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A fragilidade desses sistemas se deve principalmente por serem projetos muito novos e somarem as fraquezas de duas redes diferentes
O roubo de criptomoedas das pontes (bridges) que ligam as redes (blockchains) das moedas digitais se tornou um problema em larga escala. Até o momento, o roubo de tokens já soma perdas de US$ 2 bilhões, de acordo com um relatório publicado hoje pela Chainalysis.
Os hacks em pontes chegam a representar quase 75% do total de ataques às redes das criptomoedas, o que levanta o sinal amarelo para as agências de proteção de blockchain.
Ontem (02), a rede ethereum sofreu mais um ataque hacker, perdendo cerca de US$ 190 milhões de uma só vez.
Afinal, o que torna as bridges tão inseguras? A verdade é que o crescimento de diversos projetos e cada vez mais necessidade de conexão entre as redes (blockchains) das criptomoedas gerou um boom de novas pontes.
E novos projetos tendem a ser mais inseguros — como acontece com os protocolos de DeFi, alvos preferidos dos criminosos. No entanto, isso não quer dizer que essas pontes serão sempre inseguras.
Entenda a seguir o que elas são e como se proteger de ataques:
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As bridges são aplicativos construídos para conectar redes diferentes de criptomoedas. Elas permitem que o usuário use seu dinheiro por meio de contratos em outra blockchain, sem precisar necessariamente fazer a conversão de um token para outro.
Por exemplo, atualmente, a rede ethereum é a blockchain que mais abriga projetos dos mais diversos, entre DeFis, NFTs, jogos play-to-earn etc.. Mas cada um desses ativos criptográficos tem tokens (criptomoedas) específicas.
Para evitar que o usuário precise converter as moedas a todo momento — e, consequentemente, pagar taxas em cada uma das transações — são criados tokens do tipo wrapped (“embrulhado”, em tradução livre).
O mais famoso da rede ethereum é o wrapped ethereum (wETH), mas também existem tokens wrapped bitcoin (wBTC), por exemplo.
Dessa forma, o usuário envia seu dinheiro em criptomoedas para a bridge, que emite tokens wrapped. Essas moedas funcionam como “recibos” na blockchain, garantindo que os usuários tenham fundos equivalentes àqueles “recibos”.
Para os fãs de histórias heróicas medievais, imagine que um viajante precisa cruzar de um reino para o outro, mas precisa levar certa quantidade de moedas.
O reino vizinho não aceita as moedas locais. Então, ao passar por uma ponte literal, ele troca seu pesado quinhão de ouro por papéis que dizem: isto vale moedas de ouro — inclusive, esta é a história do dinheiro em papel e dos bancos, mas contá-la fica para outro dia.
De volta ao mundo digital, as pontes funcionam como esse posto de parada para conversão. Assim como é esperado, esse baú de dinheiro digital, protegido por código, é alvo de olhos maliciosos.
Naturalmente, os protocolos das redes das criptomoedas têm falhas comuns em qualquer projeto — mas dificilmente são exploradas individualmente devido à dinâmica das atualizações propostas pelos desenvolvedores.
Acontece que as pontes são as partes mais frágeis por estarem expostas aos problemas de código das duas blockchains ligadas e do próprio protocolo da bridge. Por serem bolsões de dinheiro, são os pontos de entrada mais procurados pelos hackers.
Foi o que aconteceu com o Axie Infinity, que afirma terem sido roubados cerca de 173.600 ethereum (ETH) e 25,5 milhões USD Coin (USDC) — totalizando US$ 625 milhões — por meio de um problema em uma das bridges que conectam o jogo com a rede ethereum.
Vale ressaltar que, no início da criação do mundo das criptomoedas, os pontos mais frágeis da rede eram justamente as corretoras de moedas digitais, as exchanges.
Mas, com o passar dos anos, elas se tornaram cada vez mais seguras e hoje dificilmente se ouve falar em um ataque hacker a essas instituições.
Portanto, é de se esperar que as pontes também passem pelo mesmo problema — e posterior solução.
Assim, o usuário deve optar por bridges mais antigas e conhecidas antes de fazer qualquer transação. Usar pontes diferentes e pequenas porções de dinheiro por negociação também pode ajudar a reduzir as perdas em caso de ataque hacker.
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