O futuro dos fundos imobiliários e uma estreia no Seu Dinheiro
Em janeiro do ano passado, a redação do Seu Dinheiro havia acabado de deixar o “coworking” onde ficou praticamente desde a estreia do site para alugar um espaço em um prédio comercial. Mas nem deu tempo de curtir o “sonho da sala própria”. Com a pandemia da covid-19, dois meses depois já estávamos todos em […]

Em janeiro do ano passado, a redação do Seu Dinheiro havia acabado de deixar o “coworking” onde ficou praticamente desde a estreia do site para alugar um espaço em um prédio comercial.
Mas nem deu tempo de curtir o “sonho da sala própria”. Com a pandemia da covid-19, dois meses depois já estávamos todos em esquema de home office.
Nesse meio tempo, a nossa CEO Marina Gazzoni recebeu uma proposta irrecusável: ocupar um espaço ainda melhor e pagando menos em um dos edifícios mais bacanas da Avenida Faria Lima.
Atualmente, os jornalistas da "firma" trabalham em um esquema alternando dois dias de trabalho presencial e os outros em casa.
Assim como o Seu Dinheiro, praticamente todas as empresas tiveram de reavaliar em algum momento o tamanho e a função dos escritórios diante do “novo normal” imposto pela pandemia.
Essa transformação afetou diretamente o mercado de fundos imobiliários, em especial aqueles que são donos de lajes corporativas. Não por acaso, as cotas desses FIIs sofreram bastante na bolsa em 2020.
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Mas e agora, com a chegada das vacinas, existem oportunidades entre os fundos que investem em edifícios comerciais? Quem vai responder a essa questão é o Caio Araujo, o mais novo colunista do Seu Dinheiro.
Especialista da Empiricus responsável pela cobertura dos FII, o Caio vai trazer todos os meses as melhores ideias de investimento no mercado imobiliário. Então eu recomendo muito que você confira a indicação de estreia da coluna Décimo Andar.
O que você precisa saber hoje
MERCADOS
Foi mais um pregão instável e com direito a susto no final, mas o Ibovespa fechou ontem em alta de 0,38%, aos 115.667 pontos. O aceno do governo à pauta liberal, depois do estrago provocado pela troca no comando da Petrobras, ajudou a acalmar os ânimos. O dólar recuou 0,40%, para R$ 5,42.
O que mexe com os mercados hoje? O bom balanço da Petrobras e o envio ao Congresso do projeto de privatização dos Correios mantêm o clima interno positivo. Mas o tom da bolsa vai depender também dos dados da economia norte-americana com os temores de volta da inflação.
EMPRESAS
Em meio às discussões sobre a interferência do governo no comando da Petrobras e as consequências para a política de preços, a estatal fechou o quarto trimestre com um lucro líquido de R$ 59,9 bilhões e anunciou que pagará R$ 10 bilhões em dividendos.
Apesar da pandemia, a Ambev conseguiu registrar aumento das vendas no quarto trimestre, mas alertou para um aumento dos custos de produção de cerveja no Brasil em 2021, o que pressionará sua margem Ebitda.
Com quase 27 mil unidades vendidas no ano passado, o Brasil voltou a ser o maior mercado de caminhões da Mercedes-Benz no mundo. Para manter a liderança, a empresa alemã reafirmou o plano de investimentos no país. Veja os números.
ECONOMIA
Em mais uma investida para demonstrar que a agenda liberal do governo está de pé, o presidente Jair Bolsonaro foi ontem à Câmara dos Deputados para entregar pessoalmente o projeto de lei que abre caminho para a privatização dos Correios.
O dragão da inflação continua cuspindo fogo nesse início de ano, como mostra o IGP-M, que registrou alta de 2,53% em fevereiro, avançando 5,17% no acumulado de 2021.
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