O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Foguete de Elon Musk, com mais de 120 metros de altura, chegou ao espaço pela primeira vez na história, mas perdeu contato com a base
A empresa de viagens espaciais do bilionário Elon Musk, a Space X, se dedicou neste sábado (18) outra vez ao desafio de lançar o maior foguete da história, o Starship, quase um semestre após a explosão de um primeiro protótipo da espaçonave em outra tentativa.
O novo lançamento, realizado às 10h, horário de Brasília, a partir da base espacial da empresa no Texas, foi mais bem-sucedido que o primeiro, mas também terminou em explosão. A nave chegou a atingir o espaço, mas acabou tendo seu mecanismo de autodestruição ativado. O voo não era tripulado.
A transmissão ao vivo do lançamento foi feita tanto pelo site oficial da empresa quanto no X, antigo Twitter, pela conta @SpaceX. O vídeo gravado na íntegra pode ser visto a seguir:
Watch Starship’s second integrated flight test → https://t.co/bJFjLCiTbK https://t.co/cahoRQ72lm
— SpaceX (@SpaceX) November 18, 2023
O veículo da SpaceX decolou em segurança na manhã de hoje, e a Starship (nave) e o Super Heavy (foguete) se separaram com sucesso. O Super Heavy conseguiu ativar todos os seus 33 motores, um desempenho melhor do que na primeira tentativa, quando alguns deles desligaram antes da hora.
Leia Também
No entanto, o foguete não resistiu e acabou explodindo sobre o Golfo do México, o que não era para acontecer. O plano da SpaceX era fazer uma descida controlada no oceano.
A Starship, no entanto, continuou sua trajetória por mais alguns minutos, mas a SpaceX não conseguiu recuperar o sinal da nave e foi obrigada a acionar seu mecanismo de autodestruição. Foi a primeira vez, porém, que a nave de mais de 120 metros de altura chegou ao espaço.
A intenção da SpaceX é que a Starship ajude nos planos da NASA de levar astronautas de volta à Lua pela primeira vez em mais de 50 anos.
A espaçonave poderá servir como módulo de pouso lunar para a missão Artemis III, prevista para 2025. Ela pode transportar pessoas e cargas em futuras missões à Lua e, eventualmente, até Marte. Trata-se de um sistema de transporte totalmente reutilizável.
A empresa de Elon Musk estima que a Starship possa transportar até 100 pessoas em voos e ajudar no desenvolvimento de uma base na Lua.
Em abril, a SpaceX realizou o primeiro lançamento do Starship — que rendeu uma explosão transmitida ao vivo pelos canais da empresa.
Depois da bola de fogo que se tornou a espaçonave, a SpaceX interrompeu a transmissão oficial, afirmando que a Starship passou por uma "desmontagem não programada".
Na época, o bilionário havia dito que aprendeu muito para o lançamento “em alguns meses”. E, como prometido, esse dia chegou.
“O primeiro teste de voo da Starship forneceu inúmeras lições aprendidas que contribuíram diretamente para várias atualizações do veículo e da infraestrutura terrestre para aumentar a probabilidade de sucesso em voos futuros”, destacou a empresa.
“Durante a subida, o veículo sofreu incêndios devido ao vazamento de propelente na extremidade traseira do foguete Super Heavy. Desde então, a SpaceX implementou mitigações de vazamentos e melhorou os testes no motor e no hardware do propulsor.”
De acordo com a companhia, o segundo teste de voo estreou tecnologias novas, como um sistema de separação de estágio quente, um novo sistema eletrônico para motores e um defletor de chamas de aço resfriado à água.
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética