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Reestruturação e vendas pela internet se destacam no 4º trimestre, enquanto principais indicadores financeiros vêm dentro do esperado
A Cia. Hering (HGTX3) voltou cair nas graças dos investidores, após trimestres seguidos de decepção, mostrando avanços na reestruturação de suas operações no quarto trimestre, especialmente nas vendas pela internet.
Esta evolução explica o fato de as ações da varejista de roupa terem fechado com a segunda maior alta do Ibovespa nesta quinta-feira. Os papéis avançaram 8,62%, a R$ 16.
Assim como outras empresas do setor, a Hering continuou prejudicada pelos efeitos da crise de covid-19, o que fez com que o lucro líquido recuasse 12% em relação ao quarto trimestre de 2019, para R$ 55,6 milhões.
A receita líquida caiu 0,5%, para R$ 424,8 milhões, e o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) diminuiu 17,1%, para R$ 68,5 milhões.
A empresa destacou que a segunda onda da pandemia prejudicou as vendas de Natal, ao diminuir os fluxos para as lojas. Ela também citou desafios no abastecimento de produtos, por conta da retomada gradual do processo produtivo e restrição de matérias-primas.
Mesmo assim, as vendas “mesmas lojas”, que consideram o desempenho de unidades em funcionamento há mais de 12 meses, subiram 1% no final do ano passado, muito beneficiadas pelo desempenho visto na Black Friday e pelas vendas via internet.
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O e-commerce, por sinal, foi o que mais chamou a atenção dos analistas (e da própria empresa, que fez este destaque no balanço).
As vendas pelo canal tiveram um crescimento de 230,6%, com o faturamento alcançando R$ 70,7 milhões. O resultado fez com que o e-commerce respondesse por uma fatia de 14,3% das vendas da companhia no mercado interno, acima dos 4,4% do quarto trimestre de 2019.
Outro ponto destacado foi a melhora na eficiência operacional, especialmente a questão dos estoques, que foram melhor administrados, a redução do tempo de entrega e a integração dos canais de venda.
Para os analistas do Bank of America (Bofa), os resultados mostram que a Hering está se preparando para o crescimento, mas eles alertaram que o desempenho em 2021 ainda será prejudicado pela pandemia, junto com o aumento do preço do algodão, que já se valorizou 35% nos últimos dois meses.
“No curto prazo, a adoção de ferramentas digitais e eficiência industrial deve levar a uma melhora na alavancagem operacional, enquanto as vendas se recuperam, apoiando os investimentos em tecnologia, capacidade administrativa e iniciativas estratégicas”, diz trecho do relatório assinado pelos analistas Melissa Byun, Robert Aguilar e Vinicius Strano.
O Credit Suisse também destacou estes pontos, afirmando que eles criam as bases para um crescimento sustentável no médio e longo prazo, mas alertou que a tarefa não é simples e que a Hering não tem o melhor histórico quando se trata de reestruturação.
“Nos últimos nove anos, a companhia não entregou crescimento de receita e enfrentou dificuldades para reestruturar as operações. Assim, preferimos esperar por um cenário menos incerto e uma melhora consistente dos resultados, portanto, mantemos nossa recomendação para Hering em neutro”, diz trecho do relatório assinado pelos analistas Victor Saragiotto e Pedro Pinto.
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