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“Estimamos que 80% do mercado de tokens de varejo do Brasil seja operado pelo MB, e a parceria com a Renova vem para fortalecer ainda mais esse segmento”, diz Henrique Pocai, diretor comercial do Mercado Bitcoin
O segmento da tokenização vem ganhando o mercado tradicional pouco a pouco. E um dos pioneiros desse setor, o Mercado Bitcoin (MB), está em busca de ampliar sua hegemonia no país por meio da renda fixa digital.
Com exclusividade ao Seu Dinheiro, Henrique Pocai, diretor comercial do MB, contou sobre a parceria com a Renova Invest, assessoria de investimentos vinculada ao BTG Pactual.
Ao todo, são 23 escritórios ligados ao MB para impulsionar o mercado de renda fixa digital no Brasil como uma alternativa aos investimentos “clássicos”. A expectativa, conta Pocai, é atingir 60 parceiros até o fim do ano.
Mas o que seria a renda fixa digital? Essa nova classe de investimentos utiliza a tecnologia que criou as criptomoedas — a blockchain — para transformar ativos reais em digitais. Esse processo é genericamente conhecido como “tokenização”.
Com ele, é possível fracionar produtos de investimento antes inacessíveis ao investidor de varejo, como cotas de consórcio e antecipação de créditos. Assim, um ativo que antes custaria R$ 50 mil pode ser dividido em vários pedaços — tokens — de R$ 100, por exemplo.
Entre as facilidades do investimento em tokens de renda fixa, destacam-se segurança, liquidez, previsibilidade, taxa zero, isenção no Imposto de Renda e redução de intermediários, explica o diretor do MB.
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Recentemente, o Mercado Bitcoin mudou sua identidade para MB justamente para não ficar totalmente vinculado ao mercado de criptomoedas, diz Pocai.
E isso se reflete nos produtos mais populares da corretora: 95% das vendas das assessorias vêm da renda fixa digital — apenas 5% ficam com as criptomoedas.
"Estimamos que 80% do mercado de tokens de varejo do Brasil seja operado pelo MB, e a parceria com a Renova vem para fortalecer ainda mais esse segmento”, diz o executivo. “Estamos planejando expandir o número de escritórios e permitir que ainda mais investidores tenham acesso à renda fixa digital e a outros criptoativos".
Quando perguntado se o MB se tornaria apenas uma tokenizadora — tendo em vista que o mercado de criptomoedas como um todo tem tido dificuldades de alçar voos mais altos —, ele ri e explica que não.
“Fazendo um paralelo com o mercado financeiro tradicional, é igual a qualquer corretora: você tem produtos de renda fixa e de renda variável. [A gente] não ‘transforma’ todos os seus investimentos na corretora em bitcoin ou criptomoeda, como muita gente pensa”, explica.
Uma pesquisa divulgada recentemente pelo MB — chamada “Revolução do sistema financeiro e tendências da criptoeconomia”, realizada pela Mosaiclab — mostrou que 92% dos investidores que ainda não têm ativos virtuais têm interesse em conhecer mais sobre criptoativos.
Além disso, 65% dos entrevistados consideram comprar criptomoedas, enquanto 34% cogitam investir em fundos de cripto — e 29% das pessoas veem os tokens de renda fixa digital como uma possibilidade de investimento.
“Se o assessor de investimentos não olhar para esse mundo de ativos digitais, ele vai ficar para trás”, explica Pocai.
É sempre bom lembrar que, por mais que essa modalidade salte aos olhos e tenha o nome de renda fixa digital — ou seja, pode passar a segurança de um investimento no Tesouro Direto —, ainda se trata de um ativo virtual.
Em outras palavras, o investidor ainda corre os riscos sistêmicos de investimentos em crédito, consórcio etc. Por isso, a principal dica é manter uma carteira equilibrada entre investimentos de alto e baixo risco, visando maior rentabilidade.
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