Em ata, Fed diz que política acomodatícia e compra de ativos continuarão
Para os dirigentes, a manutenção da política acomodatícia é "essencial" para fomentar retomada e inflação na meta.

Os dirigentes do Federal Reserve (Fed) avaliam que a pandemia continua a causar problemas "tremendos" para a economia dos Estados Unidos e ao redor do mundo, e que políticas acomodatícias são relevantes para seguir levando renda para famílias e negócios. As visões estão na ata sobre a última reunião de política monetária do Fed, publicada nesta quarta-feira, 17.
Leia também:
- Ações da Taurus disparam após decreto de Bolsonaro que amplia acesso a armas
- Ações da Embraer voam alto e sobem 14% após Lufthansa envolver empresa em conversas sobre renovação de frota
- Eletromidia cai mais de 2%, enquanto Orizon opera estável em estreia na B3
Para os dirigentes, a manutenção da política acomodatícia é "essencial" para fomentar retomada e inflação na meta, e ela deve prosseguir enquanto os objetivos de preços ao consumidor e de trabalho não forem atingidos.
Os dirigentes decidiram manter a compra de ativos em US$ 120 bilhões ao mês até que seja verificado um "progresso" para alcançar as metas da autoridade monetária.
Segundo a ata, o comitê do Fed segue monitorando o panorama da crise, e pode alterar suas políticas em caso de riscos para as metas.
Leia Também
Os elementos observados envolvem: "saúde pública, condições do mercado de trabalho, pressão e expectativa inflacionária e condições financeiras nacionais e internacionais", diz o documento.
Metas para inflação e emprego demorarão para serem atingidas
Apesar de projetarem um impulso na atividade econômica dos Estados Unidos por meio da vacinação contra a covid-19 e de mais estímulos fiscais, os dirigentes do Fed pontuaram que os atuais níveis da atividade e do emprego estão bem abaixo do necessário para a entidade atingir seu objetivo de máximo emprego, segundo informa a ata da reunião.
Com isso, os dirigentes concordaram que o ritmo atual de compra de ativos deverá ser mantido ao menos no atual nível até que "progressos substanciais em direção às metas de emprego e inflação sejam alcançados", o que deve demorar "algum tempo" para ocorrer, consideraram.
Os dirigentes também notaram que a inflação em dezembro de 2020 estava bem abaixo do objetivo de longo prazo de 2% do Comitê de Política Monetária do Fed.
Alguns deles apontaram, porém, para a possibilidade de que os preços de produtos cuja produção sofreu com gargalos na cadeia de suprimentos aumentem, enquanto outros anteciparam que um possível retorno abrupto aos níveis normais de atividade poderia resultar em aumentos pontuais em certos preços.
Segundo a ata, muitos dirigentes ressaltaram a importância de diferenciar mudanças pontuais nos preços e mudanças na tendência da inflação, observando que as mudanças nos preços relativos poderiam aumentar temporariamente a inflação medida, "mas dificilmente teriam um efeito duradouro".
Em geral, os dirigentes concordaram que a inflação deve se mover à meta de 2% do Fed ao longo do tempo, com suporte de políticas fiscais e monetárias acomodatícias, consideradas "essenciais" para fomentar a retomada econômica nos EUA, de acordo com a ata.
TAG SUMMIT 2026
De olho no marco de R$ 1 trilhão, Nu Asset coloca ETFs no centro da estratégia; entenda o que está por trás da aposta
29 de setembro de 2026 - 15:49NOVO OBSTÁCULO
El Niño pode atrapalhar queda da Selic em 2027 — mas há uma saída para os juros voltarem a cair, diz CEO da Bradesco Asset
29 de setembro de 2026 - 15:08ASSUNTO 'PROIBIDO'?
“Isso não ganha voto”: por que o ajuste fiscal deve ficar para depois da eleição, segundo Bruno Funchal, ex-secretário do Tesouro
29 de setembro de 2026 - 14:45CORTOU PROJEÇÕES
Maior queda do Ibovespa hoje, CSN (CSNA3) derrete 11% e divisão de mineração (CMIN3) vai junto: o que preocupa os investidores?
29 de setembro de 2026 - 13:35CHEGOU AO TST
Greve na Caixa: Justiça do Trabalho julga dissídio em meio a impasse entre banco e funcionários
29 de setembro de 2026 - 9:59PÉ NA AREIA
Lotofácil 3791 premia bolão no Nordeste; Mega-Sena corre hoje valendo R$ 52 milhões
29 de setembro de 2026 - 7:25E AGORA, PETROBRAS?
EUA podem fechar a torneira do diesel e deixar o Brasil mais vulnerável, segundo Citi; é hora de rever a carteira de BDRs?
28 de setembro de 2026 - 18:10CASAS DE APOSTAS
R$ 1,7 bilhão na mesa: bets terão de devolver dinheiro a 22,9 milhões de apostadores após MP de Lula
28 de setembro de 2026 - 17:16O PREÇO DAS ELEIÇÕES
Sem rali eleitoral? Gatilho para a bolsa brasileira fica para depois das eleições; saiba qual é, segundo o JP Morgan
28 de setembro de 2026 - 12:00INSEGURANÇA
Bets estudam medidas para tentar reverter proibição depois de MP de Lula, mas proximidade da eleição atrapalha
28 de setembro de 2026 - 10:04É BOM SABER
Milhões de brasileiros desconhecem benefício do novo RG e ficam sem acesso mais seguro ao gov.br
28 de setembro de 2026 - 9:27DANÇA DAS CADEIRAS
+Milionária acumulada promete R$ 99 milhões, mas Mega-Sena se aproxima; confira o ranking dos maiores prêmios das loterias da Caixa
28 de setembro de 2026 - 6:41NAS MÃOS ERRADAS
Fim da humanidade? Desenvolvimento da IA sem controle pode levar a um bilhão de mortes, diz Bill Gates
27 de setembro de 2026 - 17:01O QUE BOMBOU NO SD
O sumiço das LCIs e LCAs, os R$ 10 bilhões do Bradesco e os dividendos da Petrobras (PETR4): as mais lidas da semana
27 de setembro de 2026 - 15:01FIIS DE LAJES CORPORATIVAS
Locação do Esther Towers pelo Itaú Unibanco, maior da história, abre alerta; entenda o que acontece com setor de escritórios agora
27 de setembro de 2026 - 11:30ELEIÇÃO, JUROS E FISCAL
“Essa taxa se torna insustentável”: os juros que enchem o bolso do investidor podem estar virando problema para o Brasil
26 de setembro de 2026 - 17:19DESTAQUES DA BOLSA
Magazine Luiza (MGLU3) ganha fôlego e Natura (NATU3) fica na lanterna: veja os altos e baixos do Ibovespa na semana
26 de setembro de 2026 - 16:08TOUROS E URSOS
Seu próximo carro será chinês? BYD, GWM e a nova guerra do mercado automotivo
26 de setembro de 2026 - 15:00DE OLHO NAS DÍVIDAS
Desenrola 3.0: governo Lula quer renegociar até R$ 150 bilhões em dívidas — mas como vai bancar essa conta?
26 de setembro de 2026 - 11:24Conteúdo Empiricus