O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Embora acumulem perda de 16% em julho, as ações da Gol apresentam ganho de 7% em um mês e de mais de 50% em 2023 como um todo
A Gol (GOLL4) perde altitude nesta terça-feira (11), e as ações lideram as maiores quedas do Ibovespa, recuando mais de 6%. Os ventos contrários para a companhia aérea vieram do Goldman Sachs, que rebaixou a recomendação dos papéis de compra para neutro.
A mudança acontece por conta do recente forte desempenho das ações das companhias aéreas brasileiras – o banco está mais seletivo dentro da cobertura do setor e prefere balanços mais sólidos e posicionamento competitivo.
Além de passar a uma indicação neutra, o Goldman Sachs elevou o preço-alvo para as ações da Gol de R$ 12,10 para R$ 13,50 – o que representa ainda um potencial de alta de 15% sobre o fechamento de segunda-feira (10).
O Goldman Sachs passou a recomendar a compra das ações da Gol em 30 de setembro de 2020. Desde então, os papéis GOLL4 caíram 31% contra um avanço de 25% do Ibovespa.
Segundo o banco, o movimento se deve, ainda que parcialmente, a uma maior alavancagem e à desvalorização do setor globalmente.
Embora acumulem perda de 16% em julho, as ações da Gol apresentam ganho de 7% em um mês e de mais de 50% em 2023 como um todo.
Leia Também
Em um cenário de queda dos preços dos combustíveis de aviação, o Goldman Sachs prefere nomes que tenham um posicionamento estratégico na América Latina – o que deve impulsionar a melhora do poder de precificação, como a Copa.
Além disso, o banco também opta por empresas expostas a países que devem crescer a um ritmo mais acelerado em termos de número de passageiros, como a Volaris, que tem riscos potencialmente menores de concorrência acirrada.
"Nossa preferência relativa é baseada em balanços mais leves em um cenário de volatilidade macro e incerteza global, o que deve gerar menor volatilidade para nossos nomes classificados como compra”, dizem os analistas do Goldman Sachs em relatório.
Como referência, o banco projeta a alavancagem da Gol em 3 vezes em 2024 contra 2 vezes para Volaris e 0,5 vez para Copa no mesmo período.
O Goldman Sachs chama atenção para o número de passageiros transportados no Brasil atualmente, que está em linha com o que foi visto antes da pandemia de covid-19.
No entanto, olhando separadamente entre a demanda doméstica e internacional, o banco nota que a recuperação da demanda doméstica foi mais rápida do que a internacional, que ainda está abaixo dos níveis pré-pandemia.
"Do ponto de vista da lucratividade, acreditamos que as duas companhias aéreas brasileiras em nossa cobertura [Azul e Gol] devem se beneficiar do cenário de preços mais baixos dos combustíveis de aviação e aumentar as margens, no cenário atual de um mercado racional no País, passando apenas parcialmente através de custos mais baixos para as tarifas", diz o Goldman Sachs em relatório.
VEJA TAMBÉM - DÓLAR ABAIXO DOS R$ 4,50? O QUE ESPERAR DO CÂMBIO E SELIC NA RETA FINAL DE 2023
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca
Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda
Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro
Gigante do e-commerce vê espaço para crescer e acelera aportes em logística e serviços financeiros; confira os detalhes do plano
Com base no desempenho do quarto trimestre de 2025, banco destaca quais empresas conseguiram driblar os juros altos e o consumo fraco no final do ano passado
BTG vê avanço operacional e melhora financeira após Investor Day, mas mantém cautela com juros altos e estrutura de capital
Ainda não é possível saber qual o tamanho do impacto do Imposto Seletivo sobre cervejas, que ainda não foi regulamentado; efeito sobre a Ambev deve ser neutro