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O ex-presidente negou a volta para a rede do passarinho azul, mas nem por isso vai deixar de ficar on-line; saiba qual alternativa ele vai usar
Quase dois anos depois de ser banido do Twitter, Donald Trump teve sua conta restaurada pelo novo dono da plataforma, Elon Musk. Mas, ao contrário do que muita gente esperava, o ex-presidente dos EUA não correu para postar mensagens — muito pelo contrário.
Trump afirmou que não se interessa em voltar à rede social. “Não vejo nenhuma razão para isso”, disse ele no final de semana durante uma reunião da Coalizão Judaica Republicana, após ser questionado se planejava retornar ao Twitter.
O ex-presidente foi banido da rede do passarinho azul em 2021, após seus apoiadores invadirem o Capitólio, prédio que abriga o Congresso dos EUA, em 6 de janeiro daquele ano.
A invasão foi uma reação a um discurso inflamado de Trump contestando os resultados da eleição, que resultou na vitória de Joe Biden.
A conta de Trump no Twitter, que tinha mais de 88 milhões de seguidores antes de ser banida, em 8 de janeiro de 2021, começou a acumular seguidores e tinha 52,2 milhões deles até o início da manhã deste domingo (20).
Se Trump não voltará ao Twitter, pelo menos agora, será que ele, assim como milhares de outros usuários do Twitter, vai preferir migrar para o Koo, uma plataforma indiana de trocas de mensagens similar à do passarinho azul?
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Pelo visto, não. Trump disse que continuaria on-line na plataforma Truth Social, desenvolvida por sua startup Trump Media & Technology Group.
Após negar o retorno ao Twitter, Trump afirmou que a Truth Social tinha um engajamento melhor do usuário do que o Twitter e estava indo "fenomenalmente bem".
Após Elon Musk comprar o Twitter por US$ 44 bilhões, uma de suas primeiras medidas foi realizar uma pesquisa na própria rede social para que usuários opinassem se ele deveria reativar a conta de Trump.
A opção pela volta do ex-presidente à rede foi apoiada por uma maioria apertada — 15 milhões de pessoas, o equivalente a 51,8% dos votantes.
"As pessoas falaram. Trump será reintegrado", tuitou o homem mais rico do mundo.
No início deste mês, Musk declarou apoio ao Partido Republicano e aos candidatos endossados por Trump nas eleições de meio de mandato dos EUA, que renovaram a Câmara dos Deputados e parte do Senado e dos governos estaduais, além das Câmaras regionais.
Após Musk finalmente comprar o Twitter, os usuários do Twitter começaram a afirmar que as recentes decisões do bilionário — incluindo a demissão e contratação de parte da equipe — estão destruindo a plataforma.
Os usuários, então, começaram a procurar uma nova plataforma, tornando a rede social Koo uma promessa de ser a nova queridinha da internet.
No Brasil, as piadas com o nome da companhia ajudaram a impulsionar a curiosidade pela rede social indiana.
O Koo foi criado em 2020, na Índia, em meio às tensões do governo com o Twitter. Assim, integrantes do governo do primeiro-ministro Narendra Modi e personalidades públicas de extrema-direita entraram no Koo, segundo a BBC.
Porém, a rede social indiana coleciona acusações de propaganda estatal e discurso de ódio, como ataques a muçulmanos.
Mayank Bidawatka, cofundador do Koo, publicou um tweet dizendo que tem interesse em contratar alguns dos demitidos pelo concorrente.
“Muito triste de ver o #RIPTwitter e coisas relacionadas a isso. Vamos contratar alguns desses ex-funcionários do Twitter enquanto continuamos a expandir e tornar nosso número maior, na próxima rodada. Eles merecem trabalhar onde seu talento é valorizado. Micro-blogging é sobre o poder das pessoas. Não sobre supressão”, declarou.
Bidawatka ainda anunciou que a plataforma vai tentar facilitar a vida dos usuários desistentes do Twitter. Para isso, o Koo vai adotar uma série de medidas para que a migração ocorra sem maiores transtornos.
“Em breve, permitiremos que você migre facilmente todos os seus Tweets antigos para o Koo”, disse o empresário em outra postagem. “E também ajudaremos a encontrar seus seguidores existentes no Twitter no Koo. Vamos mantê-lo informado”.
*Com informações da CNN e do Yahoo Finance
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