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Juan Rey
Juan Rey
Jornalista pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Já trabalhou para o Money Times, Seu Dinheiro e Jornal da PUC, além de colaborar no UOL e Projeto #Colabora. Atualmente é Produtor de Conteúdo na Empiricus.
Onde Investir

Mercado privado: veja as vantagens e desvantagens desse setor pouco explorado pelos investidores tradicionais da bolsa de valores

Entenda como funcionam os principais ativos do mercado privado e como eles podem sofisticar seu patrimônio

Juan Rey
Juan Rey
10 de julho de 2024
10:00 - atualizado às 8:53
Investidor nos mercados financeiros de Wall Street private equity mercado privado
Imagem: DALL-E/ChatGPT

Você sabe como funciona o mercado privado? À primeira vista, pode parecer complicado investir em ativos não negociados na bolsa de valores. No entanto, eles podem ser uma ótima opção para diversificar e sofisticar seus investimentos.

Para entender melhor sobre essa modalidade de investimento, o programa Onde Investir, do Seu Dinheiro, conversou com o sócio-fundador e CIO da gestora Carbyne Investimentos, Filipe Caldas.

Segundo Caldas, a gestora investe em quatro verticais dentro do mercado privado. Entenda cada uma delas:

  • Private Equity e Venture Capital

Private Equity é a modalidade de investimentos em empresas de médio ou grande porte, que já possuem faturamento expressivo, mas não são listadas na Bolsa de Valores.

Já o Venture Capital refere-se ao investimento em empresas de até médio porte, com potencial de crescimento promissor mas que ainda não atingiram a maturidade. O objetivo do investimento é permitir que essas empresas cresçam e atinjam seu potencial.

“Podemos investir desde o princípio da vida da empresa até um possível pré-IPO, e sair em uma venda na Bolsa”, esclarece Caldas.

  • Imobiliário

Dentre as opções imobiliárias no mercado privado, Caldas diz direcionar o foco no imobiliário residencial, principalmente nas regiões fora do eixo Rio-SP.

“Operamos principalmente no Espírito Santo, Santa Catarina e Paraná, que são estados que têm um PIB per capita que é praticamente o dobro e uma taxa de emprego que é quase a metade da média brasileira. São regiões com poder econômico forte e muito carentes de ativos residenciais”.

  • Ativos reais

Os ativos reais estão relacionados à economia real, já que estão diretamente conectados com a capacidade produtiva da sociedade. “Os ativos reais são, por exemplo, infraestrutura, matérias-primas e ativos do tipo. Também tentamos nos posicionar nessa classe”, explica Caldas.

  • Dívida privada

Trata-se de um empréstimo que se faz para uma empresa privada com a promessa de um retorno do investimento em um determinado prazo, remunerado por um determinado juro.

“A dívida privada é um meio de financiar todos esses projetos citados via dívida ao invés de equity”, explica Filipe Caldas.

Quanto do patrimônio alocar no mercado privado?

A porcentagem do patrimônio alocado no mercado privado depende do perfil de risco de cada investidor, explica Caldas.

“No entanto, se usarmos como padrão os melhores investidores a nível mundial, como a Calpers, que é o maior fundo de pensão da Califórnia, eles chegam a investir 50% dos ativos nesta classe chamada mercado privado”.

É claro que, por se tratar de um investimento sofisticado, ele é mais indicado para os investidores que possuem uma carteira robusta e uma reserva de emergência consolidada.

A sugestão do gestor é ter “de 5% a 10% da carteira em ativos dessa natureza”. 

Quais são as diferenças para os investimentos mais tradicionais?

O principal risco do investimento no mercado privado é a falta de liquidez diária, como se tem nas classes mais tradicionais de investimentos.

“Mas se formos olhar em um período grande, as contrapartes líquidas representam um retorno muito mais baixo em comparação com as contrapartes ilíquidas. Ou seja, existe um prêmio relativamente alto para se ter exposição a esses ativos ilíquidos”.

Além do prêmio pelo risco maior embutido, o mercado privado reúne outros dois pontos atrativos relevantes na comparação os ativos listados em Bolsa:

  1. A volatilidade mais baixa do que a que ocorre nos mercados líquidos;
  2. A baixa correlação com os investimentos tradicionais.

Sobre o segundo ponto, a descorrelação do mercado privado com os investimentos tradicionais, como as ações e o CDI, garante um nível extra de diversificação para a carteira, avalia Caldas.

“Isso quer dizer que, quando um sobe, o outro não necessariamente sobe, quando um cai o outro não necessariamente cai. Com isso conseguimos diversificar os riscos da carteira e otimizar os retornos com uma volatilidade mais baixa para o cliente”, explicou.

Como investir no mercado privado?

Os interessados em investir nesses ativos podem procurar gestoras de fundos que investem no mercado privado e podem auxiliar o investidor nessa jornada.

Foi com esse intuito que a Carbyne Investimentos, que pertence à Apex Partners, foi criada em 2020: desbravar os mares ainda pouco explorados pelos investidores tradicionais da bolsa de valores.

Hoje, o investimento mínimo no principal fundo de fundos da Carbyne é de R$ 10 mil. “Temos mais de 250 fundos subjacentes na carteira. 60% do portfólio está no Brasil e 40% no exterior, dando uma diversificação maior para o cliente. Temos mais de 3 mil posições no mercado privado”, disse Filipe Caldas.

Assista à entrevista completa com Filipe Caldas no programa Onde Investir neste link. No vídeo, você também vai conferir recomendações de investimentos em diferentes classes de ativos feitas pelos analistas da Empiricus.

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