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Economistas têm tido dificuldade para explicar o que ocorre no País com o processo de crescimento vagaroso, com frustrações de expectativa de crescimento trimestre após trimestre
Para 2020, o boletim Focus, publicação do Banco Central, manteve previsão de crescimento do PIB em 2,50% — mesma projeção de quatro semanas atrás
Se confirmada a retração em relação ao quarto trimestre de 2018, será a primeira queda no PIB após oito trimestres de avanços
Diretora da agência de classificação de risco, Shelly Shetty, justificou o pessimismo pelas incertezas quanto às reformas no Brasil
O piso das estimativas é de alta de apenas 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB), já a maior previsão é de 2,2%, que, por sua vez, deve ser revisada para baixo
Instituição reduziu a projeção de crescimento do País neste ano de 2,3% para 1,8%
Primeiro semestre foi pior do que se esperava e especialistas dizem que há espaço para novo corte na taxa básica de juros (Selic) na tentativa de estimular a economia
IBC-Br, que avalia o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses, teve um novo recuo após baixa de 0,98% em fevereiro
No quarto trimestre de 2018, o crescimento em relação aos três meses anteriores havia sido de 0,2% na zona do euro
Joaquim Levy, do BNDES, afirmou que o Ministério da Economia já autorizou os empréstimos e que faltam apenas “pequenos ajustes” para colocar a linha em prática
A palavra incerteza pontua a ata do Copom, que reforça a necessidade de reformas fiscais para melhora da atividade e inflação nas metas. E a Selic? Bem, seguirá em 6,5% ao ano
Impressão geral dos economistas é de uma economia estagnada em um patamar muito baixo, mas há quem já fale em “cheiro de recessão”
11ª queda consecutiva na projeção do Relatório de Mercado Focus reforça que o otimismo dos especialistas com a economia é cada vez menor
Governo já tinha anunciado em março o bloqueio de quase R$ 30 bilhões de um total de R$ 129 bilhões em despesas não obrigatórias, que podem ser destinadas para investimentos e custeio da máquina pública
Ritmo de crescimento das despesas não foi acompanhado pelas receitas de impostos e contribuições sociais (5,5% e 4,7%, respectivamente), principais categorias da receita do governo geral
PIB da zona do euro crescerá 1,2% em 2019, contra a previsão anterior de alta de 1,3%. Comissão Europeia também adverte para os riscos com o protecionismo, guerra comercial e o processo de Brexit
Bancos também demonstraram temores com relação ao dinamismo da atividade econômica no segundo trimestre
Produção industrial decepciona e PIB do 1º trimestre deve ser negativo. Mercado vai pedir, mas Banco Central não deve cortar juros tão cedo
A expectativa de um crescimento de 3% em 2019 depois da eleição deu lugar a uma onda de cortes nas projeções do PIB, hoje de 1,7%. Se economia crescer menos, todos sentem no bolso. Mas será que isso é motivo para você mudar sua carteira de investimentos?
Porcentual divulgado pelo Banco Centra é superior aos 77,4% do PIB de fevereiro. Este é o maior número da série histórica do BC, iniciada em dezembro de 2006