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Ainda longe de seu recorde histórico, o bitcoin mostra sinais de recuperação, após duas semanas conturbadas provocadas pela última reunião do Fed
2025 já começou com novidades, e no universo das criptomoedas, a segunda semana do ano trouxe boas notícias. Após semanas de baixa, o bitcoin (BTC) finalmente voltou a superar a marca simbólica dos US$ 100 mil nesta segunda-feira (06). No momento da redação deste texto, segundo dados da CoinMarketCap, a principal criptomoeda do mercado está cotada em torno de US$ 102 mil.
Embora o recorde histórico do criptoativo, de US$ 108 mil, ainda esteja distante, a recente alta representa um respiro. Ela ocorre após duas semanas marcadas por tensão, iniciada com a última reunião de 2024 do Federal Reserve (Fed), em 18 de dezembro, que deu um banho de água fria nos mercados ao sinalizar uma desaceleração no ritmo de cortes de juros nos Estados Unidos. O que seguiu foi uma das maiores liquidações da história da criptomoeda.
A alta ocorre na mesma data da ratificação da vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais norte-americanas pelo congresso. Coincidência ou não, a confiança nas reformas prometidas por Trump impulsiona grande parte do otimismo no mercado de criptoativos para 2025 e analistas da CoinDesk apontam tendência para a quebra de novos recordes após a posse do presidente republicano.
Essa última escalada ganhou força na primeira semana do ano e entre diversos fatores incluiu o quinto maior fluxo de entrada em ETFs de bitcoin nos Estados Unidos desde o lançamento dessa categoria de investimento em janeiro de 2024. Investidores aportaram um total líquido de US$ 908 milhões, segundo dados compilados pela Bloomberg.
Sinais de otimismo continuam a ganhar força em 2025. Entre os fatores positivos, destaca-se a recuperação do "Bitcoin Coinbase Premium", métrica que mede a diferença de preço do token entre a Coinbase Global Inc., uma das maiores exchanges de ativos digitais dos EUA, e a Binance Holdings Ltd., líder global no mercado de criptoativos.
No início do ano, essa métrica havia atingido seu ponto mais baixo desde o colapso da FTX, de Sam Bankman-Fried, em 2022. No entanto, ela se recuperou, indicando um aumento na demanda de investidores americanos.
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Outro sinal de entusiasmo vem da MicroStrategy Inc., empresa de software conhecida por suas apostas em bitcoin. Na última semana, a companhia adquiriu US$ 101 milhões em BTC, marcando a nona semana consecutiva de compras, conforme um documento apresentado à SEC (Comissão de Valores Mobiliários dos EUA).
Outras empresas também têm seguido essa tendência. A japonesa Metaplanet Inc., por exemplo, anunciou planos de aumentar suas reservas de bitcoin em 470% até 2025, com o objetivo de alcançar 10.000 BTC ainda este ano, em linha com sua estratégia de acumulação iniciada em abril.
Enquanto isso, a maior iniciativa de todas pode vir do governo dos Estados Unidos. Além de manter sua reserva atual de 210.000 bitcoins avaliados em cerca de US$ 21 bilhões, adquiridos majoritariamente por apreensões criminais, a proposta de lei da senadora republicana Cynthia Lummis, chamada Bitcoin Act de 2024, sugere que o país construa uma reserva estratégica de 1 milhão de bitcoins ao longo dos próximos cinco anos — aproximadamente 5% da oferta global.
Ainda há ceticismo sobre a sustentabilidade da alta do BTC em alguns setores do mercado e dúvidas quanto à viabilidade de uma reserva nacional de bitcoin nos Estados Unidos. Resta ao governo de Donald Trump, que inicia um novo mandato dia 20 de janeiro 2025, mostrar o que é possível para as criptomoedas nesse novo ciclo.
*Com informações da Bloomberg e do Decrypt
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