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Não tem jeito: quando pensamos em criptomoedas, é praticamente inevitável não lembrar do Bitcoin (BTC).
Afinal, ele foi a primeira moeda digital que o mundo teve contato e revolucionou de forma drástica o modo como enxergamos as finanças.
Quando esse ativo surgiu, em 2009, a proposta era que ele fosse uma alternativa às moedas fiduciárias, emitidas e comandadas por governos, como o euro, o dólar e o real.
Contudo, não foi por ser um bom meio de pagamento que ele se consolidou no mercado.
Na verdade, o sucesso do Bitcoin se deu por:
Se você tivesse investido apenas R$ 120 nele em 2011, por exemplo, teria mais de R$ 700 mil na conta hoje em dia…
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Apesar de tudo isso, analistas consagrados do mercado não veem mais o Bitcoin como o principal criptoativo para multiplicar o dinheiro por inúmeras vezes.
A maior casa de análise independente do Brasil - a Empiricus Research - , por exemplo, não incluiu o Bitcoin na carteira que visa buscar lucros de até US$ 100 mil nos próximos meses.
É claro que eles não fizeram isso por acharem que investir em Bitcoin é uma 'cilada'. No geral, os especialistas seguem recomendando a compra de BTC.
A questão é que, para buscar retornos mais altos, a estratégia precisa ser outra.
Abaixo te explicamos o motivo.
Apesar de parecer meio absurdo ignorar a principal criptomoeda do planeta, a tática dos analistas da Empiricus Research de deixar o Bitcoin de fora de sua ‘carteira milionária’ tem muito embasamento por trás.
Ao transpor a situação para o mundo das ações, é até mais simples de entender.
Pensa comigo: qual foi a última vez que você ouviu sobre uma alta de 120% ou qualquer valor desse patamar nas ações do Banco do Brasil?
Imagino que nunca.
Afinal, trata-se de uma das empresas mais sólidas e antigas do país (tão antiga que ajudou a financiar a primeira bolsa de valores brasileira).
Para as suas ações subirem exponencialmente, teria que haver uma grande mudança em seu valor de mercado. Porém, ela já não tem muito mais como crescer.
Enquanto uma empresa pequena pode facilmente receber um investimento e dobrar de tamanho, o Banco do Brasil é gigante demais para isso. Atualmente, ele vale mais de 140 bilhões.
Mesmo sendo extremamente mais volátil, o Bitcoin também enfrenta um cenário parecido: está estabelecido demais para entregar os mesmos retornos de quem comprou em 2011 e manteve até 2021, na sua máxima histórica.
Na visão do chefe do setor de criptoativos da Empiricus Research, Vinicius Bazan, ele ainda representa uma boa opção para quem está ingressando nesse mercado.
Mas para alcançar valores mais significativos, os criptoanalistas do seu time tiveram que ir por outro caminho.
Para alcançar a meta audaciosa de até 100 mil dólares com criptoativos investindo pouco, os analistas da Empiricus Research precisaram buscar as ‘empresas pequenas’ do mundo cripto.
Ou seja, moedas menores e com maior potencial de valorização.
Só que, diferentemente das pequenas ações com muito potencial da B3, as criptomoedas ‘prestes a bombar’ não são encontradas em único lugar, como uma grande corretora.
(Se fosse o caso, certamente elas teriam o mesmo problema do Bitcoin).
Por isso, os especialistas da Empiricus Research tiveram que ‘garimpar’ esses ativos em corretoras descentralizadas.
Um trabalho que exigiu muito tempo, estudo e dedicação - mas que agora está disponível para você com apenas alguns cliques.
Em breve, a Empiricus Research vai promover um encontro gratuito para explicar em detalhes a sua estratégia para os interessados.
Contudo, é importante destacar desde já que o foco são pessoas com perfil arrojado.
Afinal, ativos digitais só conseguem entregar retornos excepcionais tão rápido porque são voláteis.
Da mesma forma que eles podem ter quedas, também podem subir drasticamente e oferecer retornos de 100%, 200%, 300%...
Cabe ao investidor saber se consegue controlar o emocional para lidar com isso.
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