🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

SD ENTREVISTA

Por que os R$ 70 bilhões do pacote de corte de gastos são “irrelevantes” diante do problema fiscal do Brasil, segundo o sócio da Kinea 

De acordo com Ruy Alves, gestor de multimercados da Kinea, a desaceleração econômica do Brasil resultaria em uma queda direta na arrecadação, o que pioraria a situação fiscal já deteriorada do país

Camille Lima
Camille Lima
11 de dezembro de 2024
7:06 - atualizado às 9:45
ibovespa barato bolsa ações
Imagem: Shutterstock

Poucas vezes na história recente se falou tanto em cenário fiscal quanto nas últimas semanas. A frustração com o pacote de corte de gastos do governo federal trouxe repercussões desastrosas para as ações na bolsa brasileira e mercados de fundos no país. Mas, na avaliação de Ruy Alves, sócio e gestor sênior de multimercados da Kinea Investimentos, os números discutidos no plano fiscal chegam a ser “irrelevantes”, de tão desproporcionais à dura realidade do Brasil hoje.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Ruy Alves, sócio e gestor sênior de multimercados da Kinea.
Ruy Alves, sócio e gestor sênior de multimercados da Kinea. | Foto: Divulgação

Diante das novas medidas de reforço ao arcabouço fiscal, o Ministério da Fazenda hoje fala em uma economia de R$ 70 bilhões nos próximos dois anos, sendo R$ 30 bilhões em 2025.

Acontece que o país tem uma dívida pública que atualmente beira os 80% do Produto Interno Bruto (PIB), e hoje paga uma conta de juros de cerca de R$ 700 bilhões — que representa cerca de 6,5% a 7% do PIB —, quase dez vezes maior que a potencial economia prevista no plano fiscal, segundo Alves.

Isso tudo gera preocupações sobre a capacidade de pagamento do país.

“No momento em que nós tivermos uma desaceleração e uma recessão do Brasil com as contas públicas e de juros do jeito que estão hoje, nós vamos ter um problema sério e decisões difíceis vão ter que ser tomadas. Eu não posso prever quando isso vai acontecer, mas posso dizer que o segundo semestre de 2025 e a primeira metade de 2026 vão marcar um período mais difícil para o país”, disse o gestor, em entrevista ao Seu Dinheiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O mercado torce contra o Brasil?

É verdade que, à primeira vista, a foto atual do cenário brasileiro não parece tão ruim. A economia continua a crescer acima das expectativas, com o PIB brasileiro subindo 4% no terceiro trimestre em base anual, e o desemprego segue nas mínimas históricas.

Leia Também

No entanto, esse panorama de economia sobreaquecida é resultado de um esforço fiscal gigantesco realizado desde 2022, em meio à tentativa de reeleição de Jair Bolsonaro e à transição para o governo Lula. 

“Mas você cresceu e usou toda a alavanca fiscal desse crescimento para gastar. Em algum momento, essa economia vai desacelerar — e a inflação vai continuar a subir devido ao impulso fiscal de antes”, afirmou o gestor.

Segundo o sócio da Kinea, gestora ligada ao Itaú com mais de R$ 132 bilhões em ativos, a desaceleração econômica resultaria em uma queda direta na arrecadação, o que pioraria a situação fiscal já deteriorada do Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Isso não está na conta do governo no momento. Quando a arrecadação cair, o resultado primário vai piorar e se somar à conta de juros. Então, a dívida pública vai crescer mais rápido”, avaliou o gestor.

A partir do momento em que a injeção fiscal feita nos últimos anos começar a ceder, o fantasma da desaceleração econômica voltará para assombrar investidores e economistas por todo o país, segundo a Kinea.

É por isso que o gestor reforça que a situação já não é mais uma questão de o mercado torcer contra o Brasil, mas puramente de matemática. 

Com a dívida pública subindo a 4% ao ano e a conta de juros hoje a 7,5% do PIB, o cálculo simplesmente não fechará caso a economia entre em desaceleração em 2025.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Se você não crescer a economia, a dívida cresce 7% ao ano, e logicamente será insustentável. Você vai bater no muro em algum momento”, disse o sócio da Kinea

O que esperar do fiscal e da economia brasileira

Em outras palavras, a realidade é que o governo se colocou em uma sinuca de bico. O estímulo fiscal feito nos últimos anos alavancou a economia — mas também resultou em um aumento de preços. 

