Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

seu dinheiro premium

A Bula da Semana: Enfim, o tão esperado alívio

Perspectiva de alívio monetário do Fed e do Copom monopoliza expectativas

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
29 de julho de 2019
6:32 - atualizado às 9:44
Premium
Imagem: Shutterstock

Depois de meses e meses de queda de braço entre agentes do mercado financeiro e banqueiros centrais mundo afora, um novo ciclo de alívio monetário deve acalmar um pouco a ansiedade nos mercados financeiros a partir da metade final desta semana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Federal Reserve Bank dos Estados Unidos (Fed) e o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BCB) anunciarão na quarta-feira, com apenas algumas horas de diferença, suas respectivas decisões de juro. Em ambos os casos, a expectativa dos analistas é de as taxas de referência sejam cortadas.

Esperava-se na semana passada um corte de juro pelo Banco Central Europeu (BCE), mas o presidente da autoridade monetária da zona do euro, Mario Draghi, tratou de jogar um balde de água fria nos mercados e passar a batata quente para as mãos do Fed.

Seja no Brasil, na Europa ou nos Estados Unidos, os banqueiros centrais resistem há meses às pressões por cortes de juros, até pelo entendimento de que qualquer alívio monetário depende de outras medidas para que possa surtir algum efeito e fazer frente aos riscos derivados de uma desaceleração econômica em escala global.

Não bastassem os agentes dos mercados financeiros, o presidente dos EUA, Donald Trump, é um dos maiores entusiastas do alívio monetário. Desde os primórdios de seu mandato, Trump arruma sempre um jeito de direcionar sua hostilidade ao Fed na tentativa de influenciar a política monetária do banco central norte-americano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Trump acusa a autoridade monetária de seu país de fazer os norte-americanos pagarem juros altos demais e age como se tivesse a diretoria do Fed sob a mira de um revólver com o objetivo de coagi-la a intervir rapidamente e de acordo com seus interesses políticos de curto prazo.

Leia Também

A preocupação de Trump tem muito menos a ver com os juros pagos nos EUA e mais com a abertura de espaços para elevar gastos e estourar ainda mais o endividamento do governo.

Em seus mais recentes depoimentos perante o Congresso dos EUA, o presidente do Fed, Jerome Powell, deixou claro que as principais razões por trás de qualquer discussão de corte de juros neste momento nos EUA são a política de guerra comercial de Trump contra o mundo e o descontrole nos gastos do governo.

Em suma, com ou sem a truculência verbal do presidente, o risco Trump forçará um relutante Fed a cortar juros mais cedo ou mais tarde.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Há quem considere que o momento para o início do primeiro ciclo de alívio monetário do Fed em uma década tenha chegado.

Na última sexta-feira, os dados preliminares do PIB dos EUA no segundo trimestre deste ano apontaram para uma desaceleração econômica de um ponto porcentual em termos anualizados, de +3,1% no primeiro trimestre para +2,1% no seguinte.

O número veio até um pouco melhor do que a expectativa dos analistas (+2%), mas foi suficiente para confirmar as suspeitas de que a conta da guerra comercial, que esta semana ganhará um novo capítulo com a chegada de uma delegação norte-americana à China para retomar negociações, começou a ser cobrada e reforçar as apostas em um corte juro pelo Fed já na quarta-feira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No Brasil, uma nova realidade se avizinha

Apenas algumas horas depois da decisão do Fed, o Copom anunciará sua decisão de política monetária. Na visão dos analistas, a queda da taxa Selic é dada como certa. A divergência está na extensão do corte na taxa de juro de referência no Brasil.

O consenso é de um corte de pelo menos 0,25 ponto porcentual na taxa Selic. Há quem espere um corte mais ousado, de 0,50 ponto porcentual, enquanto uma parcela minoritária acredita na manutenção da Selic a 6,50% ao ano.

Assim como o Fed, o Copom encontra-se há meses sob pressão dos players do mercado financeiro para que corte juro. Assim como ocorreu recentemente com a reforma trabalhista e depois com a reforma da previdência, o afrouxamento monetário tem sido vendido por seus defensores como panaceia para os males brasileiros.

