🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap.

ANTES DOS RESULTADOS

Petrobras (PETR4) vai pagar dividendos extraordinários? O que esperar do balanço da estatal que sai hoje — e dos proventos bilionários 

Os proventos da estatal tornaram-se a principal dúvida dos investidores após as declarações recentes do presidente da companhia, Jean Paul Prates — analistas do mercado fazem as apostas sobre o que esperar; confira as previsões

Camille Lima
Camille Lima
7 de março de 2024
9:00 - atualizado às 9:57
Montagem com o logo da Petrobras e moedas representando os dividendos da estatal
Montagem com logotipo da Petrobras - Imagem: Shutterstock

Faltam poucas horas para a Petrobras (PETR4) divulgar os últimos números referentes a 2023, e as apostas dos investidores sobre o que está por vir no balanço da estatal no quarto trimestre já começam a se empilhar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Acontece que as principais especulações sobre a petroleira não dizem respeito aos lucros no ano passado — mas sim à distribuição futura de dividendos da companhia, que deve ser anunciada no fim desta noite junto aos resultados do 4T23.

Conhecida por ser uma das grandes “vacas leiteiras” da bolsa brasileira, a Petrobras acionou um alerta entre os investidores que buscam retornos polpudos com proventos no último mês. E tudo pelas declarações recentes do presidente da estatal, Jean Paul Prates.

Em entrevista à Bloomberg no fim de fevereiro, Prates disse que seria "mais conservador do que agressivo" na distribuição de dividendos. O discurso causou uma forte pressão sobre as ações da petroleira na bolsa brasileira — que chegaram a desabar mais de 5% na B3 naquele pregão.

No mesmo dia, a estatal tentou colocar panos quentes na situação e afirmou que não havia qualquer decisão tomada em relação à distribuição de dividendos ainda não declarados. Segundo a petroleira, as deliberações futuras terão como base a nova política de remuneração aos acionistas da companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A nova política prevê que, em caso de dívida bruta igual ou inferior ao nível máximo definido no plano estratégico e de resultado positivo acumulado no trimestre, a companhia deverá distribuir aos seus acionistas 45% do fluxo de caixa livre.

Leia Também

Para o analista da Guide Investimentos, Mateus Haag, a distribuição de dividendos deverá ser alinhada aos montantes depositados para os acionistas que foram feitos nos últimos trimestres — do mínimo estabelecido na política de remuneração da companhia —, mas sem dividendos extraordinários.

Já o Itaú BBA projeta que a Petrobras poderá pagar entre US$ 4,7 bilhões e US$ 8,5 bilhões em dividendos extraordinários no quarto trimestre de 2023, implicando em um dividend yield (rendimento com proventos) de 4,2% a 7,7%, considerando os dois extremos das projeções. 

  • Vamos analisar o balanço do 4T23 da Petrobras (PETR4) para você. No dia 08/03, o analista Ruy Hungria e o gestor João Piccioni participarão da edição especial do Giro do Mercado para discutir em detalhes os números da petroleira. Inscreva-se AQUI para a transmissão gratuita. 

Além dos dividendos: o que esperar do balanço da Petrobras (PETR4) 

Apesar de não ser considerado o grande destaque da noite — esse lugar, como dissemos anteriormente, pertence ao anúncio de dividendos da companhia —, o desempenho financeiro da Petrobras (PETR4) no quarto trimestre de 2023 também chama atenção dos investidores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o Projeções Broadcast — que compila as estimativas de oito instituições (Citi, Safra, Genial, Ativa, XP, Bank of America, BTG Pactual e Itaú) —, a previsão é que o lucro da companhia tenha chegado, em média, a R$ 34,6 bilhões entre outubro e dezembro de 2023.

A cifra corresponderia a uma redução de 20% em relação aos ganhos apurados no mesmo período do ano anterior, de R$ 43,3 bilhões.

Para os especialistas, o resultado da estatal em 2023 foi afetado pela queda nos preços do petróleo do tipo Brent, considerado referência no mercado internacional.

Isso porque o preço médio do Brent passou de US$ 88,71 o barril no quarto trimestre de 2022 para USS 84,54 no mesmo período do ano passado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já a média das estimativas para a receita da companhia ficou em R$ 130,2 bilhões, uma queda de 17% em comparação com os R$ 158,5 bilhões registrados há um ano.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortizações) ajustado deve ter leve avanço de 0,9% na base anual, passando de R$ 73,1 bilhões no quarto trimestre de 2022 para os atuais R$ 73,8 bilhões.

Confira os últimos números divulgados pela Petrobras (PETR4) no terceiro trimestre de 2023:

  • Lucro líquido: R$ 26,7 bilhões;
  • Lucro líquido recorrente: R$ 27,2 bilhões;
  • Receita com vendas: R$ 124,8 bilhões;
  • Ebitda ajustado: US$ 66,2 bilhões;
  • Dívida líquida: US$ 43,7 bilhões.

