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Segundo a Bloomberg, a empresa de mídia social explicou que certos funcionários foram “demitidos por engano” ou que eram “muito essenciais” para a companhia

Amada por uns e odiada por outros, a gestão de Elon Musk no Twitter nem bem começou e já está dando o que falar. Isso porque, menos de uma semana após adquirir a rede social, o CEO da Tesla decidiu cortar em torno de metade da força de trabalho da empresa de tecnologia.
Já na última sexta-feira (04), o bilionário enviou milhares de e-mails aos funcionários do Twitter — também chamados de Tweeps — informando que as demissões "infelizmente eram necessárias para garantir o sucesso da empresa no futuro".
Os cortes aconteceram em inúmeras áreas da empresa, incluindo recursos humanos, acessibilidade, machine learning, publicidade, marketing, comunicação, engenharia e a lista segue em frente.
Antes das 9h da manhã, algo perto de 3,7 mil pessoas ficaram desempregadas. E foi isso, sem reunião do RH ou qualquer sinalização prévia. Só um chute na porta e um adeus.
Há quem diga que nem chegou a receber o e-mail na hora, apenas teve seus acessos aos sistemas da empresa, como ao e-mail ou Slack, a plataforma corporativa usada pela equipe do Twitter, bloqueados de repente.
Acontece que, de acordo com informações da imprensa estrangeira, o final de semana pode ter dado muito o que pensar a Elon Musk — e o bilionário já começou a pedir que dezenas de funcionários voltassem ao trabalho.
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Segundo reportagem da Bloomberg, a desculpa usada pela empresa de mídia social para explicar a reconvocação dos tweeps da noite pro dia foi que os funcionários foram “demitidos por engano”.
Outra justificativa da companhia é que certos empregados eram “muito essenciais” para as mudanças que o bilionário sonha em realizar na plataforma.
Casey Newton, editor colaborador do site The Verge e fundador do Platformer, twittou no sábado que várias fontes informaram que o Twitter não apenas entrou em contato com alguns ex-funcionários aleatoriamente para pedir que eles retornassem.
Newton relatou que os tweeps que continuaram com os empregos após a demissão em massa foram solicitados pela plataforma de mídia para criar uma lista de “possíveis candidatos que poderiam ser chamados de volta”.
De acordo com fontes familiarizadas ao jornal Insider, cinco funcionários foram convidados a voltar por serem “essenciais para o funcionamento do ecossistema do Twitter”.
Um dos trabalhadores teria rejeitado o “convite” para voltar a trabalhar no Twitter por se sentir "usado e achar que será demitido novamente em breve".
Na semana passada, um grupo de ex-funcionários do Twitter na Califórnia decidiu entrar com uma ação coletiva contra a plataforma de mídia social por não dar uma notificação adequada antes de inesperadamente mandá-los embora.
A ação judicial alega que a empresa do passarinho azul violou as leis de proteção ao trabalhador, que exige um prazo de 60 dias de aviso prévio antes de uma demissão em massa.
*Com informações de TechCrunch e Business Insider
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