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Boris Johnson é o quinto primeiro-ministro a cair com Putin na presidência da Rússia, mas a monarca britânica já viu muito mais que isso
Não é segredo que os líderes das grandes potências do Ocidente veem Vladimir Putin pelas costas. Mas, enquanto presidentes e primeiros-ministros passam, ele segue firme à frente da Rússia. Com a renúncia de Boris Johnson, anunciada hoje, o russo assistiu de seu camarote no Kremlin à derrocada política do quinto primeiro-ministro do Reino Unido.
É bastante, sim, mas Putin tem uma rival à altura: a rainha Elizabeth II já assistiu a bem mais ascensões e quedas do que qualquer outro chefe de Estado vivo.
Conheça a seguir os líderes que Putin e Elizabeth II viram tomar o poder e cair ao longo das últimas décadas.
Depois de servir como diretor do Serviço Federal de Segurança (órgão que sucedeu a KGB depois do fim da União Soviética), Putin tornou-se primeiro-ministro da Rússia em agosto de 1999. Ele precisou de apenas alguns meses para passar a perna em Boris Yeltsin.
Em plena véspera do ano-novo, na passagem de 1999 para 2000, Putin assumiu interinamente a presidência russa e não largou mais o osso.
É possível argumentar que Putin permitiu alguma alternância: afinal, a Rússia foi governada por Dmitri Medvedev de 2008 a 2012. Mas você lembra quem era o primeiro-ministro do país nesse governo?
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Sim, ele mesmo: Putin ampliou os poderes do cargo e seguiu dando as cartas durante o governo Medvedev. Ao retornar à presidência, em 2012, Putin manteve o ex-presidente como fiel escudeiro até 2020.
Portanto, pode-se dizer sem margem para dúvida que Putin caminha para 23 anos de exercício ininterrupto do poder na Rússia.
Não é preciso dizer que a rainha Elizabeth II já estava lá quando Putin tornou-se presidente da Rússia, na virada de 1999 para 2000. Já o primeiro-ministro do Reino Unido era Tony Blair.
Blair foi aclamado no fim dos anos 1990 por formular ao lado do então presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, uma versão açucarada de social-democracia. Foi a primeira “terceira via” a não ir para a frente.
Pouco depois, o líder trabalhista rifaria sua credibilidade ao endossar um relatório segundo o qual o então líder iraquiano Saddam Hussein manteria um imenso estoque de armas de destruição em massa.
As informações apresentadas no documento provaram-se falsas e Blair recebeu de seus detratores o carinhoso apelido de “poodle” de George W. Bush. Foi sucedido pelo também trabalhista Gordon Brown em 2007.
Brown ficou no cargo até 2010, quando os trabalhistas foram desbancados pelo Partido Conservador.
David Cameron sucedeu Brown até renunciar em 2016, depois de os eleitores britânicos terem aprovado em referendo que o Reino Unido deixasse a União Europeia (UE).
Theresa May assumiu a liderança do Partido Conservador incumbida de buscar uma saída negociada para o Brexit, como ficou conhecido o processo de divórcio entre o Reino Unido e a UE.
Depois de três tentativas malsucedidas, Theresa May deixou o cargo e foi sucedida pelo ex-prefeito de Londres e então chanceler Boris Johnson.
Ligado a uma ala mais radical do Partido Conservador, Boris Johnson renunciou hoje depois de uma série de escândalos envolvendo seu governo.
Diante disso, lá se foram cinco primeiros-ministros britânicos desde que Putin chegou ao poder.
Considerando o fato de o Reino Unido ser uma monarquia parlamentarista, trata-se de um número baixo em vista dos mais de 20 anos da era Putin na Rússia.
Em termos de longevidade, porém, Putin vai ter que viver muito mais que seus atuais 69 anos - e também perpetuar-se no cargo por muitas décadas - se quiser pelo menos igualar a quantidade de líderes que a rainha Elizabeth II viu sucumbir em 70 anos de reinado.
Sim, Elizabeth II tem mais tempo de reinado do que Putin tem de vida.
Embora tenha sido coroada em junho de 1953, Elizabeth II subiu ao trono em fevereiro de 1952, logo depois do falecimento de seu pai, o rei George VI, e seis meses antes do nascimento de Putin.
Quando Elizabeth II assumiu a coroa, Winston Churchill ainda cumpria seu último mandato como primeiro-ministro.
Desde então, Elizabeth II autorizou 13 primeiros-ministros a formarem o governo, sendo que o trabalhista Harold Wilson teve o privilégio em duas ocasiões.
A rivalidade geopolítica entre Londres e Moscou já estava posta bem antes da coroação da rainha Elizabeth II. É raro, mas acontece.
A preocupação com as ambições expansionistas russas pautam a política externa britânica desde os tempos de Pedro, o Grande, na primeira metade do século XVIII.
A Rússia também tem suas razões para manter uma distância segura do Reino Unido. Desde os anos 1990, Moscou se ressente do fato de os britânicos terem recebido de braços abertos diversos bilionários que levaram para a City londrina as fortunas amealhadas (muitas delas sorrateiramente) em meio ao colapso da União Soviética (URSS).
Hoje, depois da renúncia de Johnson, autoridades russas fizeram fila para celebrar a derrocada política do chefe de governo.
De qualquer modo, se Elizabeth II já viu mais de uma dúzia de governos irem e virem sob seu reinado, ela também presenciou a ascensão e a queda de uma dezena de líderes em Moscou - primeiro soviéticos e depois russos.
Quando Elizabeth II chegou ao trono, o presidente da URSS ainda era Josef Stalin. Mas o georgiano morreria antes da coroação da rainha, sendo sucedido por Georgi Malenkov.
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