A dissolução do primeiro e maior FoF do país gerou dúvidas sobre o futuro de outros ativos desse tipo no mercado.
Alguns analistas entendem que os “Funds of Funds” (que reúnem cotas de outros FIIs, além de Certificados de Recebíveis Imobiliários) podem estar se tornando ultrapassados. Mas há quem tenha outra opinião, como Caio Araújo.
“Não vejo os FoFs em extinção. Alguns fundos ainda atendem a perfis específicos de investidores”, explica Caio. “No entanto, é natural que exista um aperfeiçoamento no regulamento dos fundos, à medida que novas estratégias surgem no mercado.”
De acordo com o analista, a incorporação de FoFs por hedge funds é um movimento que vem se delineando no mercado de FIIs há alguns anos. O objetivo principal é aproveitar a estrutura de uma gestora para gerar valor com diferentes tipos de operação financeira, desde investimentos em FIIs até crédito e desenvolvimento imobiliário.
Para além deles, há também outros tipos de FII no mercado que podem trazer bons retornos – especialmente se combinados para buscar objetivos específicos de rentabilidade acima do Ifix e CDI, como é o caso da carteira Top Picks da Empiricus.
Incluindo este FoF, o analista Caio Araújo recomenda na carteira mais quatro ativos imobiliários que podem trazer bons rendimentos. O relatório está disponível gratuitamente pela Empiricus e pode ser acessado no link abaixo:
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