O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Autoridades suspenderam as operações com o modelo em março de 2019 depois de que a queda de dois aviões ter matado um total de 346 pessoas
A Gol (GOLL4) vai voltar a voar com o modelo 737 Max a partir desta terça-feira (8), com uma novidade: os passageiros poderão remarcar o bilhete caso não se sintam seguros em viajar no avião.
O retorno acontecerá com dois dos sete modelos da aeronave que a empresa tem e em rotas nacionais, já que a companhia não está operando voos internacionais por causa da pandemia do novo coronavírus. As primeiras rotas a utilizarem o 737 Max não foram divulgadas.
Os Boeing 737 Max tiveram a operação suspensa pelas agências de aviação de todo o mundo em março de 2019, depois de dois aviões desse modelo, um da Ethiopian Airlines e outro da Lion Air, da Indonésia, terem caído, matando um total de 346 pessoas. O acidente da Lion Air ocorreu em outubro de 2018. O da Ethiopian, em março de 2019.
Após uma série de medidas adotadas pela fabricante e pelas empresas aéreas, a FAA, autoridade de aviação civil dos Estados Unidos, liberou a volta do avião em 18 de novembro. No Brasil, o retorno do 737 Max foi autorizado pela Agência Nacional de Aviação (Anac) no dia 25 de novembro. A Gol é a única empresa a voar com o modelo em território nacional.
A revisão feita pela FAA ocorreu sobre o mecanismo de estabilização automática da aeronave, o chamado MCAS (Maneuvering Characteristics Augmentation System), o sistema de pilotagem utilizado pelo modelo, que teria apresentado problemas. Os acidentes com os aparelhos das duas empresas, no entanto, ainda devem passar por mais análises.
A Gol tenta agora implantar uma estratégia de convencimento de passageiros a usar o equipamento. "Informações sobre as alterações feitas no aparelho serão repassadas em nossos canais e também a bordo do avião. O que fizemos (de mudanças) é o que trará confiança. É simplesmente impossível que as panes que ocorreram voltem a acontecer", argumentou o diretor-presidente da Gol, Paulo Kakinoff.
Os aparelhos seguem com o nome 737 Max 8 na parte externa, abaixo da janela da cabine do piloto, e haverá informação aos passageiros no momento da compra da passagem de que a rota poderá usar um modelo 737 Max. Ao confirmar que a viagem será com o modelo, e o passageiro não quiser seguir, será feita remarcação sem custos. As outras cinco aeronaves Gol do modelo devem voltar a ser operadas até o fim do mês.
"Não estamos aqui celebrando nada. Ocorreram dois acidentes. Porém, do ponto de vista da aviação, andamos muito nesses 20 meses", disse o vice-presidente de operações da Gol, Celso Ferrer. Sobre a estratégia de retorno e informação aos passageiros, Ferrer avalia ser importante deixar claro que há segurança. "E que não é preciso se preocupar em que aparelho está voando", avaliou.
A Gol tem uma frota total de 130 aeronaves. A empresa negou haver pressão financeira para o retorno dos aparelhos. "Não existe urgência. Fizemos os testes necessários e estamos prontos para voltar", disse Kakinoff. A Boeing está arcando com os custos dos aviões parados.
A Gol atuou em duas frentes para a volta do modelo. A primeira foi a modificação no sistema de operação do aparelho. A empresa divulgou um vídeo produzido pela Boeing sobre a nova forma de funcionamento do MCAS.
O sistema foi alterado e passará a operar com dois sensores de movimentação da aeronave, um de cada lado na parte frontal, e que trocarão dados sobre as condições de voo.
Antes, o modelo possuía apenas um desses sensores. O vídeo afirma que, nos dois acidentes, o equipamento passou informações incorretas ao MCAS. As modificações foram feitas no centro de manutenção da empresa, em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Segundo Ferrer, os dois sensores já existiam, mas o sistema captava informações de apenas um. "Agora, divergências entre os dois sensores desabilitarão o MCAS", explicou. Desta forma, o controle do avião vai automaticamente para o piloto.
Leia Também
Outra modificação é que o sistema é desligado uma só vez. Nos acidentes, o MCAS desligava e religava. "Virou uma briga entre os pilotos e as aeronaves", apontou.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Regulador cita fragilidade financeira e descumprimento de normas; confira os detalhes
Mais enxuta e com mudanças no conselho e composição acionária, a empresa está pronta para sua nova fase; no entanto, investidores ainda esperam aumento nas receitas para dizer que o risco de investir na companhia, de fato, caiu
Para os analistas, a incorporadora mantém disciplina em meio ao aperto do setor imobiliário e ainda pode dobrar de valor
As duas companhias detalharam nesta quarta-feira (29) os proventos que serão distribuídos aos acionistas; confira prazos e condições para receber
O Mercado Livre foi incluído na lista pelo avanço de sua operação financeira, concentrada no Mercado Pago, enquanto o Nubank foi destacado por combinar expansão em larga escala com rentabilidade e avanço em mercados regulados
Resultado do 1T26 frustra expectativas, enquanto banco reforça estratégia mais conservadora; o que fazer com as ações agora?
Lucro da mineradora cresce no 1T26, mas pressão de custos e Ebitda considerado fraco pelo mercado limitam reação positiva das ações; saiba o que fazer com relação aos papéis agora
Os papéis da companhia entraram em leilão na manhã desta quarta-feira (29) por oscilação máxima permitida, e voltaram a ser negociadas com alta de quase 5% na esteira do balanço do primeiro trimestre
Cerca de 77% dos usuários do Mercado Livre também compram na Shopee. A sobreposição entre a plataforma argentina e a norte-americana Amazon também é grande, de 49%.
Alta nos impostos pressiona lucro agora, mas pode destravar capital e impulsionar resultados, afirma Mario Leão; confira a visão do CEO do banco
A queda já era, de maneira geral, esperada. Segundo o JP Morgan, havia mais espaço para frustração do que para surpresas positivas, de acordo com relatório do meio de abril, mas movimento é cíclico
A estatal também assinou um novo acordo de acionistas com a Shine I, fundo de investimentos gerido pela IG4, que está adquirindo a participação de controle da Novonor na Braskem
Em meio a um início de ano mais fraco, lucro vem abaixo do esperado e rentabilidade perde fôlego no início de 2026; veja os destaques do balanço
Para quem carrega os papéis da companhia na carteira, o valor se traduz em cerca de R$ 0,108 por ação ordinária
Projeções da Bloomberg indicavam expectativas de alta em resultado anual, mas queda referente ao 4T25
Na prática, o investidor que terminou o pregão desta terça-feira (28) com um papel da Sabesp na carteira acordará com cinco ações
Fundo quer conservar e reflorestar 270 mil hectares na América Latina com investidores de peso; gestora também estima aumento na geração de empregos
Analistas veem ganhos claros para a Brava com operação, citando reforço no caixa e alívio na dívida — mas o outro fator incomoda os investidores
Os resultados mostram que o cenário de consumo ainda está frágil, com juros altos e endividamento das famílias
Mercado espera resultado mais fraco, com foco nos sinais de evolução da inadimplência e da qualidade de ativos. Veja o que dizem os analistas