🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Carteira arrojada

Onde investir para realmente ganhar dinheiro com o juro baixo

Conversei com quatro especialistas que sugeriram carteiras de investimentos para quem se considera arrojado e quer lucrar com o cenário de Selic baixa

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
9 de agosto de 2019
5:30 - atualizado às 9:43
Imagem mostra miniaturas de bonecos ao lado de moedas
Imagem: Shutterstock

A taxa básica de juros atingiu, na semana passada, o seu menor patamar da história, 6,00% ao ano. Mas não é de hoje que o investidor brasileiro se preocupa com a Selic baixa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O retorno das aplicações de renda fixa indexadas à Selic e ao CDI, taxa de juros que segue a taxa básica de perto, caiu para valer nos últimos anos. Nesta outra matéria, por exemplo, eu mostrei como ficaram os rendimentos das aplicações mais conservadoras com a Selic em 6,00% ao ano.

Os amantes da renda fixa ainda tiveram, recentemente, chance de lucrar com a valorização dos títulos públicos prefixados e atrelados à inflação, negociados via Tesouro Direto, e também com a alta das debêntures, que a pessoa física normalmente acessa via fundos.

Mas essa renda fixa prefixada de menor risco - títulos públicos e títulos privados de altíssima qualidade - já não tem mais tanto espaço para valorizar. Embora o mercado ainda espere novos cortes de juros, o potencial de alta desses papéis já minguou bastante.

Ou seja, o investidor que ainda não se adequou à nova era de juros baixos vai ter que se mexer e correr atrás.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É claro que se você é conservador e assim pretende continuar, seu escopo de atuação é um pouco limitado. Ainda assim, nesta outra reportagem, eu deixei algumas sugestões de carteiras e ativos que podem dar uma turbinada nos seus rendimentos.

Leia Também

Agora, se você se considera arrojado e quer mesmo ganhar dinheiro nesse cenário, a gama de opções é mais vasta. Isso porque, com os juros baixos, inflação controlada e perspectivas de retomada econômica, abrem-se oportunidades entre os ativos de risco.

Bolsa é a maior aposta

A maior parte do mercado está bastante otimista com a bolsa. As ações são os ativos preferidos de gestores e analistas, mas fundos imobiliários e fundos multimercados com uma pitada de renda variável também aparecem entre os queridinhos.

Eu conversei com especialistas de quatro instituições financeiras, e todos têm, como aposta principal, a bolsa de valores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo Ronaldo Guimarães, head da plataforma de investimentos do Modalmais, já se vê a migração do investidor que antes era majoritariamente conservador para ativos com mais risco.

Ele conta que alguns dos seus clientes que compraram títulos prefixados na época das eleições estão migrando os recursos para fundos de ações, multimercados e imobiliários à medida que os títulos vão vencendo.

“As pessoas não estão renovando a renda fixa prefixada. A alocação está hoje muito diferente do que costumava ser”, comenta.

Importante notar que todos os especialistas com quem conversei preferem o investimento em ações via fundos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Marco Bismarchi, sócio gestor da TAG Investimentos, por exemplo, reforça que o investidor deve preferir fundos de ações ativos, em que o gestor escolhe as ações, e não apenas segue um índice - visão, aliás, predominante entre os especialistas ouvidos.

“Os gestores profissionais sabem identificar as melhores empresas e o momento certo de entrar”, diz.

Mesmo com o Ibovespa na máxima histórica, o mercado acredita que as ações ainda têm espaço para valorização.

“Acreditamos que estamos no meio de um ciclo. Os Estados Unidos já estão mais para o final. Mas ainda tem espaço para a bolsa brasileira caminhar”, diz Alexandre Hishi, responsável pela área de gestão de investimentos da Azimut Brasil Wealth Management.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Com os juros mais baixos, aumenta o consumo e diminui o custo da dívida das empresas, o que é benéfico para a sua lucratividade. Os juros menores também favorecem as empresas a tirar projetos do papel, pois eles ficam economicamente viáveis. Essas condições abrem a possibilidade de um novo ciclo de valorização. Há espaço para aumentar as posições em renda variável, até porque os estrangeiros ainda podem entrar na bolsa brasileira”, explica Martin Iglesias, especialista em investimentos do Itaú Unibanco, para quem o Ibovespa pode chegar aos 125 mil pontos no fim deste ano.

Outras classes de ativos também aparecem entre as sugestões

Na renda fixa, as oportunidades devem se concentrar nos títulos públicos atrelados à inflação, o Tesouro IPCA+ (NTN-B), que pode ser adquirido pelo Tesouro Direto. Os especialistas com quem eu conversei citam os títulos de longo prazo que ainda estão pagando 3,5% ou mais acima da inflação.

Fundos de debêntures incentivadas e de crédito privado voltados para títulos de maior risco também têm bons prognósticos - lembrando que, no caso do crédito privado, o investimento pode ter alto risco de calote, apesar de não ter volatilidade, então é bom investir apenas uma pequena parte da carteira por meio de gestores especializados.

Finalmente, investimentos no Brasil são preferidos aos investimentos no exterior, uma vez que o cenário externo se mostra complicado. Mas alguns especialistas com quem eu falei sugerem uma pequena alocação em ativos atrelados ao dólar como forma de proteção.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No guia do Seu Dinheiro sobre onde investir no segundo semestre de 2019, nós falamos sobre todos esses ativos mais promissores para o restante do ano e ensinamos como investir. Você pode baixá-lo na forma de e-book aqui.

A seguir, você confere as carteiras arrojadas para o cenário de Selic a 6,00% sugeridas pelos especialistas com quem eu conversei para esta matéria.

Modalmais

A Modalmais espera novo corte de 0,5 ponto percentual na Selic ainda neste ano. Ou seja, espera que o ano termine com a Selic em 5,5% ao ano, embora não descarte a possibilidade de queda para 5,25% ou mesmo 5% ainda em 2019 ou início de 2020.

Carteira do investidor arrojado sugerida pelo head da plataforma de investimentos, Ronaldo Guimarães:

Carteira arrojada do Modalmais com Selic em 6%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Modalmais sugere deixar um quarto da carteira na renda fixa, distribuído entre títulos públicos atrelados à inflação (NTN-B) e aplicações conservadoras atreladas ao CDI (reserva de emergência e objetivos de curto prazo). O dólar aparece na carteira apenas como hedge (proteção).

TAG Investimentos

Para a TAG, juros podem cair mais e ficar num patamar baixo por um período prolongado de tempo.

Carteira do investidor arrojado sugerida pelo sócio gestor Marco Bismarchi:

Composição mínima da carteira arrojada da TAG com Selic em 6%

Composição máxima da carteira arrojada da TAG com Selic em 6%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A TAG Investimentos sugere faixas de percentuais para a composição da sua carteira arrojada. Por exemplo, o investidor pode destinar de 30% a 40% a fundos de ações, 20% a 25% a multimercados e 10% a 40% à renda fixa conservadora atrelada ao CDI e com liquidez diária, para a reserva de emergência e objetivos de curto prazo.

Segundo Marco Bismarchi, o sócio gestor da TAG com quem eu conversei, a alocação em renda variável deve ser distribuída tanto por fundos de ações long only (tradicionais, que basicamente só atuam comprados em ações) quanto fundos de ações long biased (que fazem operações de proteção para ganhar tanto na alta quanto na baixa). A alocação sugerida é que dois terços dos recursos investidos em ações sejam destinados aos fundos long only e um terço aos fundos long biased.

Já a parcela destinada aos multimercados deve ser distribuída entre fundos macro e fundos de outras classificações, com long & short, quantitativos e com investimento no exterior.

Entre os títulos atrelados à inflação (Tesouro IPCA+), destacam-se os papéis de longo prazo, que ainda estão pagando taxas prefixadas de 3,5% ou mais. Finalmente, os fundos de crédito privado podem investir em títulos high yield (títulos de dívida de maior risco), desde que estes contem com garantias robustas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Azimut Brasil Wealth Management

Carteira do investidor arrojado sugerida pelo responsável pela área de gestão de investimentos, Alexandre Hishi

Carteira arrojada da Azimut com Selic em 6%

Para a Azimut, 20% da carteira arrojada pode ficar alocada em renda fixa, dividindo-se entre títulos públicos atrelados à inflação Tesouro IPCA+ (NTN-B), fundos de debêntures incentivadas (títulos de renda fixa emitidos por empresas para financiar projetos de infraestrutura e isentos de imposto de renda) e aplicações conservadoras atreladas ao CDI (reserva de emergência e objetivos de curto prazo). O dólar também aparece na carteira como forma de hedge (proteção).

Itaú Unibanco

Para o Itaú, a Selic permanecerá baixa pelo menos até o fim de 2020 e, se subir, será só lá para o fim de 2021. “E, mesmo assim, não para níveis como tínhamos antes”, disse Martin Iglesias, especialista em investimentos do Itaú Unibanco.

A carteira a seguir é a mais arrojada montada pelo banco, voltada para o que a instituição considerada como "investidor agressivo". Este é definido como aquele que busca uma rentabilidade mais alta e que sabe que, no curto e médio prazos, pode ter algum tipo de perda. E isso não necessariamente o assusta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O investidor agressivo é aquele que consegue esperar o aparecimento dos prêmios de longo prazo", explica Iglesias. A rentabilidade esperada pelo Itaú para esta carteira é de 200% do CDI.

Carteira do investidor arrojado sugerida pelo especialista em investimentos do Itaú Unibanco, Martin Iglesias:

Carteira arrojada do Itaú Unibanco com Selic em 6%

Diferentemente das outras instituições financeiras, o Itaú sugere uma pequena alocação em fundos de ações que investem no exterior e em títulos públicos prefixados (LTN e NTN-F). O dólar aparece na carteira como hedge (proteção). As NTN-B indicadas também são as de longo prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VOLATILIDADE NOS MERCADOS

De ressaca? O que esperar dos papéis da Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3) hoje, depois de perderem valor em Wall Street no feriado

18 de fevereiro de 2026 - 10:48

ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas

SD ENTREVISTA

O gringo quer Brasil, mas começa pelo Ibovespa. A vez das small caps ainda deve chegar, mas não para todas; veja 10 ações para comprar

18 de fevereiro de 2026 - 6:10

Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso

MERCADO DÁ ADEUS À FOLIA

Xô ressaca! O ajuste de contas entre o confete e a bolsa brasileira depois dos ganhos tímidos de Nova York

17 de fevereiro de 2026 - 18:24

Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.

ALTA TENSÃO

Todo mundo de olho na Petrobras (PETR4): petróleo fecha em queda com sinal de acordo entre Irã e EUA

17 de fevereiro de 2026 - 16:52

Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz

ALAVANCAGEM OCULTA

Ouro cai quase 3% em um dia com onda geopolítica mais calma. Mas só isso explica a baixa recente do metal precioso?

17 de fevereiro de 2026 - 16:27

Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações

APOSTA MANTIDA

Portfólio robusto e dividendos previsíveis: este fundo imobiliário segue como compra para a XP

17 de fevereiro de 2026 - 13:07

Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora

QUEM TEM MEDO DA IA

Como uma ex-fabricante de máquinas de karaokê derrubou o valor de empresas de transporte e logística em todo o mundo

17 de fevereiro de 2026 - 11:32

Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística

INOVAÇÕES

Novos lançamentos, mercado internacional: o que esperar do mercado de ETFs para este ano

16 de fevereiro de 2026 - 11:15

Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável

CLIMA DE FOLIA?

Vai ter pregão na bolsa hoje? Veja o que funciona — e o que não — na B3 nesta semana de Carnaval

16 de fevereiro de 2026 - 9:52

Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações

FORA DO ÓBVIO

Energia nuclear, games, bilionários: conheça os ETFs mais curiosos da bolsa brasileira e veja como investir nessas tendências

16 de fevereiro de 2026 - 6:06

Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo

FUNDOS IMOBILIÁRIOS

FIIs disparam no início de 2026 e retornos chegam a 13% — fundos de papel se destacam entre os campeões

15 de fevereiro de 2026 - 13:05

Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX

JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO

Dona da Vivo, Telefônica Brasil (VIVT3) pagará R$ 325 milhões em proventos aos acionistas; veja quem recebe

13 de fevereiro de 2026 - 13:11

Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio

IMPULSO INTERNO E EXTERNO

Usiminas (USIM5) reverte prejuízo no 4T25, mas ação está entre as maiores altas do Ibovespa também por outro motivo

13 de fevereiro de 2026 - 12:41

Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Dólar cai a R$ 5,18 e volta a fechar no menor nível em quase 2 anos; na bolsa, o dia foi de recordes

11 de fevereiro de 2026 - 18:50

A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.

CEO CONFERENCE 2026

“Upsides pornográficos”: derrota de Lula nas eleições pode fazer a bolsa deslanchar, diz André Lion, da Ibiuna

11 de fevereiro de 2026 - 13:32

Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo

2026 OU...1996?

Dólar perde terreno: ouro supera Treasurys como reserva internacional pela primeira vez em 30 anos; veja o que levou a isso

11 de fevereiro de 2026 - 11:27

Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso

DESTAQUES DO IBOVESPA

O balde de água fria na Eneva (ENEV3): por que as ações despencaram 19% após decisão do governo sobre o leilão de energia

10 de fevereiro de 2026 - 12:59

Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta

ENTENDA

B3 (B3SA3) deve se esbaldar com dinheiro gringo e corte da Selic neste ano: UBS BB acredita que é hora de comprar

6 de fevereiro de 2026 - 17:05

Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa

AÇÕES EM QUEDA FORTE

Amazon (AMZO34) aposta pesado em IA. Por que investimentos de R$ 1 trilhão assusta mercado e até o BTC pagou o pato?

6 de fevereiro de 2026 - 11:58

Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas

FII DO MÊS

FII de papel ou tijolo? Em fevereiro, os dois são queridinhos dos analistas; confira os fundos imobiliários no pódio

5 de fevereiro de 2026 - 6:14

Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar