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A estatal divulga nesta quinta-feira (8), após o fechamento do mercado, o desempenho financeiro entre abril e junho; o Seu Dinheiro mostra o que pode vir por aí
A queda da produção de petróleo e a defasagem do preço dos combustíveis devem pesar sobre os resultados da Petrobras (PETR4) no segundo trimestre de 2024. A estatal divulga o balanço do período nesta quinta-feira (8), após o fechamento do mercado, e a expectativa é de que esse combo comprometa a distribuição de dividendos aos acionistas.
As projeções indicam que a petroleira teve lucro líquido 38,8% menor entre abril e junho na comparação anual, a R$ 17,610 bilhões. Em relação aos três meses imediatamente anteriores, o resultado deve ser 25,7% mais baixo.
Confira as projeções compiladas pela Bloomberg para os resultados da Petrobras no segundo trimestre de 2024, em base anual:
| Câmbio | Lucro líquido | Receita | Ebitda |
| Em reais | 17,610 bilhões (-38,8%) | 132,238 bilhões (+16,2%) | 66,586 bilhões (+17,5%) |
| Em dólares | 3,113 bilhões (-46,6%) | 23,378 bilhões (+1,7%) | 11,772 bilhões (+2,9%) |
O dólar acumula alta de 16% em 2024. Já a cotação do Brent — o petróleo usado como referência no mercado internacional — não sofreu oscilações significativas ao longo do ano. No entanto, na conversão, o barril pesa nas contas da Petrobras.
Vale lembrar que a estatal mudou sua política de preços em maio de 2023 para deixar de se guiar pela paridade de preços internacional (PPI).
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E foi só no início de julho deste ano, após meses sem repasses, que a companhia anunciou um novo reajuste do preço da gasolina. Na ocasião, o litro subiu R$ 0,20 para as distribuidoras e R$ 0,15 para o consumidor final. O Seu Dinheiro detalhou o aumento dos preços na ocasião.
“Além da redução da produção, a demora da Petrobras em anunciar um novo reajuste de preços deve pesar sobre os resultados do segundo trimestre”, disse Ruy Hungria, analista da Empiricus Research.
Há uma semana, a Petrobras informou que a produção de petróleo alcançou 2,156 milhões de barris por dia (bpd) no segundo trimestre de 2024 — um resultado 2,6% maior do que o obtido no segundo trimestre de 2023, mas uma queda de 3,6% em relação aos três meses anteriores.
Segundo a XP Investimentos, a produção menor da Petrobras no período irá fazer com que os resultados financeiros do trimestre venham mais baixos, mas o retorno aos acionistas segue sendo positivo.
Os analistas Regis Cardoso e Helena Kelm veem um segundo trimestre sequencialmente mais fraco para a Petrobras, por conta de uma produção menor — impactada por paradas para manutenção — e preços de derivados marginalmente mais baixos em dólar, pela depreciação do real.
Esses efeitos, segundo os analistas da XP, compensaram o aumento marginal do Brent.
Já o Citi diz que, apesar dos preços do petróleo mais altos durante o segundo trimestre do ano, a estatal deve registrar um Ebitda ajustado trimestralmente menor devido à menor produção de petróleo e provavelmente despesas mais elevadas, devido a mais paradas para manutenção e menor diluição dos custos fixos, enquanto o preço do combustível na refinaria permaneceu estável trimestralmente.
Hungria, da Empiricus, projeta o pagamento de US$ 3 bilhões (R$ 16,8 bilhões no câmbio atual) em dividendos ordinários e yield de mais de 10%, em termos anualizados.
“Dado que o Ebitda da Petrobras deve cair, embora não de maneira significativa, e que boa parte dos dividendos está relacionada à geração de caixa ligada ao Ebitda, esperamos US$ 3 bilhões em proventos, o que não é nada espetacular, mas é um número que o mercado espera e quer ver”, disse.
Analistas do Safra estimam que a Petrobras pode pagar até R$ 13,2 bilhões em dividendos, o equivalente a um rendimento potencial de 2,6% no trimestre.
O Citi, por sua vez, avalia que, combinando com o acordo fiscal aprovado em junho, a Petrobras deve anunciar dividendos trimestrais menores. O banco norte-americano, no entanto, não fez projeções de valores.
Já a XP calcula dividendos de US$ 2,7 bilhões (R$ 15,1 bilhões no câmbio atual) referentes a abril e junho deste ano.
Sobre os dividendos extraordinários — que foram alvo de uma queda de braço recente entre o governo e a estatal e que acabou com a demissão de Jean Paul Prates do comando da petroleira — o analista da Empiricus afirma que é um tópico mais sombrio.
“O pagamento dos dividendos extraordinários depende de muitas outras coisas, como investimentos em áreas fora da exploração e da produção. Por enquanto, o que vimos na primeira metade do ano, e que deve ser confirmado no segundo trimestre, é que a Petrobras está investindo menos do que foi sinalizado no plano quinquenal e isso quer dizer que sobra dinheiro para os dividendos extraordinários”, disse Hungria.
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