Ainda em fevereiro, a Petrobras divulgou o seu relatório de desempenho e vendas do último trimestre do ano passado

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o documento, a estatal produziu um total de 2,935 milhões de barris de óleo equivalente (boed) no período, alta de 10,9% na comparação com o quarto trimestre de 2022.

Em 2023, a produção da Petrobras atingiu na média 2,684 milhões de boed, um desempenho 3,7% acima do que foi registrado em 2022.

O que dizem os analistas

Na avaliação do Citi, a discussão sobre os três pilares — Política de Preços dos Combustíveis, Política de Pagamento de Dividendos e Plano Estratégico — está agora resolvida, e a maioria das preocupações 'pós-eleitorais' não se concretizou após a posse do atual governo.

Entre as incertezas do início de 2023, o mercado questionava-se se a empresa deixaria de ser a maior pagadora de dividendos para se transformar em um verdadeiro ponto de interrogação no setor de energia. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o Citi, as mudanças na governança da estatal e na alocação de capital não aconteceram tão rapidamente quanto alguns investidores pensavam no começo do ano passado.

A expectativa é que a estatal continue a gerar fluxo de caixa, pagar dividendos e aumentar a produção. Porém, a dúvida é sobre a dimensão dos proventos que serão pagos aos acionistas. "O tamanho dos dividendos definiria o nível de valuation da empresa por enquanto.”

Já a Guide Investimentos acredita que o quarto trimestre de 2023 será marcado por “um resultado forte na parte operacional, com geração de caixa robusta”.

Por sua vez, a Ativa Investimentos aguarda bons resultados da companhia e dividendos robustos, apesar de menores do que o esperado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Genial Investimentos afirmou se manter cética quanto a “eventuais mudanças bruscas na condução da empresa e em relação ao seu atual corpo executivo". Mesmo assim, os analistas destacam que a percepção de risco aumentou após as declarações de Prates.

A expectativa da Genial é que a Petrobras deve encerrar o ano de 2023 com uma receita líquida anual de R$ 470 bilhões.

Por sua vez, a Santander Corretora acredita que “resultados sólidos devem continuar a ser impulsionados pelo foco em Exploração & Produção (E&P), favorecidos pelas operações do pré-sal e margens de refino positivas”.

Os analistas acreditam que o nível de investimentos (capex) sob controle deverá manter a dívida bruta abaixo de US$ 65 bilhões, com alavancagem contida, permitindo um elevado pagamento de dividendos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MORTAS VIVAS

Quase sem vida, mas ainda de pé: o que são empresas zumbis e por que o Brasil lidera esse ranking entre os emergentes

8 de janeiro de 2026 - 15:16

Estudos indicam que quase 14% das empresas abertas no Brasil funcionam sem gerar lucro suficiente para honrar suas dívidas

QUEDA LIVRE

Apertem os cintos: Azul (AZUL54) despenca quase 86% em dois dias com diluição das ações

8 de janeiro de 2026 - 14:12

O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.

ESTRATÉGIA REDESENHADA

Sabesp (SBSP3) entra em modo expansão em 2026 — e a Copasa pode ser o próximo passo. O que diz o CFO?

8 de janeiro de 2026 - 13:42

Em entrevista ao Money Times, Daniel Szlak fala sobre aceleração de capex, revisão de política de dividendos e a nova postura da companhia para aquisições

EM BUSCA DA EFICIÊNCIA

GPA (PCAR3) contrata consultoria dos EUA para auxiliar na redução de custos e ações sobem; confira os planos da companhia

8 de janeiro de 2026 - 12:11

A contratação servirá para dar suporte ao plano aprovado pelo conselho de administração em novembro

VAI FUNCIONAR?

Inteligência Artificial passa a prescrever remédios nos Estados Unidos. Vai dar certo?

8 de janeiro de 2026 - 9:02

Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas

HORA DA COLHEITA

Além da JBS (JBSS32): descubra as ações do agro que podem brilhar em 2026, segundo o BofA

7 de janeiro de 2026 - 17:47

Para o banco, desempenho tímido do setor em 2025 pode se transformar em alta neste ano com ciclo de juros menores

ENTRE RUÍDOS

A quem cabe reverter (ou não) a liquidação do Banco Master? Saiba quem manda no destino da instituição agora

7 de janeiro de 2026 - 16:24

Presidente do TCU afirma que Corte de Contas não tem poder para “desliquidar” banco; veja a quem caberia a decisão

O QUE COMPRAR?

Ânima (ANIM3), Cogna (COGN3), Yduqs (YDUQ3) e outras: quem ganhou 10 na ‘prova surpresa’ do JP Morgan?

