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Documentário da Netflix mostra a volta triunfal do Rei do Rock aos palcos após anos apagado com o esgotamento de sua fórmula para o cinema
Elvis Presley chegou a ser um dos atores mais bem pagos de Hollywood nos anos 50 e 60. Os filmes do Rei do Rock eram a ponta de iceberg de uma estratégia de marketing articulada pelo seu empresário, o coronel Parker.
A fórmula parece genial: lançar filmes com o Elvis cantando com garotas bonitas e vender o álbum com a trilha sonora e outros souvenirs. Deu certo por um tempo, e Elvis e seu empresário ganharam um bom dinheiro.
Foram mais de 30 filmes de Elvis com essa estratégia. O enredo se repetia, com poucas adaptações e orçamentos cada vez menores. O cenário era cada vez mais barato. As músicas deixaram de ser originais. E parou de dar resultado. Chegou uma hora que todo mundo cansou, e as portas se fecharam para Elvis em Hollywood.
Foi aí que seu empresário teve a ideia de colocar o Rei do Rock de volta na televisão. E fazer um especial com cenas ensaiadas, parecidas com as que ele fez nos anos anteriores no cinema. Mas o astro se revoltou e mudou o enredo.
Essa história é parte do documentário “O Retorno do Rei: Queda e Ascensão de Elvis Presley”, disponível na Netflix. Ele mostra a volta ao palco triunfal do músico no especial de Natal da NBC de 1968.
Esse trecho da biografia de um dos maiores músicos de todos os tempos — que também aparece no filme “Elvis”, que traz Tom Hanks no papel do empresário do Rei do Rock — deixa lições profundas sobre estratégia de negócios, carreira e dinheiro.
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O ineditismo tem um impacto no mercado. É por isso que as fórmulas de sucesso se esgotam com o tempo. O filme “Feitiço Havaiano”, de 1961, colocou o single Blue Hawaii no topo das paradas dos EUA por 20 semanas consecutivas. Em “Meu Tesouro é Você”, de 1967, o último filme de Elvis pela Paramount, o álbum sequer entrou nas paradas.
A verdade é que, em algum momento, o público “cansa” das mesmas histórias. Ao repetir a dose, o resultado não é o mesmo. Tende a piorar, embora o movimento não seja necessariamente linear.
Um dos erros das empresas é projetar receitas futuras a partir de experiências do passado, como se o mercado fosse responder da mesma forma para sempre.
A lição que fica para o mundo dos negócios é aprender a lidar com os ciclos com naturalidade. Em vez de acreditar que fórmulas de sucesso funcionarão para sempre, é melhor investir em inovação para buscar a próxima onda. De preferência, antes da fórmula da vez se esgotar.
Elvis aceitou fazer filmes ruins para ganhar dinheiro e de fato ganhou. Acho natural e positivo que empresas e pessoas busquem maximizar suas receitas. Mas a questão é: a que custo? No caso do Elvis, custou sua reputação e uma década longe dos palcos.
É essencial que as decisões de negócios considerem não só ganhos de curto prazo, mas também os objetivos de longo prazo e os riscos reputacionais envolvidos. Para sobreviver no mercado, é preciso ter não só estratégia consistente, mas também uma credibilidade no longo prazo.
Familiares de Elvis relatam que ele tinha momentos de fúria ao ler os roteiros dos filmes e que sentia tanto desgosto que não assistia as produções depois de prontas. Então por que continuou gravando?
Ele era obrigado, pois estava amarrado em contratos firmados pelo seu empresário com as produtoras. É de conhecimento público que Elvis terceirizou a gestão da sua carreira ao coronel Parker. E acabou forçado a fazer esses filmes e outras concessões artísticas.
Não há problema nenhum em ter aconselhamento financeiro, médico, de carreira etc. Mas todo adulto deveria assumir as rédeas da própria vida. É cômodo, porém perigoso, “terceirizar” responsabilidades. No caso do Elvis, foi parar onde não queria.
Em outros casos, o problema é outro. Muitas pessoas simplesmente não sabem aonde querem chegar e não assumem o protagonismo da própria carreira. Nesse caso, qualquer caminho serve…
Isso também vale para investimentos. Uma boa assessoria é sempre válida, mas deixar as rédeas do destino financeiro para terceiros pode custar caro.
Um dos maiores desafios de um gestor é montar uma boa equipe. Muitas vezes deixei de contratar as pessoas que pareciam as mais capacitadas para as posições. Simplesmente porque não vi o tal do brilho do olho.
Há profissionais que trabalham apenas por dinheiro. E não há nada de errado nisso. Afinal, o contrato de trabalho é uma troca: o seu tempo por um salário no fim do mês. Todo mundo tem conta para pagar e a maioria das pessoas não pode esperar o emprego dos sonhos.
Mas é inegável que faz diferença trabalhar com pessoas genuinamente apaixonadas pelos seus trabalhos. O brilho no olho não se fabrica. Ele só aparece no olhar dos apaixonados.
Para ter uma ideia do impacto do brilho no olho na performance de uma pessoa veja um filme do Elvis e depois compare com sua apresentação no show de Natal de 1968.
Não há palavras para dimensionar a potência do que foi o retorno do Rei ao seu habitat natural. Felizmente, as cenas estão registradas em um show que ficou para a história.
Um abraço!
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