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Renan Sousa
Renan Sousa
É repórter do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP) e já passou pela Editora Globo e SpaceMoney. Twitter: @Renan_SanSousa
CONVERSA COM DIRETOR

Fundo de criptomoedas por R$ 0,01: executivo explica estratégia da gestora do Banco do Brasil (BBAS3) para disponibilizar produto para público amplo

Entre outras mudanças ocorridas na gestão do fundo, Mário Perrone, diretor comercial e de produtos da gestora, contou para o Seu Dinheiro o motivo

Renan Sousa
Renan Sousa
27 de maio de 2024
6:01 - atualizado às 5:49
Mário Perrone, diretor comercial e de produtos da BB Asset
Mário Perrone, diretor comercial e de produtos da BB Asset - Imagem: Divulgação

Há pouco mais de uma semana, a gestora do Banco do Brasil (BBAS3), a BB Asset, anunciou a mudança no fundo BB Multimercado Criptoativos Full LP FIC FI, focado em investimentos em criptomoedas.

Antes, o fundo era destinado apenas para investidores qualificados — isto é, aqueles que possuem mais de R$ 1 milhão investidos ou tenham alguma certificação aceita pela CVM — com aplicação inicial de R$ 1 mil. Agora, o produto é disponibilizado para o público amplo por apenas R$ 0,01.

Entre outras mudanças ocorridas no fundo, Mário Perrone, diretor comercial e de produtos da BB Asset, contou ao Seu Dinheiro o motivo para tal mudança.

Recentemente, a gestora  atingiu R$ 1,6 trilhão em ativos sob gestão, se consolidando como a maior gestora brasileira com uma parcela de 20% do mercado. 

Ele explica que houve uma demanda crescente pelo mercado de criptomoedas, o que gerou uma procura por produtos relacionados a esse setor. “Tivemos diversas captações importantes desde o lançamento [do fundo], em fevereiro de 2022”, explica ele.

De acordo com informações de abril, o BB Multimercado Criptoativos chegou a quase US$ 40 milhões de patrimônio nos últimos 12 meses.

Fonte: relatório do Banco do Brasil

Além disso, a mudança na legislação, também ajudou na tomada de decisão.

A mudança passou a permitir que fundos com 100% do patrimônio investido no exterior fossem disponibilizados para todos os investidores. Do mesmo modo, o estabelecimento de um marco regulatório local auxiliou no aumento da demanda. 

No passado, os fundos brasileiros precisavam investir em outros fundos no exterior, o que acabava encarecendo ainda mais a operação. Com a mudança, os produtos tenderam a ficar mais acessíveis.

Como competir com outros fundos?

Recentemente, os Estados Unidos aprovaram seus primeiros fundos de índice (ETFs, em inglês) em criptomoedas. Já no Brasil, há uma série de produtos do tipo, tanto de fundos negociados em bolsa quanto fora delas.

Para competir nesse mercado, Perrone comenta que aposta na confiabilidade do ecossistema do Banco do Brasil para atrair os clientes.

“Muitos clientes desejam investir mas tem dúvidas e o fundo é uma solução para simplificar a jornada do cliente dentro do banco, começando, inclusive, pelo preço”, diz ele, sobre a alocação mínima de um centavo.

Ele explica que a jornada para um cliente investir por meio de uma exchange de cripto ainda é complexa para maioria das pessoas.

Gestão dinâmica de ativos

Além disso, o produto tem uma gestão dinâmica. A intenção é acompanhar as idas e vindas desse mercado, conhecido pela intensa volatilidade.

Ele explica que, atualmente, o fundo é majoritariamente alocado em bitcoin (BTC), mas já teve uma grande parcela em ativos de maior risco, como aqueles relacionados ao mercado de finanças descentralizadas (DeFi).

“Nós enxergamos que a taxa de 2% ao ano mais somada com a taxa sobre o desempenho do bitcoin como competitiva”, explica ele.

De acordo com dados de abril, o fundo acumulou retornos de 64,02% nos últimos 12 meses, correspondendo a 519% do CDI, índice brasileiro de referência. No acumulado de 2024, a alta é de 35,19%, 994% do CDI.

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