O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Além da Inglaterra, China e Índia também contam com projetos para suas próprias criptomoedas
O Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) e o Tesouro britânico anunciaram nesta segunda-feira (19) a formação de um grupo de trabalho para estudar a criação do que chamam de moeda digital do Banco Central (CBDC, na sigla em inglês).
"O governo e o Banco da Inglaterra ainda não tomaram uma decisão sobre a introdução de uma CBDC no Reino Unido e irão se envolver amplamente junto às partes interessadas sobre os benefícios, riscos e aspectos práticos de fazê-lo", diz comunicado conjunto emitido pelas instituições enviado há pouco à imprensa.
O Federal Reserve (Fed, o banco central americano) e o Banco Central Europeu (BCE) também já estudam formas de aderir às moedas digitais.
O grupo de trabalho será copresidido pelo vice-presidente para estabilidade financeira do BoE, Jon Cunliff, e pela diretora-geral de serviços financeiros do Tesouro britânico, Katharine Braddick.
O BoE segue na mesma direção do Banco Central chinês, que anunciou, no início do mês, a criação do yuan digital, de acordo com o The Wall Street Journal. Nessa primeira fase, 100 mil chineses foram convidados a experimentar a nova moeda que vai conviver com dinheiro físico já em circulação
Nas próximas etapas, o BC chinês pretende fazer as transações com o yuan digital pelo WeChat, um app de mensagens que permite transferência de dinheiro. Com isso, os usuários poderão fazer a transação “sem intermediários”, a não ser o Banco Central.
Leia Também
A Índia também caminha para criar sua própria criptomoeda, após praticamente banir transações e mineração de bitcoins em seu território. Caso a lei seja aprovada, a Índia se tornará a primeira grande economia do mundo a banir completamente as moedas e ativos digitais.
Alguns países têm afastado a mineração de criptomoedas de seus territórios. Essa atividade consome uma enorme quantidade de energia, e as fazendas de mineração podem demandar um aumento da produção de eletricidade. Confira aqui como surgem novos Bitcoins.
Foi o caso da Mongólia, que foi a primeira nação a proibir a mineração em seu território. A região autônoma enfrenta um grave problema de geração de energia.
Por outro lado, o estado americano de Kentucky publicou uma série de leis para atrair essa atividade, visando trazer inovação e tecnologia para a região, e incentivando iniciativas de energia limpa para a produção de novas criptomoedas.
O Bitcoin, principal criptomoeda do mercado, foi criado justamente para eliminar a necessidade de um Banco Central como intermediário. A criação de uma criptomoeda por uma instituição financeira parece contraditório em um primeiro momento.
Mas não é exatamente assim. O que os BCs pretendem é utilizar a tecnologia das criptomoedas, como a blockchain, para otimizar pagamentos entre bancos e baratear custos de operação.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Quer investir como um magnata? O segredo está na diversificação inteligente e no patrimônio integrado; confira as lições da Ghia para preservar capital mesmo em tempos de guerra
O Bank of America elevou o alvo para o Ibovespa em 2026, mas lembra que o rali é carregado por gigantes da bolsa brasileira e pelo fluxo aumentado de estrangeiros fazendo negócios por aqui
Em algumas empresas, os programas híbridos e presenciais devem absorver parte das quedas de matrículas do ensino à distância
O temor de que o grande acordo prometido pelo presidente norte-americano não saia do papel — dando lugar à prontidão militar — fez os investidores apertarem o botão de venda
A notícia de que as conversas entre Washington e Teerã estariam suspensas chegou minutos antes do fechamento, funcionando como um gatilho para ampliar as perdas
Para analistas, fundo imobiliário de CRIs combina perfil defensivo, IPCA e gestão forte para entregar renda consistente em cenário incerto
Apesar do fluxo bilionário para o Ibovespa, uma bolsa na Ásia já disparou mais de 50% no ano e lidera o ranking global entre os emergentes
Com cripto operando 24/7 lá fora, mudança busca aproximar o investidor local do ritmo global do mercado; veja o que muda na prática
Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje
A posição do Brasil no contexto geopolítico, de guerra e pressão inflacionária, favorece a entrada de mais investidores globais nos próximos meses
O índice das ações medianas não entrou no apetite dos estrangeiros e, sem os locais, os papéis estão esquecidos na bolsa
Embora o banco veja bons resultados para a companhia, há outras duas ações do setor de saúde que são as preferidas para investir
Conhecido como “discípulo de Warren Buffet”, ele reforça que o modelo da Pershing Square se baseia em investir no longo prazo em poucas empresas de alta qualidade, com forte geração de caixa e vantagens competitivas duráveis
O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII
O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados
O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA