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Comissão especial começa a discutir hoje o parecer da reforma da Previdência, um dia antes das decisões de juros do Fed e do Copom
Discussões sobre reforma da Previdência e decisão de juros pelo Copom e Fed são os destaques da semana, encurtada por feriado na quinta-feira
Parecer a ser lido na comissão especial deve trazer várias alterações, trazendo dúvidas sobre a economia fiscal a ser gerada com a reforma
Dados de inflação no Brasil e sobre o emprego nos Estados Unidos devem calibrar as chances de corte nas taxas de juros por parte do Copom e do Fed
Presidente da distrital de Nova York, John Williams, disse acreditar que a política monetária está em tom neutro
Presidente Jerome Powell reforça expectativa de corte de juro que voltou a rodar mercados americanos com mais força
Investidores apostam em cortes nos juros dos EUA e do Brasil, diante das preocupações com a guerra comercial e do otimismo com aprovação da reforma da Previdência
James Bullard disse que a instituição pode considerar formas de recentralizar a inflação e as expectativas de inflação na meta de 2%
BC americano afirmou taxa entre 2,25% e 2,5% e voltou a falar em sólido crescimento econômico. Presidente Jerome Powell disse que comitê está confortável com atual política monetária
Executivo sofre uma aparente falta de apoio no Senado, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tê-lo indicado
BC americano decidiu manter a taxa básica de juros do país na faixa de 2,25% a 2,50% ao ano em março e sugeriu que não elevará as taxas ao longo deste ano
Mario Draghi alertou que uma possível perda de autonomia do Fed poderia afetar a credibilidade das políticas da instituição
Presidente da distrital do Fed em Nova York ressaltou que a perspectiva econômica dos EUA é positiva, com crescimento que deve ficar “em torno de” 2% este ano
Presidente americano argumenta que, se não tivessem ocorrido as altas nos juros, a produção econômica e as ações estariam melhores
Presidente da distrital de Chicago também avaliou que a economia americana permanece em uma posição forte, mencionando uma estimativa de crescimento entre 1,75% e 2% para 2019,
Banco Central americano deixa taxa entre 2,25% e 2,5% e diz que atividade segue firme, mas em ritmo menor que o visto no fim de 2018.
A postura do Federal Reserve trouxe alívio às negociações no meio da tarde, mas a tensão em relação à previdência dos militares pesou sobre o índice na reta final do pregão
Dia reserva as decisões de política monetária no Brasil e nos EUA e foco está na comunicação
O principal índice da bolsa brasileira passou boa parte da tarde na faixa dos 100 mil pontos, mas não conseguiu permanecer nesse nível. O dólar comercial ficou praticamente estável
Decisões do Federal Reserve impactam todos os investimentos no mundo e mudanças podem ser favoráveis ao Brasil e outros emergentes