Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Encruzilhada nos ares. Como a crise na Boeing afeta a brasileira Embraer?

O principal desafio da Embraer já foi vencido há anos: fabricar ótimos aviões, aceitos em todo o mundo. Resta agora resolver o problema corporativo com a Boeing

14 de novembro de 2019
5:53 - atualizado às 9:35
Embraer
Imagem: Antônio Milena/Agência Brasil

Toda vez que escrevo sobre a crise da Boeing, provocada pela interdição de todas as unidades do modelo 737 MAX e de alguns exemplares da série NG (Next Generation) que estão apresentando fissuras nos garfos que unem as asas à fuselagem, recebo correspondências de leitores perguntando: “Se a Boeing realmente quebrar, quais serão as consequências para a Embraer?”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Antes de mais nada, vamos ao caso específico da Boeing Company.

Imaginemos a gigante de Seattle sem conseguir vender seus aviões, que é justamente o que está sucedendo. Mesmo os modelos que não são da linha 737 estão encalhando nos pátios da fábrica e em diversos aeródromos do estado de Washington, no extremo noroeste dos EUA.

Costuma-se dizer, e sou um dos que sempre falam isso, que se você tem dúvida sobre algum fundamento, consulte o mercado, veja como as cotações estão se comportando.

Desde a queda dos dois MAX novos em folha, um na Indonésia e outro na Etiópia, e do surgimento do problema dos NGs, as ações da Boeing caíram 21,66%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É pouco.

Leia Também

Pouco para um prejuízo acumulado de quase 20 bilhões de dólares, computando nesse valor as perdas que estão tendo o fabricante e os compradores dos aviões.

Pouco para a perda de valor da marca Boeing, até então uma das mais valiosas do planeta.

Pouco para uma fábrica que produz e não consegue vender seus produtos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que salva a Boeing

Algo misterioso está acontecendo. E acho que sei o que é.

A Boeing Company é o segundo maior fornecedor de equipamentos militares ao Departamento de Defesa dos Estados Unidos, só perdendo para a Lockheed Martin.

Nos últimos 12 meses, 101,1 bilhões de dólares foram pagos pela USAF (United States Air Force ) e pela US Navy (Marinha dos Estados Unidos) à Boeing. Isso (suponho) deve estar dando para compensar, em grande parte, a perda de receita com a interrupção da venda de jatos comerciais.

Só para ficar num exemplo, cada unidade do B-2 Spirit, um bombardeiro estratégico nuclear invisível para as telas de radar, muito usado na guerra do Afeganistão e fabricado pela Northrop Grumann/Boeing, custa 737 milhões de dólares, seis vezes o preço de um MAX.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto o problema do modelo MAX não for solucionado, essa receita militar vai segurando a empresa.

Mas imaginemos que não desse para compensar os prejuízos. O governo americano (e não estou falando da administração Donald Trump; qualquer ocupante da Casa Branca faria isso) não permitiria o fechamento de um dos maiores provedores de sua aviação militar. Poderia encampar a empresa, antecipar compra de aeronaves. Deixar quebrar, nunca.

Por outro lado, algumas notícias recentes estão dando conta da volta do MAX. A expectativa é que isso aconteça nos primeiros meses de 2020, após o avião, reparado com novos sistemas automáticos de voo, ser liberado pelas agências reguladoras. Entre elas a FAA (Federal Aviation Administration), a EASA (Comunidade Europeia), CAAC (China) e nossa ANAC.

Das empresas aéreas que estão dispostas a repor seus MAX em circulação, estão a American Airlines, a Ryanair, a Emirates e a Gol.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto isso, os MAX estão sendo submetidos a um volume sem precedentes de testes na história da avião comercial. Já foram computados 800 voos de prova, abrangendo 1.500 horas, a maioria simulando as condições em que ocorreram os desastres da Lion Air e da Ethiopian Airlines – ou seja, logo após a decolagem.

A Boeing errou na fase de projeto de seu jato “revolucionário”? Errou. Errou feio.

A FAA errou ao homologar o avião. Errou. Errou feio.

Só que suponho que vão corrigir os defeitos, se é que já não o fizeram. Por esse motivo, acredito que os acidentes, se e quando o jato voltar a voar, não vão se repetir.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por outro lado, o tempo que os usuários das empresas aéreas levarão para confiar no avião é outra história. Os MAX ficaram estigmatizados.

Venda inevitável

Vamos agora ao tema que interessa neste artigo. Refiro-me à nossa Embraer. Que já não é tão nossa assim, uma vez que a empresa vendeu 80% de sua divisão de aviões comerciais para a... justamente para a Boeing.

A venda se tornou inevitável quando a canadense Bombardier se associou à Airbus.

O grande trunfo da Embraer é a excepcional qualidade das aeronaves que fabrica em São José dos Campos e Gavião Peixoto. Isso não vai mudar, mesmo que a venda para a Boeing seja cancelada por causa da crise da companhia americana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para falar de Embraer, comecemos pelo começo. É uma longa história.

No dia 16 de janeiro de 1950 foi fundado o Instituto Tecnológico de Aeronáutica, ITA, em São José dos Campos. Seu objetivo era formar engenheiros aeronáuticos.

Parecia um sonho militar desprovido de sentido, já que nem automóveis, caminhões e ônibus o Brasil fabricava.

Pois bem, o ITA tornou-se uma instituição de excelência. Na ausência de uma indústria aeronáutica no país, seus formandos iam trabalhar em outras áreas da engenharia ou, como foi o caso de boa parte deles, se mudavam para o exterior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Naquela época, você chegava numa empresa como a SAS (Scandinavian Airlines System) e encontrava um brasileiro formado em São José dos Campos dirigindo a oficina de manutenção. O mesmo ocorria em diversos lugares do mundo.

A Embraer só surgiu em agosto de 1969, quase 20 anos após a criação do ITA.

Desde o início, revelou-se uma indústria modelo. Sendo estatal, relegava a segundo plano o fator lucro.

Nos anos que se seguiram, o grande erro da Embraer foi o de fabricar modelos demais, ignorando a economia de escala. Sua linha de produção incluía desde aeronaves de fumigação agrícola, o Ipanema, pequeno monomotor de apenas um lugar, até o Bandeirante, um turboélice bimotor comercial para pequenas distâncias que vendeu muito para empresas regionais do Brasil e dos Estados Unidos, além de outros países.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bandeirante Embraer

Nos anos 1980, a década perdida, a Embraer não fez outra coisa a não ser perder dinheiro. Até que, em 1994, durante o governo Itamar Franco, foi privatizada. Teve início sua fase áurea, fabricando jatos de passageiros para média distância, além de um avião de instrução militar, o Tucano, que foi usado por forças aéreas de quase todo o mundo, inclusive pela mítica RAF – Royal Air Force. Mais tarde surgiu o Super Tucano.

Enquanto isso, fusões, aquisições e falências foram acontecendo nos meios da aviação. A Lockheed juntou-se à Martin Marietta, formando a Lockheed Martin, empresa de alta tecnologia e fornecedora de aviões militares.

A McDonnel fundiu-se com a Douglas Aircraft Company formando a McDonnel Douglas, que acabou sendo adquirida pela Boeing.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Excluindo-se os fabricantes de aviões de pequeno porte (Cessna, Piper, Beechcraft, Mooney e outros – antes a Embraer se metia nessa área também), sobraram quatro indústrias aeronáuticas no mundo.

Duas, Boeing e Airbus, fabricavam os grandes jatos. A Bombardier e a Embraer, aviões de média distância. Até que, com a fusão da canadense com a europeia, a empresa brasileira não teve outra opção a não ser a de aceitar uma oferta da Boeing para adquirir 80% de sua divisão comercial.

Resta agora aguardar o desfecho da crise dos MAX e dos NGs para ver até onde a Boeing vai expandir a Embraer, técnica, industrial e comercialmente.

Como fica a Embraer

Uma coisa é certa. Em São José dos Campos e Gavião Peixoto são fabricados os melhores aviões de sua classe no mundo, além de jatinhos executivos de ótima relação custo/benefício como o Legacy e o Phenom.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No momento, a diretoria da Boeing está mais interessada em seu problema imediato: repor os MAX nos ares e continuar vendendo o modelo. Duvido que estejam sequer pensando em Embraer.

Acontece que está começando a faltar avião no mundo. Algumas empresas aéreas estão tendo de se adaptar à emergência. A Gol, por exemplo, que fazia voos diretos para a Flórida com o MAX, está agora usando os 737 NGs na rota, fazendo uma escala técnica na República Dominicana. Conseguiu também alguns antigos 767 emprestados da Delta Airlines.