7 de janeiro de 2026 - 16:00

Mudança nos critérios de avaliação do banco sacode as ações do setor: Ânima vira top pick e dispara fora do Ibovespa, Cogna entra na lista de compras, enquanto Yduqs e Afya perdem recomendação e caem na bolsa

HORA DE COMPRAR

Ozempic não é tudo: BofA aponta outros motores de alta para a Hypera (HYPE3) e projeta ganho de 37% para a ação

7 de janeiro de 2026 - 15:31

Relatório do Bank of America aponta potencial de valorização para os papéis sustentado não só pelos genéricos de semaglutida, mas também por um pipeline amplo e avanço na geração de caixa

CASO DE POLÍCIA

Ex-CEO da Hurb volta a se enrolar na Justiça após ser detido no Ceará com documento falso; entenda a situação

7 de janeiro de 2026 - 15:01

João Ricardo Mendes, fundador do antigo Hotel Urbano, recebe novo pedido de prisão preventiva após descumprir medidas judiciais e ser detido em aeroporto

SEM PREOCUPAÇÕES?

Elon Musk descarta pressão sobre a Tesla com a nova IA para carros da Nvidia — mas o mercado parece discordar

7 de janeiro de 2026 - 13:33

O bilionário avaliou que, mesmo com a ajuda da Nvidia, levaria “vários anos” para que as fabricantes de veículos tornassem os sistemas de direção autônoma mais seguros do que um motorista humano

PATINHO FEIO

Não é o ferro: preço de minério esquecido dispara e pode impulsionar a ação da Vale (VALE3)

7 de janeiro de 2026 - 12:31

O patinho feio da mineração pode virar cisne? O movimento do níquel que ninguém esperava e que pode aumentar o valor de mercado da Vale

FIQUE ATENTO

MEI: 4 golpes comuns no início do ano e como proteger seu negócio

7 de janeiro de 2026 - 11:00

Segundo relatos reunidos pela ouvidoria do Sebrae, as fraudes mais frequentes envolvem cobranças falsas e contatos enganosos

REESTRUTURAÇÃO

Depois do tombo de 99% na B3, Sequoia (SEQL3) troca dívida por ações em novo aumento de capital

7 de janeiro de 2026 - 10:15

Empresa de logística aprovou um aumento de capital via conversão de debêntures, em mais um passo no plano de reestruturação após a derrocada pós-IPO

LUZ NO FIM DO TÚNEL?

JP Morgan corta preço-alvo de Axia (AXIA3), Copel (CPLE6) e Auren (AURE3); confira o que esperar para o setor elétrico em 2026

6 de janeiro de 2026 - 19:12

Relatório aponta impacto imediato da geração fraca em 2025, mas projeta alta de 18% nos preços neste ano

HORA DE COMPRAR?

O real efeito Ozempic: as ações que podem engordar ou emagrecer com a liberação da patente no Brasil

6 de janeiro de 2026 - 18:10

Com a abertura do mercado de semaglutida, analistas do Itaú BBA veem o GLP-1 como um divisor de águas para o varejo farmacêutico, com um mercado potencial de até R$ 50 bilhões até 2030 e que pressionar empresas de alimentos, bebidas e varejo alimentar

PÉ NO ACELERADOR

A fabricante Randon (RAPT4) disparou na bolsa depois de fechar um contrato com Arauco e Rumo (RAIL3); veja o que dizem os analistas sobre o acordo

6 de janeiro de 2026 - 14:54

Companhia fecha acordo de R$ 770 milhões para fornecimento de vagões e impulsiona desempenho de suas ações na B3

GOLE BILIONÁRIO

Dona da Ambev (ABEV3) desembolsa US$ 3 bi para reassumir controle de fábricas de latas nos EUA; veja o que está por trás da estratégia da AB InBev

6 de janeiro de 2026 - 14:11

Dona da Ambev recompra participação em sete fábricas de embalagens metálicas nos Estados Unidos, reforçando presença e mirando crescimento já no primeiro ano

LIQUIDAÇÃO ANTECIPADA

Ações da C&A (CEAB3) derretem quase 18% em dois dias. O que está acontecendo com a varejista?

6 de janeiro de 2026 - 11:59

Empresa teria divulgado números preliminares para analistas, e o fechamento de 2025 ficou aquém do esperado

FOCO NA MONETIZAÇÃO?

Shopee testa os limites de até onde pode ir na guerra do e-commerce. Mercado Livre (MELI34) e Amazon vão seguir os passos?

6 de janeiro de 2026 - 10:57

Após um ano de competição agressiva por participação de mercado, a Shopee inicia 2026 testando seu poder de precificação ao elevar taxas para vendedores individuais, em um movimento que sinaliza o início de uma fase mais cautelosa de monetização no e-commerce brasileiro, ainda distante de uma racionalização ampla do setor

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar