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Corretora de criptomoedas tomou calote de mais de US$ 670 milhões, mas, apesar de ter tomado empréstimos, precisou paralisar atividades
A crise de liquidez no mercado cripto levou mais uma empresa do segmento a suspender movimentações de clientes na última semana. Ontem à tarde (1º), a exchange Voyager Digital, corretora de criptomoedas que recentemente levou um calote de mais de US$ 670 milhões do fundo de hedge Three Arrows Capital (3AC), anunciou que paralisou todas as negociações, depósitos, saques e recompensas de seus clientes.
"Esta é uma decisão tremendamente difícil, mas nós acreditamos que seja a correta, dada as atuais condições do mercado", disse o CEO da Voyager, Stephen Ehrlich.
Segundo Ehrlich, a decisão deve dar à companhia mais tempo para continuar a "explorar alternativas estratégicas com várias partes interessadas", e que a empresa deve dar mais informações no "momento apropriado".
A Voyager é mais uma empresa atingida pela enxurrada de chamadas de margem com a queda vertiginosa das criptomoedas, motivada pela saída em massa dos investidores deste mercado, à medida que aumenta a expectativa de alta de juros nos Estados Unidos.
Os problemas na rede da criptomoeda Terra (LUNA) - que eventualmente veio a desaparecer, junto com a sua stablecoin TerraUSD (UST) - agravaram ainda mais a situação, contaminando outras stablecoins e disseminando ainda mais pânico no mercado cripto.
Como corretora, a Voyager atua contraparte das transações com criptoativos e acaba precisando absorver os prejuízos numa situação de corrida dos investidores para vender suas criptomoedas. Os maiores ativos digitais do mundo, bitcoin e ethereum, já recuam mais de 70% das suas máximas, atingidas no último mês de novembro.
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Além disso, a Voyager praticava o lending, empréstimo de criptomoedas para investidores que operam alavancados, prática arriscada num mercado ainda mais arriscado. Foi nesse contexto que o fundo Three Arrows Capital (3AC) deu um calote de mais de US$ 670 milhões na exchange na última semana.
O 3AC também sofreu perdas em razão da grande desvalorização das criptomoedas e do colapso da Terra (LUNA), o que o obrigou a liquidar seus ativos.
A sequência de capitulações de empresas do segmento cripto vem aumentando os temores de contágio e o risco de uma quebradeira generalizada nesse mercado.
No dia 24 de junho, a Voyager Digital afirmou ter aproximadamente US$ 137 milhões em caixa e ativos digitais. A companhia também relatou ter acesso a uma linha de crédito de US$ 200 milhões em dinheiro e stablecoins USDC, além de uma linha de crédito rotativo de 15 mil bitcoins (cerca de US$ 318 milhões, à época) junto à Alameda Ventures.
Na semana passada, a Alameda concedeu um financiamento de US$ 500 milhões à Voyager, que também utilizou US$ 75 milhões do seu rotativo, mas aparentemente os valores não foram suficientes para manter os negócios rodando.
Além da paralisação da Voyager e da liquidação do 3AC, recentemente a plataforma de staking Celsius também suspendeu todas as operações de clientes, também por conta da crise de liquidez. O staking é uma espécie de dividendo pago para recompensar os investidores que deixam suas criptomoedas à disposição da rede.
*Com informações da CNBC
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