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2021-04-25T16:15:12-03:00
Ivan Ryngelblum
Ivan Ryngelblum
Jornalista formado pela PUC-SP, com pós-graduação em Economia Brasileira e Globalização pela Fipe. Trabalhou como repórter no Valor Econômico, IstoÉ Dinheiro e Agência CMA.
última etapa

Cade aprova compra de ativos brasileiros da Laureate pela Ânima

Grupo de educação reforça sua posição no mercado de ensino superior com incorporação de nomes como Anhembi Morumbi e FMU

25 de abril de 2021
16:20 - atualizado às 16:15
Sala de aula com alunos e professor Ânima Cogna Yduqs
Imagem: Shutterstock

A Ânima Educação (ANIM3) anunciou na sexta-feira (23) à noite que a superintendência-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a compra de todos os ativos brasileiros do grupo americano Laureate.

Agora, após a publicação do ato, terá início amanhã (27) a contagem do prazo de 15 dias para que referida decisão transite em julgado, se tornando, então, definitiva.

A decisão é o último passo para a Ânima incorporar um portfólio de faculdades que conta com nomes como Anhembi Morumbi e FMU, numa operação que totalizou R$ 4,4 bilhões, superando a proposta da Ser Educacional (SEER3).

“O movimento estratégico da Ânima Educação, por sua magnitude e relevância, cria a companhia com o portfólio de melhores e mais valiosas marcas do país e vem reafirmar nosso compromisso de construir uma companhia sólida, com visão de longo prazo e pessoas apaixonadas e obstinadas que buscam incansavelmente gerar impacto positivo para a sociedade”, diz trecho do comunicado.

No Brasil desde 2005, o Grupo Lareate tem mais de 270 mil alunos, distribuídos em 11 instituições de ensino superior, em sete Estados e 13 cidade, fechou inicialmente acordo com a Ser para vender seus ativos num acordo que envolvia o pagamento de R$ 1,7 bilhão em dinheiro mais 101.138.369 em ações.

No entanto, a Ânima ofereceu uma proposta superior em R$ 500 milhões a mais, e com pagamento integral em dinheiro, e acabou levando a melhor.

A Ser até brigou na Justiça para garantir que o contrato que assinou com a Laureate continuasse vigente, mas acabou optando por fechar um acordo com a Ânima e recebeu alguns dos ativos, no caso, a Faculdade Internacional da Paraíba (FPB) e do Centro Universitário dos Guararapes (UniFG) e do CEPEDE Business School, em Pernambuco.

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