Agora, com a retirada do efeito fiscal e a perda de ritmo da economia, os juros da dívida pública continuarão em trajetória de alta, já que boa parte é indexada à taxa básica de juros (Selic).

  • Carteira que já rendeu mais de 200% do Ibovespa está disponível sem custos para leitores do Seu Dinheiro; veja como receber

“O governo tentou defender os mais pobres e eles vão pagar essa conta. O Brasil se endividou para dar dinheiro na mão dessas pessoas. Com isso, o fiscal bombou o PIB, aumentou o consumo interno, fez a inflação impulsionar e o câmbio sair do lugar. Essa dívida está fazendo o juro real brasileiro subir e o real desvalorizar. Esse câmbio desvalorizando agora volta para tirar justamente o que você deu para esse grupo”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na visão do gestor, os seis primeiros meses de 2025 ainda serão positivos, com o PIB do agronegócio sustentando a economia devido à safra positiva no país. Entretanto, esse cenário ficará ainda mais espremido a partir da segunda metade do ano que vem.

“No segundo semestre de 2025, você vai ter uma Selic muito alta, o fiscal não vai mais te ajudar e a economia provavelmente vai começar a desacelerar. Nesse caso, você perde a arrecadação, o desemprego talvez suba, o PIB talvez não cresça tanto, e essa conta de juros não vai embora, ela já é muito grande. Em relação ao PIB, a curva de juros indica que a Selic estará a 15% ao ano. Não à toa, o mercado se questiona se o Brasil realmente será capaz de pagar a conta ou vai deixar a inflação corroer”.

O impacto do fiscal na inflação e nos juros 

Com a demanda aquecida devido ao impulso fiscal dos últimos anos, a inflação começou a tirar o sono do Banco Central, que encontra-se com a dura missão de apertar os juros para dar conta do aumento dos preços.

A expectativa da Kinea é que, com a valorização do dólar, a inflação chegue a 6% no ano que vem — o dobro da meta estipulada pela autoridade, de 3% ao ano. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É por isso que o ano que vem trará uma missão hercúlea não só para o governo federal, mas também para o novo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, de trabalhar a credibilidade.

A avaliação do sócio da Kinea é que o BC deve agir rapidamente para manter a credibilidade, especialmente se a inflação atingir os novos picos projetados para o próximo ano.

Agora, as apostas de que o Copom (Comitê de Política Monetária) elevará a Selic em 1 ponto percentual já dominam o mercado e ultrapassam todos os outros cenários, de acordo com informações divulgadas pela B3, colocando os juros em 12,25% ao ano.

Vale lembrar que a próxima (e última) reunião do colegiado do BC em 2024 acontece nesta semana, com a decisão prevista para sair ainda nesta noite.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na visão de Ruy Alves, existe a possibilidade de que o mercado não saia satisfeito se o Copom realizar um aperto de 0,75 ponto percentual (p.p) nos juros, e não acelerar o passo para uma alta de 1 p.p. 

“O modelo do BC trabalha com a meta de inflação a 3%. Nós prevemos que o percentual chegue a 6% em algum momento do ano que vem. O mercado não quer ver a autoridade monetária falhar no seu próprio modelo. Se a meta é 3% e o modelo diz que, para chegar no alvo, você precisa de uma Selic acima de 14%, quanto mais rápido o Banco Central fizer isso, melhor”, disse o economista.

Para o gestor, o mercado hoje já desconfia do fiscal — e o pior que pode acontecer agora é começar a também desconfiar da autoridade monetária se o BC não for assertivo.

Questionado sobre as perspectivas para o câmbio, Alves não revela projeções de mercado, mas reforça que o real se encontra em busca de um novo ponto de equilíbrio — que vai depender da credibilidade da autoridade monetária e do governo executivo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O fiscal hoje não gera uma situação de equilíbrio que permita que o câmbio estabilize e que o monetário por ser resolva o problema do país. As três coisas têm que se conversar, e elas não estão se falando no momento.

