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Atualmente o bitcoin pode oferecer ganhos bem maiores do que aqueles oferecidos pelo mercado tradicional
Retornos sobre investimentos cada vez mais decrescentes, juros mundiais muito baixos ou perto do zero e bancos centrais imprimindo dinheiro para manter a economia viva.
Essa é uma breve contextualização do que tem acontecido na economia global e serve de plano de fundo para apresentar a tese de investimento em bitcoin para o investidor institucional.
Podemos tanto olhar o lado mais ganancioso da tese, já que o bitcoin pode oferecer ganhos bem maiores do que aqueles do mercado tradicional, como entender o ativo como hedge contra a política de impressão ilimitada de dinheiro.
Pelos dois lados, o investimento em bitcoin parece bem plausível. Além disso, bastaria apenas 1 por cento do capital alocado em cripto para esse grande investidor já poder colher os ganhos com mais essa diversificação.
Isso sem falar na tese do ouro digital, que coloca o bitcoin como uma alternativa ao ouro por ser resistente ao confisco, infinitamente divisível, de fácil transporte e verificável.
E o ouro, como você deve saber, é uma ótima proteção para momentos de crise e os bancos centrais estão montando suas reservas para uma possível crise mundial iminente.
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A compra de ouro por essas instituições aumentou muito em 2018 e ultrapassou a marca dos 600 bilhões de dólares.
Além do risco aparentemente iminente de uma crise mundial, considerando que estamos próximos do maior ciclo de crescimento da história, temos uma tese geracional para os criptoativos.
Os geração que nasceu na década de 90 e as posteriores entendem muito bem o conceito digital e logo serão responsáveis por administrar e gerenciar boa parte das riquezas mundiais.
Em torno de 30 trilhões de dólares em ativos financeiros e não financeiros vão trocar de mãos nas próximas décadas.
Isso, mais o fato de que 44 por cento dos millennials acreditam que as criptomoedas vão ser amplamente aceitas no futuro, as coloca como uma das classes de investimento atrativas para esses jovens.
As próprias empresas do mundo cripto são um reflexo dessa geração que não entende o mundo digital como algo apartado do mundo real, mas como complementar ou até o próprio mundo real.
Um exemplo disso é a Binance, a maior corretora de criptomoedas do mundo em volume real, que possui funcionários espalhados pelas mais diversas partes do planeta.
O trabalho remoto é algo tão comum que nem precisa mais ser chamado mais “trabalho remoto”, porque é agora, de fato, a maneira mais comum de se trabalhar, pelo menos para os funcionários da Binance.
Pode até ser difícil de entender em um primeiro momento e acreditar logo no início, mas cada vez mais vai ficando claro que os criptoativos são uma classe de investimento que vale o risco.
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