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Ninguém ileso: LinkedIn vai demitir mais de 700 funcionários e encerrar aplicativo na China

Em carta aos funcionários, o CEO da rede social afirmou que as demissões têm o objetivo de simplificar as operações da empresa

plataforma de empregos linkedin
Imagem: Souvik Banerjee/Unsplash

A rede social de networking mais conhecida do mundo, o LinkedIn — que também se tornou um local para o anúncio e repercussão de demissões em massa — não escapou dos cortes em postos de trabalho. 

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A companhia informou, nesta segunda-feira (8), que planeja demitir 716 pessoas, além de encerrar as atividades de aplicativo na China. O corte corresponde a um pouco mais de 3,5% da força total do LinkedIn e deve afetar, principalmente, as áreas de vendas, operações e suporte. 

Em carta aos funcionários, o CEO da plataforma, Ryan Roslansky, afirmou que as demissões têm o objetivo de simplificar as operações da empresa. 

O executivo, porém, afirmou que a “reestruturação” da companhia deve resultar na abertura de, pelo menos, 250 novos empregos em breve. 

Vale lembrar que a receita do LinkedIn resulta, principalmente, da venda de anúncios, assinaturas de profissionais e empresas de recrutamento. 

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Com as demissões, o LinkedIn entra na lista das empresas de tecnologia que reduziram o quadro de pessoal nos últimos dois anos. De janeiro deste ano até agora, mais de 192 mil postos de trabalho foram fechados no setor, em todo o mundo, segundo o portal Layoffs.fyi. 

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Por fim, a plataforma de empregos não descarta a possibilidade de realizar novos cortes no quadro de pessoal em 2024. 

LEIA TAMBÉM: Quem demite mais? Amazon anuncia nova rodada de cortes — e demissões vão passar de 27 mil

LinkedIn na porta de saída 

Além da redução de mais de 700 empregos, o LinkedIn anunciou o encerramento do aplicativo de oferta de empregos InCareer, que estava em atividade desde dezembro de 2021, na China. Os dados dos usuários chineses serão excluídos até 9 de agosto deste ano. 

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“Embora a InCareer tenha tido algum sucesso no ano passado graças à nossa forte equipe baseada na China, ela também encontrou uma concorrência acirrada e um clima macroeconômico desafiador”, disse o CEO da companhia, ainda na carta aos funcionários. 

Contudo, o LinkedIn não deixará de existir no país asiático. Ainda segundo o comunicado, a empresa continuará a operar por meio do LinkedIn Learning, que nada mais é do que o braço de negócios da plataforma focado em Aprendizagem, Marketing e Talentos. 

*Com informações de Reuters e CNBC 

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