A bolsa brasileira (não) está barata

Há quem afirme (há meses, aliás) que o mercado brasileiro nunca esteve tão barato. No entanto, Ruy Alves afirma que a bolsa brasileira é “extremamente cara de carregar” — especialmente diante do patamar de endividamento das empresas domésticas frente às altas taxas de juros. 

Para o gestor, as empresas se endividaram ao longo de 2024 na expectativa de que seriam capazes de arcar com os débitos conforme a Selic voltasse a 9% ao ano no fim do ciclo de cortes. Mas o relaxamento monetário não veio — pelo contrário —, e o custo dessa dívida subiu demais. 

“A bolsa brasileira não tem nada de especial em relação a nenhuma bolsa do mundo, só que, para carregar ela, você paga 14% na sua moeda local, é muito caro. Para ter ideia, se eu comprar uma bolsa asiática, vou pagar 2% na moeda local deles”, disse o gestor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar da visão cética para o mercado doméstico como um todo — hoje, a Kinea tem posição vendida em bolsa brasileira —, o gestor ainda vê oportunidades para quem quiser investir em ações locais.

Entre as ações que figuram na carteira da Kinea, estão a Weg (WEGE3), a Embraer (EMBR3) e a Sabesp (SBSP3)

“Tem sempre oportunidades pontuais de ganhar dinheiro na bolsa”, afirmou o sócio da gestora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
INVESTIDOR CAUTELOSO

Renda fixa domina e ações seguem pressionadas: o equilíbrio entre risco e retorno, segundo a Moody’s

23 de fevereiro de 2026 - 19:58

Ranking avalia desempenho ajustado ao risco em três anos e mostra preferência crescente do investidor por estratégias mais previsíveis

DE OLHO NA ESTABILIDADE

Concurso em São Paulo abre inscrições com salários de até R$ 10,2 mil; veja vagas

23 de fevereiro de 2026 - 15:35

Certame oferece oportunidades para níveis fundamental, médio e superior; provas estão previstas para abril

SÁMI DE INARI

Ela esteve próxima de se transformar em língua morta, mas foi salva da extinção por um grupo de crianças

23 de fevereiro de 2026 - 15:29

Crianças da Lapônia, região situada no Círculo Polar Ártico, salvam a língua sámi de Inari da extinção

BOLADA DE R$ 116 MILHÕES

O que fazer com R$ 116 milhões? Veja quanto rende o prêmio da Mega-Sena com a Selic a 15%

23 de fevereiro de 2026 - 14:06

Bolada da Mega-Sena que será sorteada nesta terça-feira (24) teria potencial de gerar ganhos milionários mesmo em investimentos conservadores

‘VARÍOLA DOS MACACOS’

Mpox: Doença tem 55 casos confirmados no Brasil; nova variante é detectada no Reino Unido e na Índia; veja sintomas e tratamento

23 de fevereiro de 2026 - 13:21

Mpox registrou 1.056 casos confirmados e dois óbitos relacionados à doença no Brasil em 2025

LOTERIAS

Com R$ 116 milhões em jogo, Mega-Sena promete maior prêmio da semana, mas Lotofácil acumulada rouba a cena hoje

23 de fevereiro de 2026 - 7:03

Como a Mega-Sena só corre amanhã, a Lotomania e a Lotofácil são as loterias da Caixa com os maiores prêmios em jogo na noite desta segunda-feira (23); confira os valores.

VIAJOU NO ESPAÇO?

Centros de dados para IA no espaço? Ideia de Elon Musk é “ridícula”, diz CEO da OpenAI, dona do ChatGPT

22 de fevereiro de 2026 - 15:50

Elon Musk, homem mais rico do mundo e dono da SpaceX e Tesla, afirma que quer construir os centros no espaço, com uso de energia solar

DEPOIS DO TARIFAÇO

“Com alíquota igual para todos nos EUA, Brasil não perde competitividade”, e ainda tem vantagens, diz Alckmin — veja onde indústria brasileira pode ganhar agora

22 de fevereiro de 2026 - 13:12

A competitividade dos produtos brasileiros vai aumentar, na visão do vice-presidente. “Algumas indústrias, se não exportarem, não sobrevivem”, disse

