O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A medida vem sendo criticada pela maioria das elétricas, que alegam que ela vai na contramão da modernização e competitividade do setor
Um estudo da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás) afirma que a contratação de usinas térmicas a gás natural, prevista na Medida Provisória da privatização da Eletrobras, vai garantir uma economia de R$ 8 bilhões para consumidores de energia elétrica.
O impacto nas tarifas será da ordem de 3,3% no mercado regulado e de 5% no mercado livre.
O documento é divulgado às vésperas da possível votação da proposta da MP 1.031/21 no Senado, marcada para a próxima quarta-feira, 16.
A inclusão de termelétricas a gás natural em leilões de reserva de capacidade, conforme previsto na MP, vem sendo criticada pela maioria do setor elétrico, já que, além de prever a contratação de 6 gigawatts (GW) compulsórios em térmicas, também indica os locais que deveriam ser construídas: Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
A obrigação, dizem agentes do mercado, vai na contramão da modernização do setor, que visa estimular a competitividade.
Já para a Abegás, por serem 70% inflexíveis, ou seja, de uso constante, as térmicas mais caras, despachadas pelo Operador Nacional do Sistema (ONS), não seriam mais usadas, trazendo economia para a operação.
Leia Também
De acordo com o estudo, a economia com a contratação de 6 GW em térmicas a gás, com fator de capacidade mínimo de 70%, pode chegar a algo próximo de R$ 21 bilhões, enquanto a despesa no mesmo período corresponde a algo próximo de R$ 13 bilhões, resultando na economia de R$ 8 bilhões.
O estudo leva em consideração um cenário com base no histórico de fatores hidrológicos que culminaram com uma seca histórica em reservatórios de usinas hidrelétricas.
"O nível de água dos reservatórios, em média, vem baixando nos últimos 10 anos, principalmente desde 2014. E a falta de água pode comprometer a segurança de abastecimento, uma vez que a fonte hidráulica tem mais de 60% da matriz elétrica brasileira. A melhor maneira segura de corrigir isso são as térmicas a gás natural", defende o presidente executivo da Abegás, Augusto Salomon.
Para ele, a contratação dessas térmicas pode ser um sinal econômico importante para atrair novos negócios, além de promover a integração do setor elétrico com o setor de gás natural.
"É consenso que a população e o setor de produtivo não podem atravessar essa década sob a ameaça de um apagão ou de racionamento de energia. O simples temor de falta de energia pode travar investimentos. Seria péssimo que o Brasil comprometa sua retomada de crescimento econômico", diz Salomon.
Para calcular a economia, o estudo considerou as despesas com a contratação das térmicas e uma valoração dos diversos benefícios diretos e indiretos em condições existentes no período de janeiro de 2020 a abril de 2021.
A despesa anual pela contratação das termelétricas corresponde a aproximadamente R$ 13 bilhões. No entanto, o benefício apurado atingiria algo em torno de R$ 21 bilhões.
"Se a proposta da MP estivesse em vigor desde janeiro de 2020, os consumidores teriam economizado mais de R$ 20 bilhões e os reservatórios teriam sido preservados, afastando definitivamente os riscos à segurança energética do País", diz o diretor de Estratégia e Mercado da Abegás, Marcelo Mendonça.
"Somente os despachos Fora do Mérito Energético (FOM) para atendimento energético, nos últimos 12 meses, somaram quase R$ 9 bilhões", afirma Mendonça.
Segundo ele, a energia requerida competitiva proveniente das térmicas a gás com alto fator de capacidade, quando colocada no mercado (ACR/ACL), pode chegar a R$ 150/MWh com a nova receita por capacidade.
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética