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Segundo analista, sem uma medida fiscal concreta, dólar pode chegar aos R$ 7 “em questão de meses” e investidor precisa ser ainda mais seletivo na escolha das ações
O dólar continua renovando máximas. Ao longo da quarta-feira (18), a moeda norte-americana chegou a ser cotada a R$ 6,31, uma alta de mais de 26% no ano.
A disparada acontece mesmo após o Banco Central elevar a Selic em 1 p.p. e realizar intervenções no câmbio durante 5 dias úteis seguidos.
Contudo, o problema pode estar além da competência da autoridade monetária. De acordo com o co-fundador da Empiricus, Rodolfo Amstalden, “o governo perdeu completamente o controle sobre o câmbio”.
E as perspectivas também não são das mais positivas. Segundo o analista, “o câmbio pode ser qualquer coisa a partir de agora” e chegar aos R$ 7 “em questão de meses”.
Durante um podcast para assinantes, Amstalden apontou qual deve ser a postura do investidor e quais ações ele deve escolher para atravessar esse momento.
Até esta quinta (19), o Banco Central injetou US$ 20,7 bilhões na economia brasileira. Essa é a maior intervenção no câmbio desde 2020. Contudo, os esforços têm sido em vão, pois na tarde de quarta-feira (18) a moeda norte-americana fechou a R$ 6,2896, uma alta de 3,03%.
A disparada da moeda se deve a uma combinação de fatores. Um deles é a tradicional saída de dólares em remessas de lucros e dividendos de empresas multinacionais, que faz com que o dólar se aprecie frente ao real.
Contudo, o principal motivo da alta da moeda continua sendo o cenário doméstico. O pacote fiscal apresentado ao Congresso no início de dezembro não trouxe a economia que, nas estimativas do mercado, seria necessária.
Além disso, o anúncio da isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil deve ter efeitos diretos na arrecadação. Parte do mercado estima que a medida deve ter um impacto negativo de R$ 40 bilhões.
Nesse cenário, os analistas da Empiricus apontam que a postura do governo de não adotar medidas mais severas pode colocar o país em um contexto de dominância fiscal. Em que “a política monetária perde a eficácia no combate à inflação e apenas contribui para a elevação do endividamento público”, explicam.
Rodolfo Amstalden ainda complementa que “se não vier nenhuma novidade muito efetiva no campo fiscal, eu realmente acho que esse câmbio vai convergir em questão de meses para os R$ 7”.
Todo esse contexto acaba prejudicando os ativos de risco. Ontem (18), o Ibovespa registrou queda de 3,15% e voltou ao patamar dos 120 mil pontos.
Rodolfo aponta que, de fato, esse é um cenário em que o investidor precisa ser mais cauteloso, porém, “não quer dizer que é para zerar bolsa”.
O analista explica que, neste momento, o mercado está muito mais seletivo na escolha das ações e está “separando o joio do trigo” .
Segundo Amstalden, é hora de evitar ativos com “alavancagem acima de 2,5/3 vezes [dívida líquida/Ebitda]”, pois nesse contexto o mercado “não vai se dar ao trabalho de perseguir casos de reestruturação ou desalavancagem muito ambiciosa”.
Por outro lado, empresas com fluxo de caixa positivo devem ser premiadas, isto é, escolhidas para compor as carteiras. Ele aponta que, diante da queda dos ativos de risco domésticos, algumas companhias estão aproveitando para realizar programas de recompra de ações.
Na prática, “isso não só significa que as próprias empresas estão enxergando oportunidade de lucro com as ações como representa um provento para os investidores”, explica.
Além disso, Rodolfo apontou algumas vias de proteção para a alta do dólar. Ele explica que, apesar do cenário ruim para ações, existem alguns ativos que tendem a se beneficiar da disparada da moeda, um deles são os papéis de Suzano (SUZB3).
A companhia tem parte de suas receitas em dólar, ou seja, a alta da moeda pode significar mais lucros para a companhia. Nesse sentido, os analistas da casa optaram por aumentar a posição de Suzano na carteira Oportunidades de Uma Vida.
Suzano (SUZB3) é uma das recomendações da carteira Oportunidades de Uma Vida. Mas, além da empresa de papel e celulose, há outras 16 ações que compõem o portfólio.
Trata-se de ativos que possuem justamente as características para atravessar esse momento de turbulência da bolsa brasileira.
Isto é, empresas pouco alavancadas, de setores menos impactados pelo ciclo de juros ou mesmo que podem se beneficiar da alta da Selic, bem como ativos que ganham com a disparada do dólar. E você pode conferir a carteira completa, de forma 100% gratuita.
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