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O fôlego renovado agora em dezembro pode retardar a chamada temporada das alt coins, mas, ainda assim, a história mostra que uma realização do rei dos criptoativos deve ocorrer
Apesar da empolgação com a alta do Bitcoin (BTC), é esperado que haja uma correção nos preços após o salto de 2024. Historicamente, os recordes são seguidos por quedas e estabilização, com a liquidez do mercado migrando para moedas de menor valor.
O fôlego renovado agora em dezembro pode retardar a chamada temporada das alt coins, mas, ainda assim, a história mostra que uma realização do rei dos criptoativos deve ocorrer.
Para Beto Fernandes, analista da Foxbit, o movimento de correção é necessário para o Bitcoin e o mercado cripto. “No estágio em que estamos, praticamente qualquer investidor que entrou em Bitcoin, seja qual foi o momento, está com lucro. É natural desse processo que uma parte queira colocar o dinheiro no bolso”, avalia.
O especialista considera que é importante para a evolução da tecnologia que a escalada dos preços tenham altas e correções, “para criar suportes”.
João Marco Braga da Cunha, líder de gestão de portfólio da gestora de fundos cripto Hashdex, diz que 2025 tem tudo para ser “formidável”.
Ele aponta, porém, que o otimismo é maior para os ativos alternativos. Segundo ele, as moedas menores tendem a se beneficiar da maior liquidez nos ativos de risco que é esperada se o afrouxamento monetário nos Estados Unidos prosseguir.
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Ainda assim, ele pondera que há fatores de risco —- eventos adversos nos mercados tradicionais podem ter impacto forte nos criptoativos. Em agosto, por exemplo, o aumento de juros no Japão derrubou as bolsas mundo afora e arrastou junto os criptoativos, aponta Cunha.
Após a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos no início de novembro, o Bitcoin viveu uma escalada de mais de 50% em um mês.
A empolgação do mercado ocorreu por causa das promessas pró-cripto do republicano, como a criação de uma reserva americana em Bitcoin.
Segundo a Tagus Bites, se a proposta do Bitcoin Act for totalmente implementada, o valor de capitalização de mercado do ativo vai rivalizar com o ouro, em US$ 17,9 trilhões, em cinco anos.
Mas o efeito Trump foi apenas o mais recente dos vários gatilhos para alta do principal criptoativo ao longo do ano. Em todo o ano de 2024, até 16 de dezembro, o Bitcoin acumulou alta de cerca de 146%.
Os primeiros meses foram embalados pela aprovação, ainda no fim de 2023, da criação de fundos de índice (ETFs) de Bitcoin à vista nos EUA.
No lançamento dos produtos, houve até uma certa correção, com dúvidas se os investidores seriam de fato atraídos. Mas foram: atualmente, os fundos listados totalizam mais de US$ 117,8 bilhões em Bitcoin, de acordo com a Coinglass. As gestoras dos ETFs somadas já são as maiores detentoras da moeda digital.
Outro fator determinante para o avanço do ativo foi o corte na oferta chamado halving - que é quando a emissão de Bitcoin é reduzida pela metade. O processo ocorre a cada quatro anos, conforme os algoritmos com os quais a moeda foi criada em 2008.
Este código é imutável, então com as sucessivas reduções na emissão o Bitcoin vai parar de ser 'cunhado' em 2140. É esta finitude que o torna teoricamente deflacionário - ao contrário de divisas fiduciárias, não pode-se decidir pela criação de mais moedas, que é um fator que causa inflação.
O halving de abril de 2024 foi o quarto da história. Sempre nos meses seguintes à data, o Bitcoin passa por uma escalada nos preços.
Neste mais recente, um fato novo ocorreu: a moeda atingiu sua máxima pouco antes do halving em si - o contexto era o dos recém-lançados ETFs nos EUA.
Apesar da exceção, o histórico mostra que o topo de um novo ciclo ocorre de 371 a 546 dias após o halving, aponta a CCData. Com isso em vista, é de se esperar uma nova máxima histórica em 2025.
O cenário base da casa de análise de dados blockchain é que o pico ocorra no segundo trimestre, apesar da expectativa de uma correção no ano que vem.
Aqui no Seu Dinheiro, também selecionamos as dez criptomoedas que mais subiram em 2024 entre os cem projetos com o maior valor de mercado, de acordo com o Coin Market Cap. Confira nesta matéria.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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