Na prática, porém, a teoria é outra. O BCB já mantém a taxa Selic em seu nível mínimo histórico - 6,5% - desde março do ano passado. Ou seja, qualquer que seja o corte decidido na quarta-feira, a Selic renovará seu piso histórico.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Até algumas semanas atrás, o consenso era de que a taxa básica de juro chegaria ao fim de 2019 a 5,5% ao ano. Mas os persistentes indícios de que os dados do PIB do segundo trimestre confirmarão as suspeitas de uma recessão técnica no Brasil já levam alguns agentes do mercado a financeiro a precificarem a Selic abaixo de 5% no fim do ano.

Com isso, analistas têm sugerido que uma nova realidade se avizinha para quem investe nos mercados financeiros locais. Afinal, a queda da Selic somada a uma inflação oficial que desacelera a cada nova leitura leva o retorno dos investimentos em renda fixa a níveis irrisórios.

Como a Selic não deve voltar a subir tão cedo, gestores de carteira se veem diante da necessidade repensar suas carteiras de modo a proporcionar retornos mais elevados a seus clientes. E com o juro real a níveis mínimos, quem busca rendimentos mais altos precisa sair da renda fixa e assumir riscos.

Resta saber como isso vai funcionar na terra do “capitalismo sem risco”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Confira a seguir os principais destaques desta semana, dia a dia:

Segunda-feira: A semana começa com a divulgação da pesquisa semanal Focus do Banco Central do Brasil em meio à expectativa de novas revisões nas estimativas do mercado para a inflação, o PIB e a taxa Selic. Às 10h30, o BCB divulga o resultado primário do setor público em junho. Após o fechamento do mercado, o Itaú divulga seu balanço referente ao segundo trimestre de 2019.

Terça-feira: Na madrugada, o Banco do Japão (BoJ) anuncia sua decisão de política monetária em meio a expectativas de manutenção da taxa de juro negativa. Na China, delegação norte-americana desembarca para retomada de negociações comerciais entre Washington e Pequim. No Brasil, a Fundação Getulio Vargas (FGV) divulga às 8h os números referentes a julho do IGP-M, que mede a variação de preços de itens como aluguéis, matérias-primas e bens e serviços finais. Ainda pela manhã, o Departamento de Comércio dos EUA divulga os dados sobre renda e gastos pessoais no país. Após o fechamento do mercado, a CSN divulga seu resultado financeiro no segundo trimestre.

Quarta-feira: O dia começa com a divulgação da taxa de desemprego na zona do euro. Ainda pela manhã, serão conhecidos os dados sobre a geração de empregos no setor privado nos EUA em julho. No Brasil, o IBGE divulga às 9h o índice de preços ao produtor e os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad contínua), que traz a taxa de desocupação no Brasil, ambos referentes a junho. Também antes da abertura do Ibovespa, a Vale divulga balanço referente ao trimestre abril/maio/junho. Fed e Copom: Às 15h, o Fed anuncia sua decisão de política monetária. O anúncio será seguido de entrevista coletiva concedida pelo presidente do Fed, Jerome Powell. Às 18h, o Copom divulga sua decisão de juro.

Quinta-feira: Às 9h, o IBGE divulga os dados de produção industrial referentes a junho. No fim da manhã será divulgado o índice ISM de atividade industrial nos EUA em julho. Após o fechamento do mercado, a Petrobras divulga seu balanço referente ao segundo trimestre de 2019. À noite, o BoJ divulga a ata de sua reunião de política monetária de junho.

Sexta-feira: O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos divulga às 9h30 seu relatório sobre o mercado de trabalho (payroll) junto com o índice oficial de desemprego no país em julho. No mesmo horário, o Departamento de Comércio dos EUA anuncia os números da balança comercial norte-americana referentes a junho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
EXPANSÃO DO PORTFÓLIO

Patria Malls (PMLL11) abocanha fatias de 5 shoppings enquanto tenta destravar fusão com outro FII; entenda o que está em jogo

17 de abril de 2026 - 10:55

O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII

FIIS HOJE

BTG Pactual Logística (BTLG11) aumenta dividendos em maior nível em 15 meses; confira quando o dinheiro cai na conta dos cotistas

16 de abril de 2026 - 14:41

O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados

UMA NOVA MARCA PARA A B3

Bolsa ‘quebra a banca’ com R$ 120 bilhões e bate recorde em cinco anos — e uma ação rouba a cena

16 de abril de 2026 - 12:44

O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional

SD ENTREVISTA

Dólar a R$ 4,90? Os dois motivos que explicam a queda da moeda — e por que isso não deve durar, segundo gestor especialista em câmbio

16 de abril de 2026 - 6:30

Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim

NOVO TETO?

