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A Coca-Cola teve um trimestre forte, registrando crescimento no lucro, na receita e nas vendas. E os mercados ficaram com sede após os resultados
Banco revisou sua estimativa para o ciclo de corte de 1 ponto para 1,75 ponto. Cortes começam no dia 31 com Selic saindo de 6,5% para 6% ao ano
O dólar à vista passou o dia pressionado e fechou em alta de quase 1%, retornando ao patamar de R$ 3,77. O Ibovespa encerrou em baixa, permanecendo nos 103 mil pontos
Veja os destaques do Seu Dinheiro nesta manhã
Dados do IPCA-15 serão decisivos para calibrar expectativas sobre corte de juro
Com O Rei Leão, a Disney emplacou um sexto sucesso de bilheteria somente em 2019, apesar das críticas mornas ao novo filme. E o mercado mostra-se cada vez mais confiante em relação à empresa
Banco Central fez duas operações que totalizaram US$ 3,4 bilhões em linha com compromisso de recompra. Estoque a vencer totaliza US$ 3,9 bilhões
O principal índice da bolsa brasileira fez força, mas não conseguiu deixar a zona dos 103 mil pontos. Sem novos fatores de influência, o Ibovespa encontra dificuldades para continuar avançando, mas também não perde terreno
Expectativa com BCE e ameaça de greve de caminhoneiros no radar
A Microsoft reportou resultados trimestrais fortes e, com isso, suas ações atingiram uma nova máxima histórica. E analistas veem mais espaço para as ações da empresa fundada por Bill Gates continuarem subindo
Assim como um cachorro entediado persegue o próprio rabo para tentar se distrair, o Ibovespa tentou encontrar um fator para dar direção às negociações, em meio ao vácuo deixado pela reforma da Previdência. Mas foi em vão: o índice correu em círculos, sem conseguir abocanhar nada, e fechou a semana com baixa acumulada de 0,44%
Confusão sobre fala de presidente do Fed de NY pode induzir a ajustes
O Ibovespa passou a primeira metade do pregão oscilando perto da estabilidade. Mas uma melhora no humor dos mercados americanos deu força às negociações por aqui
Veja os destaques do Seu Dinheiro nesta manhã
Gestor da Bridgewater compartilha sua avaliação sobre como a atuação dos BCs, juros negativos e endividamento crescente vão mudar a cara do mercado
Otavio Costa é um brasileiro que trabalha no mercado americano e se soma à corrente que acredita em recessão nos EUA e problemas de crédito na China. Cenário que faz do ouro a melhor opção no momento
O Ibovespa fechou a sessão desta quarta-feira (17) em leve alta e, com isso, está praticamente zerado no acumulado da semana, em meio à ausência de fatores de influência no Brasil e ao tom de prudência visto lá fora
Pesquisa do Bank of America Merrill Lynch também mostra que câmbio deve ficar entre R$ 3,6 a R$ 3,8 e Selic entre 5,5% e 6%
Numa terça-feira (16) sem maiores drivers no front local, a agenda de dados econômicos no exterior despontou como principal fator de influência para o Ibovespa — e o noticiário global desestimulou os agentes financeiros
Instituto Internacional de Finanças (IIF) mostra que quanto menor o juro, maior o endividamento mundial, que está para bater o recorde visto no começo de 2018