MERCADO DE TRABALHO

Até os empregos mais qualificados podem acabar até 2030 — e o melhor que você pode fazer por si é evitá-los (ou procurar outra coisa)

22 de fevereiro de 2026 - 11:47

Relatório do Fórum Econômico Mundial aponta que até 22% dos empregos atuais serão impactados até 2030, com profissões qualificadas também na linha de corte

GUERRA COMERCIAL

Governo brasileiro vai insistir no diálogo com os EUA após Trump anunciar tarifa de 15%: “Não queremos nova Guerra Fria”, diz Lula

22 de fevereiro de 2026 - 10:40

“Sei que os EUA têm alguma inquietação, que na verdade é com a China. Mas não queremos outra Guerra Fria”, declarou Lula, em viagem à Índia

DEPOIS DA DERROTA, NOVA AMEAÇA

Trump afirma que vai aumentar ‘Tarifa Mundial’ de 10% para 15% — e tem 150 dias para convencer o Congresso

22 de fevereiro de 2026 - 9:48

A sobretaxa comercial será aplicada contra os países que “têm explorado os EUA por décadas”, escreveu Trump

PÁSCOA MAIS DOCE?

Cotação do cacau em queda: como a baixa vai afetar os preços dos ovos de Páscoa e chocolates

21 de fevereiro de 2026 - 14:15

Preços mundiais do cacau despencaram na última semana; veja como ficam os preços dos ovos de Páscoa

LOTERIAS

“Dividendo extraordinário”? Mega-Sena acumulada em R$ 105 milhões sorteia prêmio turbinado neste sábado

21 de fevereiro de 2026 - 13:30

O sorteio de hoje (21) paga mais; entenda o adicional de final cinco e como concorrer a essa bolada

PEGA NA MENTIRA

Universidade é expulsa de evento sobre global inteligência artificial depois de ser exposta por mentir sobre invenção de cientistas de outro país

20 de fevereiro de 2026 - 12:30

O India AI Impact Summit 2026 conta com a presença de CEOs de big techs e grandes figuras políticas de todo mundo

FUNDOS ESTRANGEIROS

Vitória para a Oi (OIBR3): Justiça determina apreensão de bens de ex-acionistas por abuso de poder

20 de fevereiro de 2026 - 9:15

A Oi entrou na Justiça contra as gestoras estrangeiras, sob a alegação de abuso de poder de controle e direito

BRILHOU SOZINHA

Lotofácil 3616 tem 5 vencedores, mas só 2 vão receber todo o dinheiro; Mega-Sena acumula e prêmio passa dos R$ 100 milhões

20 de fevereiro de 2026 - 7:22

Lotofácil foi a única loteria da Caixa a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (19), mas os sortudos terão direito a valores diferentes.

FEIRÃO DE IMÓVEIS SANTANDER

Banco Santander (SANB11) leiloa mais de 1100 imóveis com lances a partir de R$ 69 mil; veja detalhes

19 de fevereiro de 2026 - 15:14

O destaque entre os imóveis do leilão do Santander é um apartamento no bairro Paraíso, bairro nobre de São Paulo

MARCO NA HISTÓRIA DA NFL

Apenas 10 dias depois de vencer o Super Bowl, time campeão anuncia processo de venda da franquia

19 de fevereiro de 2026 - 12:30

Processo do time vencedor do Super Bowl de 2026 tem o potencial de se transformar na maior venda da história da NFL

JOALHERIA DE INFLUENCIADORES

Brincos, anéis, colares e mais: o que foi levado por bandidos que roubaram joalheria em bairro nobre de São Paulo em pleno Carnaval

19 de fevereiro de 2026 - 11:09

Todas as joias furtadas eram de ouro com diamantes; joalheria não possui seguro das peças

MÁQUINA DE MILIONÁRIOS VIRTUAL

Lotofácil volta do Carnaval com o samba no pé e deixa 2 vencedores a poucos meses do primeiro milhão de reais; Mega-Sena pode pagar R$ 72 milhões hoje

19 de fevereiro de 2026 - 7:01

Os ganhadores do concurso 3615 da Lotofácil efetuaram suas apostas por meio dos canais eletrônicos da Caixa Econômica Federal.

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar