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Yao Qian é acusado de receber subornos em criptomoedas, bens de luxo e propriedades, além de realizar empréstimos ilegais enquanto ocupava cargo público
Yao Qian, ex-líder do projeto de pesquisa sobre a moeda digital do banco central da China (PBoC, na sigla em inglês), foi expulso do Partido Comunista da China (PCCh) e exonerado de seu cargo governamental. As acusações contra ele envolvem corrupção relacionada à criptomoeda do BC chinês.
De acordo com a mídia estatal, Qian “utilizou criptomoedas como meio de realizar trocas de poder por dinheiro”. Uma revisão disciplinar também apontou que ele abusou de “seu poder de recomendar, formular e executar políticas” e negligenciou suas “responsabilidades de supervisão em ciência e tecnologia”.
Entre as acusações, além de receber propina em criptomoedas, o ex-chefe do projeto do yuan digital é acusado de tomar empréstimos em nome das empresas que dirigia e desviá-los para investimentos pessoais. A mídia estatal também revelou que Qian “aceitou ilegalmente presentes valiosos, como garrafas de vinho Maotai (marca de bebidas alcoólicas mais valiosa do mundo) e participou de banquetes proibidos”.
O yuan digital é diferente das criptomoedas mais populares usadas no mundo, porque pertence a uma categoria específica conhecida como Central Bank Digital Currencies (CBDCs, ou moedas digitais de banco central, em tradução do inglês). Essas moedas são centralizadas, ou seja, precisam ser emitidas por uma autoridade governamental. No caso do yuan digital, a emissão é realizada pelo Banco Popular da China (PBoC).
Normalmente, como no caso do yuan, o valor dessas moedas digitais é atrelado ao valor da moeda física e funciona como um facilitador de transações, algo semelhante ao pix para o usuário. Contudo, sua estrutura é diferente, já que ela é integrada a um sistema blockchain. A tecnologia permite uma gama de possibilidades, como maior transparência e segurança na troca de informações.
A China foi o primeiro país a conseguir desenvolver sua própria moeda digital, mas não é o único. Assim como outros países, o Brasil também possui sua própria CBDC: o real digital, ou drex, que deve entrar em circulação em 2025.
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Rússia e Índia também acompanham esse movimento. Os países dos BRICS, em particular, enxergam essas moedas digitais como uma forma de reduzir a dependência do dólar em suas economias e alcançar gradualmente progressos nesse objetivo.
Yao Qian foi o primeiro diretor do Instituto de Pesquisa de Moeda Digital do PBoC, cargo que assumiu em 2017.
Ele desempenhou um papel central no desenvolvimento da moeda digital chinesa. No entanto, em 2018, deixou o banco central para trabalhar na Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China (CSRC, na sigla em inglês), algo semelhante à CVM no Brasil.
Em 2021, Qian defendeu as CBDCs, sugerindo que essas moedas digitais poderiam, no futuro, operar na blockchain do ethereum (ETH) e incorporar funcionalidades de contratos inteligentes. Apesar de sua queda, isso não deve abalar significativamente a confiança da China em sua criptomoeda estatal.
Em setembro, Lu Lei, vice-governador do Banco Popular da China, informou que quase um trilhão de dólares em transações foram realizadas usando o yuan digital até junho de 2024. A moeda também está sendo gradualmente implementada fora da China continental. Em Hong Kong, por exemplo, o yuan digital já é aceito para pagamentos no varejo por meio de carteiras digitais móveis (wallets).
O mais importante, porém, é o avanço do yuan digital em transações transfronteiriças, reforçando o projeto de desdolarização. Em novembro de 2023 a moeda foi usada pela primeira vez para liquidar uma transação internacional de petróleo bruto envolvendo a PetroChina.
*Com informações do Decrypt
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