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O mercado viu um rali durante a crise nos bancos e as altcoins aproveitaram a disparada do BTC para registrar ganhos ainda maiores
O bitcoin (BTC) teve uma valorização expressiva desde o início do ano. Em dólares, a maior criptomoeda do planeta registrou alta de pouco mais de 68% nos primeiros três meses de 2023. No entanto, outras classes de ativos digitais experimentaram uma valorização de quase 2.000% no mesmo período: as altcoins.
O termo nada mais é que uma palavra genérica para criptomoedas que não são o próprio bitcoin. Essas moedas tendem a ter uma volatilidade ainda maior do que a do BTC, o que deixa o arriscado investimento em ativos digitais ainda mais arriscado.
Porém, algumas delas se destacaram entre janeiro e março deste ano. Confira os cinco melhores desempenhos entre as altcoins em 2023:
| # | Nome | Preço | 24h % | 7d % | YTD % |
| 51 | Conflux (CFX) | US$ 0,4362 | 1,11% | 59,86% | 1.727,15% |
| 81 | SingularityNET (AGIX) | US$ 0,4949 | 0,61% | 17,65% | 933,67% |
| 36 | Stacks (STX) | US$ 1,20 | 2,32% | 40,18% | 466,89% |
| 99 | MAGIC (MAGIC) | US$ 1,86 | 0,72% | 27,42% | 252,88% |
| 30 | Aptos (APT) | US$ 12,10 | -5,22% | -3,60% | 240,93% |
Bom, para começar, essas moedas alternativas nem sempre são bons investimentos. Isso porque qualquer um pode criar um token e lançá-lo na rede pelo preço que quiser — e é aí que as valorizações absurdas acontecem.
Durante um airdrop — distribuição gratuita de criptomoedas durante o lançamento do projeto — os desenvolvedores podem lançar um token por US$ 1. Se essa moeda atingir US$ 2, a valorização é de 100%.
Portanto, é preciso conhecer cada projeto antes de se deixar levar pelos números de tela. Por se tratar de um mercado com pouco menos de 23 mil projetos em criptografia, separamos aqui as cinco criptomoedas entre as 100 maiores em valor de mercado com o melhor desempenho desde o começo de 2023. Confira:
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Começando pela última colocada, a Aptos (APT) foi uma blockchain de primeira camada (layer-1 ou L1) criada pelos antigos desenvolvedores da carteira digital (wallet) da Meta, a Diem. O projeto não foi para frente e os programadores migraram para o universo descentralizado.
Em linhas gerais, a Aptos é uma blockchain mais escalável do que sua principal concorrente, o Ethereum (ETH).
Ao longo de 2022, os desenvolvedores receberam aportes de grandes investidores do setor de criptomoedas — entre eles, a venture capital Andreessen Horowitz (a16z), Tiger Global, Multicoin Capital e Binance. No total, o protocolo foi avaliado em US$ 4 bilhões em setembro daquele mesmo ano.
Partindo para membros pouco conhecidos da lista, a criptomoeda MAGIC é um token utilizado como recompensa no Treasure Metaverse, um universo digital de jogos descentralizados.
Com esse token, os jogadores podem comprar avatares, equipamentos e construir outras aplicações dentro desta mesma rede. Vale ressaltar que o universo de jogos em NFT é uma das apostas para o futuro, de acordo com analistas.
O protocolo Stacks (STX) é uma rede de primeira camada que cria contratos inteligentes (smart contracts) para a blockchain do bitcoin.
De modo geral, a blockchain do bitcoin é um projeto monolítico, que não foi criado para receber atualizações constantes.
O surgimento de protocolos de finanças descentralizadas (DeFi) e outras aplicações descentralizadas (dApps) não conseguiriam interagir com essa rede se não fossem projetos como o Stacks.
Existe uma expectativa de criação de uma blockchain própria do Stacks, mas o projeto ainda conta com poucos detalhes.
A rede SingularityNET foi lançada em 2018 e foca na "criação, desenvolvimento e disseminação” de tecnologia de inteligência artificial (IA) — muito antes do ChatGPT virar moda.
Os desenvolvedores criaram esse protocolo baseado em tecnologia blockchain para tornar o ambiente de trocas sobre tecnologia de IA mais viável. A recente valorização do token AGIX pode estar atrelada a uma procura maior por esse tipo de inovação.
Por último, a criptomoeda que teve o melhor desempenho desde o começo do ano foi a Conflux (CFX). No próprio site, os desenvolvedores da rede afirmam que o “Conflux permite que criadores, comunidades e mercados se conectem além de fronteiras e protocolos”.
O token desse ecossistema — o CFX — foi lançado no final de 2020 e a rede pretende competir com outras blockchains dentro do conceito de multichain — ou seja, que conecte várias blockchains por meio de uma única linguagem.
Ainda de acordo com os programadores, essa é a única blockchain em conformidade regulatória com a China. É uma rede pública que conecta protocolos de DeFi.
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