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Enquanto as estradas são bloqueadas, o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques, será investigado pelo Ministério Público Federal. O motivo: a operação do órgão nas estradas durante o segundo turno das eleições
O presidente Jair Bolsonaro (PL) finalmente se pronunciou oficialmente após a derrota nas eleições, mas não condenou as interdições nas rodovias do país — o que fez com que os bloqueios continuassem nesta terça-feira (01).
No discurso de cerca de dois minutos, o atual chefe do Executivo justificou as obstruções como fruto “da indignação e da injustiça” pelo resultado das urnas.
Numa apuração apertada, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) derrotou Bolsonaro com o apoio de pouco mais de 60 milhões de eleitores — o que equivale a 50,90% dos votos válidos. O atual presidente, por sua vez, ficou 49,10%, ou 58,2 milhões de votos.
“As manifestações pacíficas sempre serão bem-vindas, mas nossos métodos não podem ser os da esquerda”, disse Bolsonaro, criticando apenas o impedimento de direito de ir e vir garantido pela Constituição brasileira.
Desde a noite de domingo (30), após a derrota de Bolsonaro, manifestantes interditam rodovias pelo País, pedindo a intervenção do Exército. Há registro de envolvimento de caminhoneiros e produtores rurais nos atos, mas são majoritariamente organizados por "populares", segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Segundo a PRF, os pontos de interdições e bloqueios em rodovias do País caíram de 235 às 16h22 para 213 às 18h35.
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Há ocorrências em 20 Estados. São eles: Acre, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Roraima, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. Em relação ao boletim anterior, as ocorrências no Distrito Federal cessaram. As informações foram publicadas na conta oficial do Twitter da PRF.
O maior número de bloqueios é registrado em Santa Catarina, com 39, e o de interdições em Mato Grosso e no Pará, ambos com 23 cada. O Paraná concentra 23 ocorrências entre interdições e bloqueios. Segundo a entidade, 392 manifestações já foram desfeitas.
A PRF informou também que aplicou um total de 438 multas por obstrução das rodovias federais.
A corporação anunciou uma operação para liberar estradas na madrugada desta terça-feira (01), após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinar a liberação imediata das vias públicas.
Os bloqueios acabaram gerando filas em rodoviárias e aeroportos de quase todo o país.

Enquanto as estradas são bloqueadas, o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques, será investigado pelo Ministério Público Federal. O motivo: a operação do órgão nas estradas durante o segundo turno das eleições.
Segundo subprocuradores-gerais da República, Vasques é suspeito de "má conduta" na gestão da PRF, e possível desvio de finalidade visando "interferir no processo eleitoral". A falta de ação do diretor-geral em relação aos bloqueios nas estradas após as eleições também será apurada.
Vasques está sob suspeita de ter cometido duas vezes o crime de prevaricação — quando agentes públicos deixam de praticar atos de ofício em razão de interesses pessoais.
Ele pode ser enquadrado neste tipo penal em razão de sua conduta nas eleições e também nos bloqueios das estradas por bolsonaristas. Segundo a representação, obtida pelo Estadão, ele também pode ser enquadrado pelo crime de desobediência por ter mantido operações da PRF no dia das eleições, descumprindo uma ordem do STF.
No domingo do segundo turno das eleições, foram registrados relatos em diversos estados, em especial no Nordeste, de mais de 500 operações da PRF relacionadas ao transporte público.
O presidente do TSE, Alexandre de Moraes, determinou no próprio domingo que Vasques prestasse esclarecimentos presencialmente no tribunal e também proibiu operações da PRF "relacionadas ao transporte público, gratuito ou não, disponibilizado aos eleitores".
Moraes deixou expresso que o descumprimento da decisão poderia gerar a responsabilização do diretor-geral da corporação por desobediência e crime eleitoral.
Depois de ouvir as explicações de Vasques, o presidente do TSE afirmou que as operações de trânsito realizadas pela PRF não impediram eleitores de votar. Segundo Moraes, os ônibus abordados pela PRF não retornaram à origem e os eleitores que estavam sendo transportados votaram.
De acordo com Vasques, as ações foram realizadas com base no código de trânsito e não miraram o transporte de eleitores.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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