Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
BIG TECHS

‘Similar a 1929’: as “Sete Magníficas” de tecnologia dos EUA já valem mais do que quase todas as bolsas do mundo; e agora?

Situação é bastante similar à bolha pontocom, em 2000, e ao crash da Bolsa em 29, mas analistas defendem que cenário atual é mais sólido.

Ícones das empresas big techs - Google, Amazon, Facebook e Apple - em uma tela de celular
Ícones das big techs: Google, Amazon, Facebook e Apple. - Imagem: Shutterstok

Um estudo recente do Deutsche Bank revelou que o valor de mercado das “Sete Magníficas” —  Apple, Amazon, Alphabet, Meta, Microsoft, Nvidia e Tesla — superou a capitalização de todas as empresas listadas nas bolsas em quase todos os países do G20.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ou seja, agora essas 7 empresas sozinhas concentram mais poder econômico do que a maioria das principais economias do mundo.

Esse cenário de alta concentração levanta preocupações de alguns analistas.

De acordo com Jim Reid, head de research em economia global no Deutsche Bank, alertou os investidores que, em termos de concentração, o mercado americano está em patamares similares aos de 1929 e de 2000.

O que há de comum entre as duas datas é o estouro de duas bolhas, sendo que a primeira levou à Grande Depressão na década de 1930.

  • Em 1929, o crash da bolsa americana foi um dos maiores da história, fazendo o S&P 500 recuar até 47% nos anos seguintes.
  • Já em 2000, com o crash da bolha pontocom, o Nasdaq, principal índice de tecnologia dos EUA, acumulou queda de 39%.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Talvez desde 1929 não tenha havido uma concentração tão alta em tão poucas ações”, disse Reid à CNBC.

Leia Também

AINDA PRECISA COMBINAR COM OS GREGOS

Birman abre o jogo após tombo de Azzas (AZZA3): sacrifício no 2T26 é salvação no longo prazo, diz o CEO — falta convencer o mercado

SANEAMENTO EM QUEDA

O mercado não gostou do que viu nos balanços de Sabesp (SBSP3) e Copasa (CSMG3)? Veja por que as ações caem hoje

Mas será que a situação atual é realmente tão preocupante? Esse crescimento é saudável e sustentável a longo prazo, ou a economia americana está passando por mais uma bolha?

Como as Sete Magníficas chegaram a esse patamar — e até onde o setor de tecnologia pode ir

O estudo do Deutsche Bank analisou a trajetória das 36 empresas que já ocuparam o ranking das 5 mais valiosas dos EUA desde os anos 60.

O estudo revelou que as Sete Magníficas são mais resilientes do que suas valorizações de curto prazo levam a crer.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com Reid, a maioria dessas empresas está no top 5 há bastante tempo:

  • Microsoft está no ranking desde 1997, ficando apenas quatro meses de fora;
  • Apple está no ranking desde 2009;
  • A Alphabet, controladora do Google, desde 2012, ficando apenas dois meses de fora.

A mais nova empresa do ranking é a Nvidia, que atingiu esse patamar no primeiro semestre de 2023, superando o valor de mercado da Alphabet, dona do Google. A fabricante de chips se beneficiou diretamente da febre das Inteligências Artificiais.

“Você pode questionar o valuation delas, mas as principais companhias do grupo têm se apresentado como as maiores e mais bem sucedidas empresas dos EUA e do mundo nos últimos anos”, comentou Reid.

De acordo com a gestora Evelyn Partners, as Sete Magníficas entregaram um retorno de 107% em 2023.

Para efeito de comparação, isso é mais que o dobro da performance do Nasdaq, que entregou 43% de retorno em 2023 — melhor resultado do índice desde 2020.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Depois dessa excelente performance, que futuro aguarda essas empresas em 2024?

‘As oportunidades podem se ampliar’, diz CIO da Evelyn Partners

Para Daniel Casali, CIO da Evelyn Partners, 2024 pode trazer oportunidades em ações além das Sete Magníficas, por dois motivos:

  1. A resiliência que a economia americana vem demonstrando;
  2. As margens de lucro cada vez melhores.

Casali argumenta que, apesar da alta dos juros americanos nos últimos anos, o resultado financeiro das empresas americanas têm se mantido saudável.

Além disso, “apesar dos salários terem aumentado, eles não acompanharam o aumento dos preços, levando a uma queda nos custos de contratação”, argumenta o CIO.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quando o mercado está tão concentrado em apenas sete empresas, ainda mais com todas sustentadas na mesma tese — notadamente, a febre das IAs —, o investidor pode perder boas oportunidades em outros setores.

Ou seja, para o CIO, o ideal agora é procurar oportunidades entre as outras 493 empresas do índice S&P 500. Se o rally americano continuar impulsionado por esses dois fatores, provavelmente veremos boas valorizações fora das Sete Magníficas.

No entanto, alguns argumentam que a situação atual é bem diferente do cenário da bolha pontocom.

De acordo com a Business Insider, a situação nos anos 90 era muito mais especulativa — o mercado foi inundado por empresas que traziam mais promessas do que resultados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dessa vez, o cenário é o oposto. As empresas por trás do rally são excelentes geradoras de caixa e trazem fundamentos muito mais sólidos.

Ou seja, por mais que existam riscos, não há nada que justifique um temor acima do normal com o desempenho dessas empresas.

A febre das IAs continua a todo vapor, com novos avanços sendo registrados praticamente todas as semanas. O tão esperado corte nos juros americanos em 2024 também pode ajudar a sustentar o rali.

*Com informações da CNBC e Insider

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Hapvida, operadora de saúde, sendo analisada por um médico 13 de agosto de 2026 - 13:22
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). 13 de agosto de 2026 - 11:58
Logo da CSN e, ao fundo, trabalhadores em uma indústria siderúrgica 13 de agosto de 2026 - 11:06
Geovanne Tobias, vice-presidente de Gestão Financeira e RI do Banco do Brasil (BBAS3). 12 de agosto de 2026 - 20:39
Logo do banco do Banco do Brasil (BBAS3) 12 de agosto de 2026 - 20:29
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). 12 de agosto de 2026 - 18:37
Neymar Jr. e Ronaldo 'Fenômeno' em campanha para o Mercado Livre. 12 de agosto de 2026 - 17:50
Banco do Brasil 12 de agosto de 2026 - 9:12
Renato Hermann Cohn, diretor financeiro do banco BTG Pactual. 11 de agosto de 2026 - 16:34
Imagem mostra funcionário com uniforme da Friboi colocando produtos em prateleira no supermercado 11 de agosto de 2026 - 12:35
Escritório do BTG Pactual 11 de agosto de 2026 - 10:48
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar