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Na volatilidade normal das moedas virtuais, uma oscilação de 25 por cento não deveria assustar, mas assusta
A ansiedade é um sentimento que tem me acompanhado a vida inteira. Não me lembro de sequer uma fase da minha vida em que não tenha sentido ela bem viva no meu cotidiano.
Na adolescência, os gatilhos eram as provas, os jogos interclasses e o vestibular. Eu sempre acreditava que estava ansioso exclusivamente pelo evento que se aproximava. Ledo engano.
Mais tarde, os gatilhos mudaram para entrevistas de emprego, performance no trabalho e nos investimentos. Hoje vejo que ela vai me acompanhar sempre e é uma característica, e não um bug.
Ao entender isso, ficou mais fácil de conviver com esse sentimento e entender onde ele vai jogar contra e onde vai jogar a favor.
No trabalho de análise, a ansiedade vai jogar a favor se for para entender o ativo em si, mas vai jogar contra se o objetivo for dar o call.
No trading, ela só vai jogar contra. Vai fazer com que eu abra a plataforma da exchange a cada cinco minutos para ver minha posição e, possivelmente, vai causar uma tomada de decisão ruim. Por isso, nem me arrisco.
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Da mesma forma que entendo a ansiedade em mim, vejo a volatilidade em cripto, que não pode ser vista como um bug, mas apenas como uma característica intrínseca.
Essas quedas de 30 por cento devem ser consideradas do ativo em si e não podem ser comparadas ao que acontece no mercado de Bolsa tradicional.
Confesso que essa visão sobre volatilidade também faz qualquer um perder a noção do que é uma queda grande ou pequena.
“A Bolsa derreteu hoje...”
“Quanto caiu?”
“Caiu quase 4%! Um desastre”
Não entendo realmente como 4% é um desastre. Não me gera um único nó na garganta essa suposta queda.
Mas, voltando à questão da volatilidade em cripto, os preços não podem ser observados da forma tradicional.
Um exemplo que estamos vivendo agora, neste momento de consolidação do bitcoin, é que, entre 10 mil e 8.800 dólares, estamos falando do mesmo preço na real.
Dada a volatilidade normal do ativo, uma oscilação de 25 por cento não deveria assustar — mas sei que assusta.
Para aprender isso de forma consistente — e ter um comportamento estoico nesse ambiente — é preciso levar muita porrada.
O ano de 2018 foi pra isso.
Se você sobreviveu no ano passado com bitcoin na carteira, e sem largá-lo, merece uma estrelinha. Já se foi louco o suficiente para comprar mais, merece duas.
Em ambas as situações, uma casca grossa foi moldada ao redor da sua pele, depois de levar muitos socos e pontapés, e agora você já consegue passar por quedas de dois dígitos sem se sentir idiota por não ter vendido o ativo antes.
E, se você entende que 250 bilhões de dólares (atual tamanho do mercado cripto) não é o tamanho de algo que pode ser chamado de classe ativos, sabe que ainda há potencial a ser destravado nesse ecossistema.
No mínimo, esse mercado tem um upside de 300 por cento até se dizer que possui, de fato, o tamanho de uma classe de ativos, algo em torno de 1 trilhão de dólares.
Ainda é só o começo. Estamos no mercado certo, chegamos cedo e vamos ser recompensados por isso.
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