Esse tipo de improvisação deve estar acontecendo nos quatro cantos do mundo.

Vai sobrar, no bom sentido, para os novos jatos da Embraer, entre eles o moderníssimo E195-E2, com capacidade para 146 passageiros e autonomia de 4.815 quilômetros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O principal desafio da Embraer já foi vencido há anos. Fabricar ótimos aviões, aceitos em todo o mundo.

Resta agora resolver o problema corporativo. A venda para a Boeing será sacramentada? Quem sabe não é a hora de uma parceria com a China, país que (ainda) não tem uma indústria aeronáutica de expressão.

Caro amigo leitor, os próximos meses poderão ser de grande volatilidade para as ações da Embraer. Mas estou convicto que elas se constituirão em um ótimo investimento de longo prazo.

O motivo é muito simples. A empresa fabrica aviões state of the art e vende tudo que fabrica. Cada aeronave que sai da linha de montagem já tem destino certo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É praticamente impossível uma junção de fatos como essa dar errado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
RENDA EXTRA PARA COMPRAS

Iguatemi (IGTI11) prevê investimentos e dividendos milionários para 2026; confira o anúncio da operadora de shopping centers

30 de abril de 2026 - 11:01

A Iguatemi publica seu balanço do primeiro trimestre de 2026 (1T26) em 5 de maio e pode apresentar, de acordo com o Itaú BBA, crescimento de 9,6% na receita líquida

PRESSÃO TOTAL

O dia em que o otimismo evaporou da bolsa, fez o Ibovespa fechar no pior nível em um mês e Nova York sucumbir

29 de abril de 2026 - 17:53

No câmbio, o dólar à vista fechou em alta, voltando a ficar acima dos R$ 5,00; confira o que mexeu com os mercados nesta quarta-feira (29)

JOIA RARA

Bradsaúde (ODPV3) faz olhos do Itaú BBA brilharem, que eleva a recomendação para compra; mas entenda qual é o risco

29 de abril de 2026 - 15:45

O Itaú BBA acredita que é uma uma operadora líder geradora de caixa, investimentos hospitalares de alto retorno e um perfil atrativo de dividendos

TOUROS E URSOS #268

O dólar está ‘no limite’? Por que este gestor especialista em câmbio não vê muito mais espaço para queda

29 de abril de 2026 - 14:30

Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, participou da edição desta semana do podcast Touros e Ursos. Para ele, a moeda norte-americana já se aproxima de um piso e tende a encontrar resistência para cair muito além dos níveis atuais

AUMENTOU A VACÂNCIA

Fundo imobiliário perde inquilina que responde por 16% da receita; confira os impactos no bolso dos cotistas

29 de abril de 2026 - 10:46

Os espaços que serão devolvidos pela inquilina representam, aproximadamente, 11,7% da área bruta locável (ABL) do portfólio do HOFC11

LOGÍSTICA DAY

Nova casa do Mercado Livre: FII do BTG Pactual entrega maior galpão built-to-suit da América Latina; confira os detalhes do novo espaço

28 de abril de 2026 - 18:02

O imóvel é o primeiro ativo de desenvolvimento (greenfield) realizado pela plataforma logística do BTG Pactual

O DÓLAR VAI DERRETER?

Nem Lula, nem Flávio Bolsonaro: o vencedor nas pesquisas eleitorais é o real — e Citi monta estratégia para lucrar com o câmbio

28 de abril de 2026 - 17:08

Enquanto o mercado teme a urna, o banco norte-americano vê oportunidade; entenda a estratégia para apostar na valorização do real diante do cenário eleitoral acirrado no Brasil

VEJA DETALHES

IPO de até R$ 5 bilhões: Compass confirma oferta de ações que ‘sairão do bolso’ dos acionistas, incluindo a Cosan (CSAN3)

28 de abril de 2026 - 9:02

Operação será 100% secundária, o que significa que o dinheiro não entrará no caixa da empresa e, sim, no bolso dos acionistas vendedores, e pode envolver inicialmente 89,28 milhões de ações, com possibilidade de ampliação conforme a demanda

A GEOPOLÍTICA DO DINHEIRO

O dólar mais baixo veio para ficar? Inter corta projeção para 2026 e recalibra cenário de juros e inflação

27 de abril de 2026 - 20:09

Moeda norte-americana perde força globalmente, enquanto petróleo elevado e tensões no Oriente Médio pressionam inflação e limitam cortes de juros; confira as projeções do banco

CONTRATO DE EVENTO

B3 estreia 6 novos contratos de eventos: saiba como funcionam os “derivativos simplificados” de Ibovespa, dólar e bitcoin

27 de abril de 2026 - 19:15

O Seu Dinheiro explica de forma simples como funciona essa forma de operar derivativos com risco limitado

ALUGUEL DE AÇÕES EM DISPARADA

Às vésperas de eleição decisiva na Hapvida (HAPV3), controladores ‘mostram os dentes’ para defender o poder na empresa

27 de abril de 2026 - 18:45

Com aluguel de ações disparando, o movimento que normalmente indicaria pressão vendedora revela, na verdade, uma disputa silenciosa por poder, em que papéis são utilizados como instrumento para ampliar influência na assembleia que decidirá o futuro do conselho

OFERTA PÚBLICA DE AQUISIÇÃO

Sabesp (SBSP3) quer a Emae só para si: com oferta na mesa, EMAE4 dispara até 20% fora do Ibovespa

27 de abril de 2026 - 12:25

As ações da Emae saltam após a confirmação de que a Sabesp, acionista controladora, quer adquirir a totalidade das ações por R$ 61,83 por papel

RESUMO SEMANAL

Estrangeiros de saída do Ibovespa? Bolsa cai 2,8% na semana, mas Hapvida (HAPV3) brilha e dispara 15%

25 de abril de 2026 - 11:32

Nos últimos sete pregões, o saldo do investidor estrangeiro foi de saída líquida de cerca de R$ 3 bilhões

EXPANSÃO DO PORTFÓLIO

BTG Pactual Logística (BTLG11) quer surfar a onda dos galpões logísticos e anuncia oferta de até R$ 2 bilhões; confira os detalhes da operação

24 de abril de 2026 - 15:28

Embora a captação seja de cerca de R$ 1,6 bilhão, o BTLG11, que é um dos fundos mais populares entre os investidores pessoas físicas, também informou que poderá emitir um lote adicional de até 3.902.439 de cotas

RENDA EXTRA NA CONTA

Copel (CPLE3) define data para pagar dividendos de R$ 1,35 bilhão. Quem tem direito ao pagamento?

24 de abril de 2026 - 14:30

O setor elétrico é conhecido pelo pagamento de proventos atrativos. O BTG Pactual e o Safra, por exemplo, veem a ação com bons olhos para quem busca renda extra com dividendos.

TEMPORADA DE BALANÇOS

Lucro da Usiminas (USIM5) mais que dobra e ação salta 7%; dólar fraco e ‘mix premium’ turbinam os números do 1T26

24 de abril de 2026 - 13:14

Com preços mais altos, custos menores e mix voltado ao setor automotivo, siderurgia puxa Ebitda para R$ 653 milhões, enquanto mineração segue pressionada por volumes menores

CICLOS POSITIVOS

Vacância em lajes corporativas volta ao nível pré-pandemia em São Paulo, diz BTG Pactual — mas outro setor bate recordes e rouba a cena

24 de abril de 2026 - 12:01

Apesar das projeções otimistas, o banco identifica que regiões como a Vila Olímpia devem ser impactadas pela devolução de imóveis em breve

ONDA DE AQUISIÇÕES?

A corrida pelo “ouro do século 21”: acordo bilionário de terras raras da Serra Verde pode ser apenas o começo, prevê BTG  

23 de abril de 2026 - 19:11

Para os analistas, a Serra Verde acaba de inaugurar o que deve ser uma “onda de aquisições” em solo brasileiro

ENFERRUJOU?

Itaú BBA corta preços-alvo de CSN (CSNA3) e CSN Mineração (CMIN3); entenda o principal motivo para a decisão

23 de abril de 2026 - 17:06

Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%

NEM PAPEL, NEM TIJOLO

FoFs roubam a cena entre FIIs e lideram retornos no último ano, mostra índice da Rio Bravo; confira o desempenho dos setores

23 de abril de 2026 - 13:21

Por contarem com ativos de crédito e de tijolo na carteira, os Fundos de Fundos tendem a ter portfólios mais defensivos em momentos de instabilidade, segundo gestora

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia