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Disputas no plenário da Câmara são semelhantes às disputas no campo. Têm regras! Algumas nascem do bom senso. Espero que os jogadores não esqueçam a relevância da sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) marcada para esta terça-feira (23).
Nova forma de anunciar reajuste faz lembrar das orientações do então presidente para apresentar taxas de juros ao mês e não mais ao ano
Os bancos têm aplicados no curto prazo mais de 1,3 trilhão de reais, e as empresas, mais de 200 bilhões de reais, mostram os dados do Banco Central. Essa montanha de dinheiro manda algumas mensagens.
Brasília promete esquentar com envio da Lei de Diretrizes Orçamentárias, votação da reforma da Previdência na CCJ da Câmara e a definição de novos detalhes do leilão de petróleo do pré-sal
Outro dia, ao falar do ministro Paulo Guedes (Economia), o presidente disse que o bom relacionamento entre eles foi “amor à primeira vista”. Assim como eu, você deve ter compreendido que Bolsonaro quis dizer que eles têm objetivos comuns. E nós sabemos que essa é uma condição fundamental para que um “casamento” dê certo
Bastou o deputado Zeca Dirceu (PT-PR) disparar “Tigrão” e “Tchutchuca” para o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o Leandro, líder do Bonde do Tigrão, adentrou ao mundo das Celebs!
Pelo sim, pelo não, melhor é atuar rápido e ao menor custo possível. Nesta terça-feira, o deputado Marcelo Freitas (PSL-MG), relator da reforma da Previdência, vai ler seu parecer na CCJ da Câmara. O texto deve ser votado no dia 17 de abril, mas há um esforço para que a discussão comece dois dias antes (15/4).
Ficou patente que o ministro da Economia, Paulo Guedes, não será o articulador político da reforma no Congresso (sequer de plantão!). Bolsonaro vai ter de ceder e tirar seu ministro-fiador da posição de saco de pancadas.
O saldo do tumulto e do bate-boca a que assistimos na comissão da Câmara ontem será conhecido ao longo desta quinta-feira. Mas que não se espere um passeio no parque, porque há muito em risco na partida que começa daqui a pouco.
“Tomara que seja verdade” que a reforma da Previdência volte a ser prioridade da pauta da Câmara, que os empresários continuem mobilizados em favor da reforma e que o ministro Paulo Guedes (que não sabe mentir) seja um bom articulador político pela reforma junto ao Congresso. Se bem que essa não é a dele.
E se Guedes tivesse falado na terça? Pode ser que o clima entre o Congresso e o governo estivesse em paz e amor e assim o Brasil estaria mais perto da reforma (e os preços dos ativos financeiros não estariam tão estressados). Nunca vamos saber…
O ministro é um artista da palavra. Faz proeza com sujeito e predicado. Nesta semana, ele deve demonstrar essa habilidade a espectadores com característica similar – deputados e senadores possivelmente menos afiados
Não vejo com bons olhos a relação do presidente com o Congresso. E não vejo mesmo! Essa conversa de que ele não vai negociar NA-DA é conversa para boi dormir. O presidente pode não negociar, mas alguém vai e em seu nome… de outro jeito não vale.
Essas nove pessoas, por dever de ofício, já gastaram até oito horas discutindo o destino do seu (e do meu) dinheiro. No último ano, enfim, elas conseguiram um respiro e quatro horas tornaram-se suficientes para passar a vida a limpo e mandar bala
Expectativas para a economia brasileira são formadas de várias maneiras – para o bem e para o mal –, mas é o mercado financeiro que melhor antecipa e demonstra essas expectativas.
Quem nunca passou por esse aperto e agradeceu aos céus por ter aquele dinheiro guardado num fundo de renda fixa para emergências? Aquela aplicação básica em título público ou privado que quebra o maior galho?
Além de terem trabalhado juntos, ambos têm afinidades pessoais. No início de janeiro, Campos Neto foi nomeado assessor no gabinete do ministro da Economia.
O confisco da poupança e o bloqueio, por 18 meses, de valores acima de 50 mil cruzados novos depositados em contas-correntes anunciados pelo presidente Fernando Collor estavam lá, martelando meu cérebro.
Supor que dólar a R$ 3,80, R$ 3,82 ou R$ 3,85 revela investidores despreocupados com o rumo da economia brasileira ou com a força política do governo é visão, no mínimo, ingênua.
A entrevista de Paulo Guedes abre espaço para três interpretações e terá impacto nos preços dos principais ativos financeiro, a depender da leitura de operadores, gestores e investidores