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Maria Eduarda Nogueira

Maria Eduarda Nogueira

Jornalista formada pela Universidade de São Paulo (USP), com pós-graduação em Comunicação e Marketing Digital na ESPM. Atualmente, está baseada em Paris, onde faz mestrado em comunicação e mídias digitais na Sorbonne e cobre temas como luxo, turismo e arte.

OTIMISMO PERMANECE

Itaú BBA corta preço-alvo da Sabesp (SBSP3), mas ação continua sendo ‘top pick’ e tem potencial para se tornar pagadora de dividendos

Analistas ajustam as projeções por conta do cenário macro turbulento, mas veem com bons olhos o baixo endividamento da companhia e o potencial de crescimento do EBTIDA

Maria Eduarda Nogueira
Maria Eduarda Nogueira
23 de janeiro de 2025
19:29 - atualizado às 18:22
Privatização da Sabesp (SBSP3)
Privatização da Sabesp (SBSP3) - Imagem: Divulgação

A deterioração progressiva do cenário macroeconômico, a perspectiva de escalada da Selic e inflação e os recentes resultados da maior empresa de saneamento do país fizeram os analistas do Itaú BBA atualizarem as projeções para a Sabesp (SBSP3)

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A ação da companhia teve o preço-alvo ajustado para R$ 132,20, contra os R$ 143,40 anteriormente definidos. 

Apesar da redução no indicador, a instituição segue firme na recomendação de compra do papel, que é uma das principais escolhas no setor de utilities (segmento que inclui energia e saneamento básico). 

Os analistas justificam a indicação por conta do valuation atrativo do papel, do crescimento forte do EBTIDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização), do baixo nível de endividamento e do potencial de geração de valor através de novas concessões.

A instituição avalia positivamente o processo de turnaround da empresa após a privatização e acredita que os investidores vão ganhar confiança conforme a companhia comece a entregar resultados.

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Redução de custos e ajuste na receita

A Sabesp tem tomado uma série de iniciativas para consertar o problema de “gap” na receita – aproximadamente R$ 800 milhões –, causado pelos descontos de tarifas para clientes de larga escala, como indústrias e empresas. 

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Depois de analisar os contratos e mapear os riscos, a companhia decidiu remover o desconto para a maioria desses consumidores, resolvendo quase 70% do “rombo” na receita. Atualmente, a regulação permite até R$ 300 milhões em reduções tarifárias. 

"Acreditamos que a empresa tentará negociar com o regulador para incorporar a lacuna restante nas tarifas, zerando a diferença de uma forma ou de outra”, escrevem os analistas do Itaú BBA. 

Somado a isso, a ex-estatal tem trabalhado também para reduzir os custos, uma iniciativa que o BBA considera promissora e importante. 

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Até o final deste mês, a Sabesp está conduzindo um programa de demissão voluntária, que deve ter uma alta adesão, na projeção dos analistas. 

“Seguindo o padrão observado em outras privatizações, esperamos um ajuste significativo no perfil da força de trabalho da empresa, com funcionários não gerenciais de longa data optando pelo programa de desligamento voluntário e novos talentos sendo recrutados”, diz o relatório.

Há também uma expectativa de mudanças nas posições de gerência e na remuneração em todos os níveis.

Sabesp: a nova ‘vaca leiteira’ da bolsa?

Apesar de prever uma geração de caixa negativa até 2028, por conta do alto capex (investimento) e da pressão nas despesas, o Itaú BBA acredita que a Sabesp tem potencial para manter os níveis de dívidas baixos.

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Mais especificamente, eles não esperam que a alavancagem supere o múltiplo de 2,5 vezes dívida líquida/EBTIDA.

Por outro lado, os analistas projetam aumento significativo do EBITDA nos próximos anos, impulsionado pelos reajustes tarifários e pelos contínuos esforços de redução de custos da empresa.

A combinação destes fatores cria um cenário promissor para que a Sabesp se torne uma pagadora de dividendos no médio a longo prazo

Entre leilões e leilões

O Itaú BBA vislumbra a Sabesp como uma consolidadora, participando de leilões de saneamento e adquirindo empresas. Vale lembrar que, em encontros recentes com investimentos, o governo de São Paulo mencionou o projeto de fazer alguns leilões de concessões entre o fim deste ano e começo de 2026.

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Em concessões fora de SP, os analistas preveem até mesmo que a companhia possa se juntar à Equatorial (EQTL3).

“Em nossa visão, a Sabesp poderia contribuir com sua expertise em engenharia, enquanto a Equatorial poderia fornecer seu conhecimento dos desafios das concessões (para aquelas que opera) e extrair sinergias com as operações da distribuidora de energia elétrica”, comentam. 

Também joga a favor das duas empresas o fato de que, em um cenário macro mais difícil, os leilões sejam mais racionais e tenham propostas menos agressivas da concorrência. 

“Os maiores concorrentes da Sabesp e da Equatorial estão altamente endividados e vão ter dificuldade em fazer empréstimos a um preço razoável”, informa o relatório. 

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