O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A gigante da tecnologia anunciou planos para investir em torno de US$ 80 bilhões só no ano fiscal de 2025 para a construção de data centers para IA
A Microsoft está de olho em uma “oportunidade de ouro”: a expansão da inteligência artificial nos Estados Unidos.
Para a gigante da tecnologia, essa deverá ser a “estrela-guia” dos negócios daqui para frente — e a companhia anunciou planos para investir em torno de US$ 80 bilhões de dólares só no ano fiscal de 2025 para a construção de data centers para IA.
Desse total, mais da metade do investimento será alocado nos Estados Unidos, afirmou o presidente da Microsoft, Brad Smith, em publicação no blog da companhia na semana passada.
"Hoje, os Estados Unidos lideram a corrida global de IA graças ao investimento de capital privado e às inovações de empresas americanas de todos os tamanhos, desde start-ups dinâmicas até empresas bem estabelecidas", disse Smith.
Na avaliação da big tech, os próximos quatro anos podem “construir uma base para o sucesso econômico” dos EUA para os próximos 25 anos.
Os novos centros de dados da Microsoft serão focados em treinamento de modelos de IA e na implementação de aplicações baseadas em IA e na nuvem.
Leia Também
No ano passado, a companhia já havia anunciado a intenção de investir mais de US$ 35 bilhões em 14 países em três anos para construir infraestrutura de data centers de IA e nuvem. No Brasil, esse investimento será de R$ 14,7 bilhões.
As ações da Microsoft iniciaram o dia em leve alta durante o pré-mercado em Wall Street, com ganhos da ordem de 1,01%, negociadas a US$ 427,61 pela manhã.
A Microsoft avalia que os Estados Unidos têm uma “oportunidade única” de se lançar ao topo na briga por inteligência artificial e “desenvolver as ideias fundamentais definidas para a política de IA durante o primeiro mandato do presidente Donald Trump”.
“Os Estados Unidos estão prontos para ficar na vanguarda dessa nova onda tecnológica, especialmente se dobrarem seus pontos fortes e efetivamente fizerem parcerias internacionais”, afirmou a empresa.
O presidente da big tech vê três etapas para o sucesso dos EUA em tecnologia.
A primeira delas é justamente o investimento e avanço em tecnologia e infraestrutura de IA americanas líderes mundiais.
Em segundo lugar, a gigante da tecnologia destaca a necessidade de estímulos para a qualificação de profissionais.
O CEO da Microsoft avalia que os EUA precisam defender programas de qualificação que permitam a “adoção generalizada de IA e oportunidades de carreira aprimoradas em toda a economia”.
O último passo é a internacionalização destas tecnologias: os Estados Unidos devem se concentrar em exportar a IA norte-americana para países aliados.
Leia também:
Para o CEO da Microsoft, os Estados Unidos estão em uma “posição forte” para vencer a disputa com a China, avançando na adoção internacional da IA norte-americana.
“Embora o governo dos EUA tenha se concentrado corretamente em proteger componentes sensíveis de IA em data centers seguros por meio de controles de exportação, um elemento ainda mais importante dessa competição envolverá uma corrida entre os Estados Unidos e a China para espalhar suas respectivas tecnologias para outros países”, disse.
Vale lembrar que o rápido desenvolvimento do setor de inteligência artificial da China aumentou a competição entre as tecnologias norte-americanas e chinesas — e a expectativa é que isso se intensifique ao longo dos próximos quatro anos.
O executivo afirma que a corrida entre as duas maiores economias do planeta por influência internacional provavelmente será vencida pelo país que se movimentar mais rápido.
Desde que tecnologias como o ChatGPT ganharam força no mundo inteiro, um temor comum passou a ocupar a cabeça dos trabalhadores: a inteligência artificial vai roubar o meu trabalho?
Na visão do presidente da Microsoft, é possível, sim, que a IA possa acabar com o seu emprego.
O CEO avalia que a inteligência artificial — bem como todas as novas tecnologias — tem total potencial para perturbar a economia e substituir algumas posições no mercado de trabalho.
No entanto, o chefão da gigante da tecnologia acredita que, dado o avanço de iniciativas de qualificação nos últimos anos, a chance de que a IA crie novas oportunidades que superem muitos dos desafios futuros é ainda maior hoje.
Na visão da Microsoft, a IA oferece não apenas novas ferramentas para o trabalho, mas também novas maneiras de ajudar as pessoas a aprender “quase tudo” — o que permitiria a busca de empregos mais bem pagos e carreiras mais bem-sucedidas.
“Se bem usada, a inteligência artificial ajudará a diminuir as barreiras de entrada para muitas profissões, substituirá tarefas rotineiras e criará uma base para a criatividade humana que se baseia nessas ferramentas. A IA criará novas oportunidades econômicas, permitindo que empreendedores iniciem novos negócios e criem novos empregos. Ao longo do caminho, ela também pode aumentar a produtividade em todos os setores da economia, impulsionando a oportunidade do país para o crescimento econômico”, escreveu.
Montadora recalibra estratégia após freio nas vendas de elétricos e pressão da concorrência chinesa; entenda a nova cartada da Stellantis na Europa
Ambas as indicações atribuídas ao fundo da Reag constavam na ata da reunião na qual os conselheiros foram eleitos, em março de 2025
A Cosan (CSAN3) e o BTG Pactual (BPAC11), por meio de fundos, apresentaram uma proposta à Shell de reestruturação da Raízen. Já a inglesa Shell devolveu com um novo plano
Fundo Garantidor de Crédito (FGC) vai antecipar o pagamento de até R$ 1 mil a credores do will bank pelo app do banco; veja o passo a passo para resgate
LOGG3 foi promovida para “compra” com preço-alvo em R$ 34; banco cita o início do ciclo de cortes na taxa básica como um dos principais gatilhos para o papel
Para 2026, a expectativa é de 15 novas unidades Riachuelo, em postos que já estão praticamente fechados, disse Miguel Cafruni, diretor financeiro, em entrevista ao Seu Dinheiro.
Executivos destacam desempenho operacional recorde em teleconferência, apesar do prejuízo contábil no 4T25
Os papéis da companhia chegaram a subir mais de 8% nesta sexta-feira (13) com a revisão do preço-teto do leilão de reserva
Os papéis da mineradora acumulam ganho de 22% em 2026; saiba se ainda há espaço para mais ou se VALE3 chegou ao topo da valorização para o ano
Com os recentes rebaixamentos feitos por agências de classificação de risco, a produtora acredita que será mais difícil vender ativos, recuperar créditos fiscais e até pegar crédito no mercado, já que perdeu o grau de investimento
A renúncia acontece em um momento sensível para a empresa, que atravessa processo de privatização por meio de oferta de ações na Bolsa
Seis anos após crise contábil, resseguradora tenta consolidar virada enquanto enfrenta novas arbitragens de acionistas
Projeções da Bloomberg indicavam expectativas mais altas de receita e Ebitda, depois do recorde de produção e da volta ao topo do ranking global de minério
Com a Raízen afundando para a faixa de alto risco, a S&P passou a ver mais incertezas e riscos financeiros para a controladora
Antiga controladora da petroquímica teria sido responsável por evento pontual que pressionou indicador do BB, diz Money Times
Mesmo com pressão sobre volumes e margens, ABEV3 avança embalada por JCP e pelo humor do mercado; bancos divergem sobre o balanço
As ações da ex-Guararapes reagem positivamente ao balanço do quarto trimestre de 2025, com o melhor ano da série histórica para a varejista de moda
A Petrobras optou por não comprar a parte da Novonor para se tornar dona sozinha da petroquímica, nem vender sua própria fatia na mesma operação
FGC impõe reforço extraordinário e eleva contribuição anual dos bancos para recompor liquidez; entenda o impacto para o BB
Administração fala em “low teens” para o ROE e prioriza ajuste da carteira antes de aumentar remuneração ao acionista