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Julho termina com decisões do Fed e do Copom sobre rumo das taxas de juro
Corte da Selic é dado como certo. Dúvida é sobre redução de 0,25 ponto ou meio ponto percentual. Mas antes, acompanharemos o BC americano
Mario Mesquita, ex-BC e economista-chefe do Itaú, vê condições para corte da Selic em 1,50 ponto antes de dezembro
Data maxima venia, mas em meio a euforia do mercado com decisões do Fed e Copom, vale refletir sobre o que leva um BC a cortar os juros
Sobre a condução dos juros, o presidente do Banco Central ponderou que a questão não é o sinal, mas sim a intensidade
Fernanda Feitosa Nechio também defendeu manutenção do atual nível de reservas internacionais. Indicação foi aprovada por unanimidade na CAE e por 64 votos a 2 no plenário do Senado
Presidente e diretor do Banco Central enfatizam que não há relação mecânica entre reformas e política monetária
Relatório de Inflação reafirma importância das reformas. Agora é aguardar Roberto Campos Neto para ver se ele tira alguma pista sobre o futuro da Selic do bolso
Ata do Copom diz que juro atual estimula atividade e que redução de incerteza vai impulsionar investimento privado. Selic deve ficar em 6,5% por mais tempo
Volta do feriado nacional deve ser de ajuste positivo nos ativos locais, em meio à disposição dos bancos centrais em aumentar os estímulos monetários
O Copom não deu sinais explícitos quanto a um corte de juros no futuro, mas semeou pistas ao longo do comunicado — o que tende a diminuir a frustração do mercado
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reconhece piora da economia, mas quer ver avanços concretos na agenda de reformas antes de mudar de postura
Decisões de política monetária centram atenção nos mercados. Reação pode ser positiva, mas o que motiva a atuação dos BCs não é nada animador
A partir de setembro, instituições financeiras esperam pelo início de um ciclo de cortes na taxa básica de juros, que hoje está em 6,5%
Os que defendem ao menos um aceno ao corte no comunicado dão ênfase à avaliação da modelagem que considera a longa permanência da taxa de desemprego elevada e a ociosidade da economia
Dados de inflação no Brasil e sobre o emprego nos Estados Unidos devem calibrar as chances de corte nas taxas de juros por parte do Copom e do Fed
Em entrevista, Roberto Campos Neto volta a afirmar que não troca inflação controlada por crescimento de curto prazo e faz um importante desenho sobre a substituição do setor público pelo privado como motor do crescimento
Presidente do BC volta a acenar estabilidade da Selic e destaca importância das reformas para estabilidade fiscal e para ampliação do financiamento à iniciativa privada
Avaliação mais radical é do economista Sérgio Werlang, ex-diretor do Banco Central e assessor da Fundação Getulio Vargas
Presidente do Banco Central (BC) participa de audiência no Congresso e reforça posição já apresentada na ata do Copom. Por ora, nenhum aceno diferente de manutenção da Selic em 6,5% ao ano