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Os analistas do Santander elevaram o preço-alvo para o fim de 2024 para R$ 27, implicando em uma valorização potencial de 54% em relação ao último fechamento
Enquanto o mercado apostava que os preços mais baixos da soja resultariam em retornos negativos para a SLC Agrícola (SLCE3), a última avaliação de terras da companhia trouxe uma nova maré de otimismo para os analistas.
Principal produtora agrícola com ações negociadas na B3, a companhia anunciou na noite da última sexta-feira (28) que suas terras foram avaliadas em aproximadamente R$ 11,59 bilhões pela consultoria independente Deloitte.
A cifra representa um aumento de cerca de 6% frente aos R$ 10,93 bilhões da avaliação anterior. Se desconsiderados os ajustes no portfólio de terra devido ao distrato de uma área em 2024, a apreciação foi de 7%.
O desempenho acima do esperado deu sustentação à visão positiva do Santander para a SLC, que manteve a recomendação de “outperform” — equivalente a compra — para as ações.
Os analistas elevaram o preço-alvo de R$ 22 para R$ 27 para o fim de 2024, o que implica em uma valorização potencial de 54% em relação ao último fechamento.
As ações SLCE3 lideraram os ganhos do Ibovespa no pregão desta segunda-feira (1). Os papéis fecharam em alta de 7,22%, cotados a R$ 18,71. No ano, os ativos acumulam uma tímida alta de 3,77%.
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Para o Santander, a SLC Agrícola (SLCE3) atualmente está sendo negociada com um desconto de 30% em relação ao seu banco de terras.
Isso porque o atual valor de mercado (market cap) da companhia, de R$ 7,7 bilhões, implica em uma avaliação de terras de R$ 6,7 bilhões, assumindo um valor econômico líquido gerado por áreas arrendadas de R$ 4 bilhões.
“Embora a SLC não deva monetizar suas terras, acreditamos que a avaliação da empresa deve considerar a avaliação de seus ativos, pois um locador gera valor por meio de contratos de arrendamento e avaliações de ativos”, afirmaram os analistas, em relatório.
Na avaliação do banco, a companhia ainda se encontra com um bom problema: que o anúncio da avaliação de terras leve os investidores a questionar se os preços das terras podem crescer acima da inflação no longo prazo.
“Se os preços das terras crescessem 1,5 vez a inflação, como fizeram anteriormente, poderíamos ver um potencial de alta adicional de R$ 1,5 por ação”, projetam os analistas.
Vale destacar que a SLC superou os rendimentos médios de produtividade do Brasil em 70% de suas colheitas desde 2010.
A expectativa do Santander é que a empresa entregue um retorno de 7% sobre seu banco de terras completo (incluindo áreas próprias e arrendadas), contra um custo de arrendamento de 3,2%.
Com isso, os analistas projetam que a SLC Agrícola consiga capturar 30% do valor econômico do banco de terras dos ativos arrendados.
“O crescimento da área arrendada deve elevar ainda mais o desconto, criando um balanço positivo de riscos.”
Na avaliação do Santander, existem 10 questões que podem impactar as projeções do banco para as ações da SLC Agrícola (SLCE3) — tanto para cima quanto para baixo.
Do lado negativo, os analistas elencaram cinco riscos capazes de pressionar os preços dos papéis. São eles:
Já do lado positivo, o Santander afirma que “todos os catalisadores estão se alinhando para a SLC”.
Além da recente avaliação de terras, os analistas preveem que a expansão da área anunciada no início deste ano continuará a impulsionar o crescimento antes da temporada 2024-2025.
“No futuro, esperamos que novos anúncios de arrendamento, juntamente com uma recuperação nos rendimentos e depreciação do real, sejam os principais gatilhos para as ações.”
Segundo o banco, maiores áreas plantadas, rendimentos crescentes e a reavaliação do banco de terras podem ser potenciais catalisadores para a SLC daqui para frente.
Além disso, uma eventual valorização das principais commodities agrícolas produzidas pela companhia — milho, soja e algodão — pode impulsionar a SLC Agrícola.
Outra questão que pode ajudar a empresa daqui para frente é o crescimento econômico dos Estados Unidos, que pode gerar uma demanda adicional por vestuário no país.
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