Ibovespa acima dos 220 mil pontos? O que dizem gestores com US$ 72 bilhões sob gestão

15 de abril de 2026 - 19:10

Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA

LUCROS COM ESG

Figurinha carimbada: B3 (B3SA3) é a favorita das carteiras recomendadas de ESG (de novo) – o que chama a atenção na ‘dona da bolsa’?

15 de abril de 2026 - 15:02

Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%

MOVIMENTAÇÃO

MBRF (MBRF3) tomba quase 10% na bolsa após venda de ações em bloco por fundo árabe; entenda

15 de abril de 2026 - 14:48

No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal

DOS FIIS AOS ETFS

O gringo também gosta de FIIs: fluxo estrangeiro chega aos fundos imobiliários, e isso é bom para os cotistas; saiba quais ativos estão na mira

15 de abril de 2026 - 6:03

Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários

MERCADOS HOJE

200 mil pontos logo ali: Ibovespa se aproxima de novo recorde, mas Petrobras (PETR4) joga contra

14 de abril de 2026 - 16:01

Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua

NOVO PREÇO-ALVO

Não tem mais potencial? BofA e Safra rebaixam recomendação de Usiminas (USIM5) e ação recua até 3%; confira o que dizem os analistas

13 de abril de 2026 - 18:42

Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos

GANHOS PARA O BOLSO

Dividendos de 12%: BTG reforça compra para Allos (ALOS3) após acordo com a Kinea

13 de abril de 2026 - 18:10

O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas

FIIS HOJE

Este FII vende imóvel alugado à Caixa Econômica e coloca R$ 3,6 milhões no bolso do cotista; saiba qual e entenda a operação

13 de abril de 2026 - 17:32

Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira

RETORNO TURBINADO

Petrobras (PETR4) dobrou o capital do acionista em 5 anos — mas quadruplicou o dinheiro de quem reinvestiu os dividendos

13 de abril de 2026 - 16:39

Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%

CÂMBIO E BOLSA

Dólar ladeira abaixo: moeda fecha a R$ 4,99 pela 1ª vez em dois anos; Ibovespa supera inéditos 198 mil pontos

13 de abril de 2026 - 15:50

Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra

RENDA PASSIVA

FII, FI-Infra e Fiagros: onde investir para garantir dividendos mensais, com isenção de imposto de renda, segundo o BTG

13 de abril de 2026 - 11:54

Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio

SOB NOVA PRESSÃO

Petróleo sobe, dólar avança, e Petrobras (PETR4) pega carona após Trump ameaçar Estreito de Ormuz; veja como os mercados reagem

13 de abril de 2026 - 10:45

A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade

PAPEL NA CARTEIRA

Esse fundo imobiliário é o favorito da XP para se proteger da inflação — e ainda conta com dividendo de 11,5%

12 de abril de 2026 - 13:09

A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação

IBOVESPA EM FESTA

Em semana euforia no Ibovespa, ações da Hapvida, C&A e Auren ‘fizeram a festa’, enquanto outras ficaram de ressaca; veja as maiores altas e baixas da bolsa

11 de abril de 2026 - 17:00

Ibovespa supera os 197 mil pontos e atinge novo recorde; apesar disso, nem todas as ações surfaram nessa onda

DANÇA DAS CADEIRAS NO ALTO ESCALÃO

Hapvida (HAPV3) tem a maior alta do Ibovespa na semana e lembra do ‘gostinho’ de ser querida pelo mercado. O que impulsionou as ações?

10 de abril de 2026 - 19:03

A companhia foi a maior alta do Ibovespa na semana, com salto de quase 25%. A disparada vem na esteira da renovação no alto escalão da companhia e o Citi destaca pontos positivos e negativos da dança das cadeiras

CÂMBIO

Dólar a R$ 5,00: oportunidade de ouro para investir lá fora ou armadilha antes das eleições?

10 de abril de 2026 - 18:24

Com mínima de R$ 5,0055 nesta sexta-feira (10), a moeda norte-americana acumula perdas de 2,88% na semana e de 3,23% em abril, após ter avançado 0,87% em março, no auge da aversão ao risco no exterior em razão do conflito no Oriente Médio

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia