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Apesar de o crescimento, as instituições financeiras tradicionais ainda são vistas como mais confiáveis pelos brasileiros

Não é de hoje que o número de bancos digitais vem crescendo no País. Apenas entre os anos de 2017 e 2018, esse valor saltou 147%. É isso o que mostra a pesquisa "A revolução dos bancos digitais 2020", divulgada hoje (8) e que foi encomendada pelo boostLAB, o hub de negócios do BTG Pactual para empresas tech.
E um dos principais atrativos dos bancos digitais está no crédito. Para 54% dos entrevistados, a isenção de anuidade e juros, além de taxas mais baixas em relação aos bancos tradicionais é vista como um dos principais atrativos para usuários de cartões de crédito de fintechs e bancos digitais.
Na sequência, 49% dos participantes apontaram a vantagem de resolver tudo pelo celular sem burocracias como um dos pontos mais positivos dos bancos digitais.
Já a aprovação mais rápida e menos burocrática de crédito foi vista como uma vantagem para 41% das pessoas ouvidas pela pesquisa.
E os principais players digitais vêm ganhando cada vez mais espaço no mercado. O Nubank, por exemplo, já tem possui quase 20 milhões de clientes e consegue fazer com que a sua base cresça a um ritmo médio de 50 mil novos cadastros por dia.
E ele quer crescer ainda mais. Não é à toa que anunciou no começo desta semana um acordo para contratar a equipe de projetos da consultoria PlataformaTec e reforçar seu time de engenharia de software e especialista em metologias ágeis.
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O Inter, por sua vez, também está a todo vapor. No fim de dezembro do ano passado, a companhia anunciou que atingiu a marca de 4 milhões de clientes de sua conta digital sem tarifas.
Hoje, o banco abre 13 mil novas contas por dia útil, cerca de mil a mais do que no terceiro trimestre do ano passado.
A instituição espera crescer ainda mais depois de ter lançado um super app no fim do ano passado. Ele funciona como um marketplace que vai além dos serviços financeiros e que pode representar uma nova fonte de receita para o banco.
E os bons ventos têm animado os investidores. Em um ano, os papéis do banco (BIDI4) subiram mais de 165%. Apenas em janeiro, as ações apresentam valorização de 11,54%.
Apesar de o crescimento dos bancos digitais no Brasil, as instituições financeiras tradicionais ainda dominam o mercado e são vistas como mais confiáveis pelos brasileiros, segundo constatou a pesquisa.
Para 63% dos entrevistados, a primeira opção na hora de confiar seus dados financeiros está nos bancos tradicionais. Apenas 12% dos participantes disseram que preferem os bancos digitais.
E quando o assunto são as fintechs, o percentual de confiança é ainda menor. Somente 6% dos entrevistados responderam que dão preferência a esses tipo de empresas.
Mas o problema não está no uso de meios digitais para efetuar as operações. A pesquisa mostrou que as transações digitais têm ganhado cada vez mais adeptos até mesmo nos bancos tradicionais.
Entre os anos de 2017 e 2018, as transações digitais aumentaram 32,69%, no total. Hoje, 60% das operações são feitas on-line, sendo que 40% via celular e 60% via internet banking.
Porém, o número de transações via celular vem crescendo. O estudo apontou ainda que o valor saltou de 1,7 milhão para 3 milhões no mesmo período - o que representa uma expansão de 76%.
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